• Teco Cardoso e Tiago Costa

    Teco Cardoso e Tiago Costa16/07/2017

    No centro de São Paulo, seguimos até a sala de concerto da Praça das Artes, local que ao longo de muitas décadas foi palco do antigo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo.

    Foi na mesma sala que o Saxofonista Teco Cardoso e o pianista Tiago Costa fizeram as gravações do disco “Erudito Popular… e Vice-Versa”.

    No mesmo palco onde pisou Mário de Andrade, os músicos relembram da formação do projeto em duo e da acústica perfeita que o ambiente proporcionou para a gravação do repertório.

    Na Vila Ipojuca, zona oeste de São Paulo, encontramos com a flautista Léa Freire, quem lidera o quinteto Vento em Madeira. Após trabalhar muitos anos com os músicos, ela acabou influenciando na montarem do duo durante os ensaios do quinteto.

    Já no palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do ambiente de liberdade e dos elos entre os compositores e arranjos que trouxeram para o projeto.

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  • Tony Babalu

    Tony Babalu09/07/2017

    Em um bar na Pompeia nos aproximamos da história de Tony Babalu, que há mais de 30 anos frequenta a mesma lanchonete na zona oeste de São Paulo.

    No bairro tradicional para o rock paulistano o guitarrista nos conta parte da sua carreira, que começou ainda na década de 1970, quando estreava na banda Made In Brazil.

    O músico também relembra como foi gravar os dois discos de música instrumental autoral: o “Live Sessions at Mosh” e o “Live Sessions II”, que exploram novas sonoridades a partir da concepção de gravação analógica.

    Depois partimos para o Observatório Municipal de Campinas (SP), onde o músico costumava observar os astros junto do seu pai.

    Na companhia da esposa Suzi N. de Medeiros e do professor e astrônomo Julio Lobo, eles relembram alguns fenômenos astronômicos que assistiram e de alguns temas musicais inspirados nos cometas, como “Halley 86".

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Babalu conta do seu método de composição que é baseado em grooves, mas com um toque da música latina e brasileira.

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  • Código Ternário

    Código Ternário02/07/2017

    Na companhia dos músicos do Código Ternário, acompanhamos o pandeirista Gustavo Bali até o Museu da Imigração, em São Paulo.

    Localizado no tradicional bairro da Mooca, somos apresentados a este espaço que também já foi uma antiga hospedaria da cidade. O local servia de porta de entrada aos imigrantes e foi lá que os bisavós do pandeirista foram registrados, quando chegaram da Iugoslávia, na década de 1920.

    É também na casa herdada pelos bisavós, que o trio formado por pandeiro, bandolim de 10 cordas e saxofone, ensaia e prepara boa parte dos seus arranjos. Naquele mesmo espaço, nos aproximamos ainda mais do encontro entre estes músicos.

    Depois, seguimos até um estúdio na Vila Madalena, para ver de perto mais um ensaio do trio na companhia de André Marques, pianista de Hermeto Pascoal, desde 1994.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos contam um pouco mais da sonoridade e do papel de solista que cada instrumento desempenha no trio.

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  • Lourenço Rebetez

    Lourenço Rebetez25/06/2017

    Durante um passeio pela Feira de Flores da Ceagesp, seguimos na companhia do guitarrista e compositor Lourenço Rebetez, que junto da amiga Julia Rettmann buscam as plantas e que irão compor o palco do Instrumental Sesc Brasil.

    Em 2016, o músico lançou seu primeiro disco intitulado “O Corpo de Dentro”, que celebra a inventividade jazzística sobre matrizes rítmicas brasileiras, como os toques de candomblé e as levadas dos blocos afro-baianos.

    Na sede do Instituto Tambor, na Vila Sônia, seguimos com Lourenço e o percussionista Ícaro Sá para encontrar com Luis Poeira, mestre na arte de fazer tambores afro-brasileiros.

    No ateliê de instrumentos musicais que também promove ações culturais e sociais, conhecemos um pouco mais da arte do luthier que personaliza cada instrumento.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos contam um pouco mais das escolhas dos instrumentos e dos ritmos que compõem o primeiro disco de Lourenço Rebetez.

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  • Roberto Sion e Itamar Collaço

    Roberto Sion e Itamar Collaço18/06/2017

    No pico da Pedra Grande, em Itabiaia (SP), seguimos na companhia do baixista Itamar Collaço e do maestro e multi-instrumentista Roberto Sion.

    Ao sabor do vento e no alto da montanha, os músicos nos brindam com parte das suas trajetórias e até improvisam alguns temas como “O trenzinho caipira”, de Heitor Villa-Lobos.

    Itamar Collaço já tocou com grandes nomes da música brasileira como Gilberto Gil, Laércio de Freitas, Cauby Peixoto, além de ter sido integrante do Zimbo Trio por 10 anos.

    Já Roberto Sion é multi-instrumentista e regente da Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia. Já fez turnês com Vinícius e Toquinho por vários países e fundou o grupo Pau Brasil e a Orquestra Jovem Tom Jobim, da qual foi regente.

    Amigos há mais de 30 anos, os músicos gravaram juntos inúmeros discos, incluindo “Happy Hour”, do maestro Roberto Sion.

    Ainda na cidade paulista de Atibaia, acompanhamos de perto o projeto “Educando com música e cidadania”, que passa pelas “fanfarrinhas”, fanfarras e big bands formadas pelos alunos das escolas municipais.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos contam da pequena formação de peso, uma espécie de “trio big band” ou “duo big band”, segundo o próprio maestro.

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  • Nelson Ayres Big Band

    Nelson Ayres Big Band11/06/2017

    No centro de São Paulo seguimos até o palco do Jazz B, onde encontramos com os músicos que atualmente formam a Nelson Ayres Big Band.

    Com mais de 40 anos de sua formação original, a Big Band se reformulou e voltou à ativa com novos arranjos e composições.

    Nelson Ayres Big Band marcou presença na década de 1970 ao trazer um repertório exclusivamente instrumental, mesclando jazz e música brasileira, seguindo totalmente na contramão das orquestras de baile.

    Pianista, compositor e regente, Nelson Ayres é reconhecido como uma das personalidades mais importantes da música instrumental brasileira.

    Foi maestro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo durante 10 anos e como pianista, integra o quinteto Pau Brasil desde 1978, além de liderar o Nelson Ayres Trio.

    Logo após, seguimos até a casa dos músicos Teco Cardoso e Mônica Salmaso, para falar do projeto Pau Brasil. Entre histórias e improvisos, acompanhamos um ensaio pra lá de especial.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, nos aproximamos da divisão dos naipes e dos instrumentos, compostos por 16 solistas que integram e se destacam a cada melodia.

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  • Don Sonorama

    Don Sonorama04/06/2017

    Na Luz, bairro da zona central de São Paulo, seguimos com o grupo argentino Don Sonorama para um encontro com outro coletivo: Jurassic Sound System.

    Na companhia do Dj e pesquisador Greg Fernandes, integrante do coletivo, os músicos acompanham uma festa totalmente dedicada à cultura jamaicana, a tradicional Jamboree.

    Após uma longa jornada tocando juntos na Argentina, o grupo mudou de nome e recebeu novos integrantes para formar, em 2011, a banda Don Sonorama.

    O encontro entre os músicos aconteceu na Escola de Música Popular de Avellanda, em Buenos Aires. A escola se concentra em três gêneros musicais: jazz, tango e música folclórica argentina.

    Na Mooca, seguimos até um espaço dedicado ao intercâmbio cultural entre o Brasil e Argentina. No temático “Moocaires”, os músicos falam de duas grandes paixões: a música e o futebol.

    Para o encontro, juntam-se também à mesa o ex-craque do futebol argentino Juan Pablo Sorín e sua esposa, a cantora argentina Sol Alac.

    Já no palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação e das influências pautadas no ska, jazz, reggae e ritmos latino-americanos.

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  • André Mehmari e Danilo Brito

    André Mehmari e Danilo Brito28/05/2017

    De carona com o bandolinista Danilo Brito em seu antigo Fusca azul, seguimos até um estúdio na Serra da Cantareira, em São Paulo.

    Na companhia do exímio pianista André Mehmari que, também é um reconhecido engenheiro de som, iremos acompanhar a gravação do segundo disco de Danilo Brito.

    Além do duo com André Mehmari, Danilo faz um trabalho autoral dedicado ao choro, que é reconhecido internacionalmente.

    Já nos estúdios da Rádio Eldorado FM, os músicos falam de um fato em comum na carreira: ambos já venceram o Prêmio Visa de MPB Instrumental.

    No encontro com o radialista Zé Nogueira, um dos produtores do Prêmio, os músicos falam do festival que consagrou artistas como Yamandu Costa, Mônica Salmaso, Renato Braz, entre outros.

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do repertório que produziram a partir da influência de grandes mestres como Pixinguinha, Garoto, Anacleto de Medeiros e Ernesto Nazareth.

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  • Rafael Pansica

    Rafael Pansica21/05/2017

    Em uma antiga barbearia de São Paulo, Rafael Pansica conhece o violonista Zé Barbeiro, músico que largou a profissão de barbeiro para se dedicar exclusivamente ao violão de sete cordas pelas noites paulistanas.

    Já o violonista Rafael Pansica traz um pouco mais do arranjo que compôs para "Lamentos", de Pixinguinha, fazendo com que o músico fosse eleito o melhor do festival durante o XVI Prêmio BDMG Instrumental.

    Na zona oeste de São Paulo, o músico segue até a antiga residência do modernista Mário de Andrade. Além de músico, Pansica é antropólogo e traz na sua pesquisa a cultura indígena, o que o aproximou ao escritor modernista, que também foi professor de música e um estudioso das raízes do Brasil.

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Pansica fala mais do show que preparou para o Instrumental Sesc Brasil. Pautado nos 80 anos de Hermeto Pascoal, o tributo traz um repertório variado de uma das maiores influências da música e carreira do violonista.

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  • E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante

    E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante14/05/2017

    Em uma estamparia no centro de São Paulo, encontramos com os integrantes do coletivo “E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante”, ou “EATNMPTD”, como são chamados.

    Com ilustrações de amigos, os músicos também desenvolvem cartazes e camisetas e aproximam o conceito das artes visuais para o trabalho da banda.

    Apesar de serem conhecidos como um quarteto de pós-rock, o som da banda possui uma verve poética e mantém diferentes frentes do rock alternativo.

    Com três EPs e dois singles gravados por selos independentes, os músicos trazem um pouco do crescimento da banda, disseminada principalmente pela internet.

    Após a fabricação das camisetas que os integrantes vendem ao final dos shows, seguimos até o ateliê da artista Isabela Balhego. Dona da arte de bordar, a artista que acompanha a banda desde o começo sugeriu a produção de um convite-cartaz usando tecidos e linhas.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais do processo criativo da banda. Com riffs e estruturas jogadas na roda, os músicos se reúnem para aprimorar cada tema num processo de interferência e influências que cada integrante traz ao coletivo.

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  • Marcos Ruffato

    Marcos Ruffato07/05/2017

    Durante um passeio no Parque Burle Marx, na zona sul de São Paulo, encontramos com o violonista mineiro e um dos vencedores do XVI Prêmio BDMG Instrumental, Marcos Ruffato.

    As composições de sua autoria consagradas pelo Prêmio foram “Vento Sul” e “Mastigabela”, além do arranjo para “Jogral”, música do Djavan, Filó Machado e José Neto.

    Nascido em uma família de músicos, Ruffato herdou um bandolim do avô e, apesar de ser violonista e guitarrista, se apresentou tocando bandolim após compor diversos temas e arranjos para o instrumento.

    De lá, seguimos para a casa do contrabaixista e compositor Rodolfo Stroeter, um dos fundadores do grupo Pau Brasil que já atuou com diversos artistas como Milton Nascimento, Joyce, Edu Lobo, Chico Buarque, Wagner Tiso, Gilberto Gil, entre outros.

    Em 2016, foi convidado para fazer parte do júri do Prêmio BDMG Instrumental. Nesse reencontro com Marcos Ruffato, Rodolfo fala sobre os vencedores e sobre o trabalho do violonista.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Ruffato traz um pouco mais do estudo no bandolim e da adaptação da canção para o instrumental. O músico fala também da formação do sexteto que traz ainda a participação do músico convidado Fábio Gouvêa, do Trio Curupira.

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  • Projeto Coisa Fina

    Projeto Coisa Fina30/04/2017

    No Morumbi, zona sul de São Paulo, encontramos com os músicos do Projeto Coisa Fina para contar um pouco desse encontro pautado na obra do maestro pernambucano Moacir Santos.

    Na beira da piscina encontramos com Andrea Curi, medalhista do Pan Americano de 1999 que, junto das atletas de nado sincronizado, montaram uma coreografia para "April Child", composição de Moacir Santos rearranjada pelo Projeto Coisa Fina.

    O trabalho feito com leveza e reverência também é acompanhado pelo grafiteiro e baixista do Projeto, que além de ter desenhado a capa do disco, nos mostra a arte do grafite em um muro no Alto da Lapa.

    Depois encontramos com o Mc e Dj KL Jay, do Racionais MC's, para contar do projeto "DJazz", que traz uma espécie de colagens sonoras para ampliar o olhar sobre o hip hop e o jazz.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da formação da big band que não obedece uma formação tradicional mas que traz na sincronicidade entre os músicos, um elemento fundamental para o resultado sonoro deste projeto.

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  • Zéli Silva

    Zéli Silva23/04/2017

    No bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, seguimos até a Faculdade Santa Marcelina, para conhecer um pouco mais do lado educador do baixista Zéli Silva.

    O músico atua como professor há mais de dez anos no mesmo local onde se formou em composição e regência. É lá, onde acompanhamos de perto uma aula em grupo e o trabalho que desempenha ao lado de novos músicos.

    Com cinco discos lançados, Zéli Silva vem trilhando uma carreira singular na música instrumental. Já tocou com grandes nomes da música brasileira como Badi Assad, Caito Marcondes, Oswaldinho do Acordeon, Rosa Passos, entre outros.

    No Alto de Pinheiros, o músico reencontra três amigos que participaram do disco "Agora é Sempre". Na companhia do letrista Luis Felipe Gama e das cantoras Ana Luiza e Vanessa Moreno, nos aproximamos um pouco mais deste álbum de canção, que traz ainda a participação de letristas, intérpretes e instrumentistas como Arnaldo Antunes, Simone Guimarães, Thiago Espírito Santo, entre outros.

    Já sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Zéli e os músicos convidados nos aproximam do repertório que trouxeram para o Instrumental Sesc Brasil. Pautados nos discos “Una” e “Agora é Sempre”, eles trazem um pouco mais da união entre a canção e a música instrumental.

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  • Papo de Anjo

    Papo de Anjo16/04/2017

    De portas abertas, o Passagem de Som é recebido para uma roda de choro na companhia do Papo de Anjo, grupo musical com mais de 15 anos de estrada.

    Após um hiato de nove anos, o grupo se reuniu novamente em 2013 para um trabalho em homenagem aos 150 anos do compositor Ernesto Nazareth. Mas o nome do grupo vem de uma outra homenagem, feita ao compositor Radamés Gnattali, que compôs o choro que dá nome ao grupo.

    Na roda, nos aproximamos um pouco mais da trajetória e da história do grupo. Com uma sonoridade cameristica, os músicos apresentam as diversas vozes e solos, que contemplam todos os instrumentos durante a roda.

    No Jardim Rizzo, em São Paulo, Papo de Anjo se reúne na praça uma vez por mês. Juntos e na companhia de músicos convidados, eles formam uma roda de choro ao ar livre, trazendo o improviso à essência da roda que aliado a um bom repertório, garante uma tarde pra lá de agradável aos participantes.

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais da escolha do repertório pautado na obra de Ernesto Nazareth, que traz alguns temas pouco registrados ou que não foram executados para esta formação.

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  • Ari Borger

    Ari Borger09/04/2017

    Na companhia dos músicos e pianistas de blues Ari Borger e Luciano Leães, seguimos em uma jam pra lá de animada com o piano tocado a quatro mãos.

    Mestre nos estilos piano blues e boogie-woogie, Ari Borger também é especialista no Hammond 83, órgão elétrico muito usado por grupos de jazz nos anos 1950. Já morou em New Orleans, onde se apresentou nas mais renovadas casas de shows, como “Tipitina’s” e “House of Blues”.

    Acompanhado também de Marcos Klis no contrabaixo e Humberto Zigler na bateria, os músicos improvisam e fazem um mix incendiário de jazz, soul, groove, blues e New Orleans Funk.

    Já no bairro de Higienópolis, em São Paulo, Ari Borger encontra com o chef de cozinha e músico amador Benny Novak. Juntos, eles falam sobre música e gastronomia, trazendo o gosto pela comida simples e pela música negra americana, antes de improvisar alguns pratos na cozinha.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais de como as raízes da música brasileira temperam o blues e a música norte-americana.

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  • Nailor Proveta e Alessandro Penezzi

    Nailor Proveta e Alessandro Penezzi02/04/2017

    Na a comunidade Olaria, no bairro do Morumbi, em São Paulo, seguimos na companhia dos violonistas Alessandro Penezzi e Roni Couto. Todos os domingos, os músicos levam o projeto social Musicar-te, que ensina música em comunidades carentes.

    Na companhia do clarinetista Nailor Proveta, os músicos abraçam os alunos e se reúnem para mais uma aula, levando diversão e conhecimento para as crianças da comunidade.

    Multi-instrumentista, nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, Alessandro Penezzi começou no violão aos sete anos. Hoje também toca cavaquinho, bandolim e flauta.

    Formado pela Unicamp, possui intensa atividade profissional. Já tocou com Yamandu Costa, Sizão Machado e Carlos Poyares, além dos grupos Quintessência, Choro Rasgado, entre outros.

    Proveta, ocupa lugar de destaque na galeria dos principais músicos do Brasil. Instrumentista e arranjador, já acompanhou artistas como Milton Nascimento, Gal Costa, Raul Seixas, Benny Carter, Ray Connif, entre outros.

    Atualmente, o músico também trabalha como educador na Escola do Auditório Ibirapuera, onde é regente da Orquestra Furiosa, formada por 40 alunos.

    Ao acompanhar uma aula da Orquestra, nos aproximamos da oportunidade que os jovens músicos, vindos de comunidades carentes, receberam neste encontro com a música.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da parceria, da gravação do primeiro disco, e contam um pouco mais da história do show “Atrêsvido”.

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  • Culto ao Rim

    Culto ao Rim26/03/2017

    Por possuir uma forte relação com as artes visuais, seguimos com os integrantes do Culto ao Rim até o Museu de Arte Moderna de São Paulo, para visitar a exposição “O útero do Mundo”.

    Os músicos consideram o som do grupo “bastante sinestésico” e vão em busca de similaridades entre as propostas estéticas dos artistas expostos e do trabalho do Culto ao Rim.

    Em 2015, eles lançaram um álbum com seis músicas inéditas e convidam o ouvinte à experiência do estranhamento e do desconforto. Ao longo do disco, é possível também perceber referências que passeiam por Hermeto Pascoal, Arrigo Barnabé, Charles Mingus, Thelonious Monk, entre outros.

    De lá, seguimos até o estúdio da fotógrafa Anna Boga. Desde o começo, a banda teve um certo cuidado com a produção visual que vai desde os figurinos até os registros fotográficos, cartazes e flyers.

    E um dos responsáveis por essa produção é Felipe Corsini, que, além de desenhista, foi o primeiro guitarrista da banda. Já a fotógrafa Anna Boga fez vários registros do grupo, incluindo fotos para a capa do CD.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais das linhas de composição da banda. Trazidos pelo baixista Gabriel Magazza, os temas são abertos à banda durante os ensaios para ganhar ritmo e melodia.

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  • Felipe Vilas Boas

    Felipe Vilas Boas19/03/2017

    Na Vila Mariana, em São Paulo, seguimos até a casa do professor e guitarrista Djalma Lima. O músico que atua em grupos paulistas de jazz desde os anos 1990, é referência e já atuou ao lado de Bob Wyatt, Léa Freire, Vinicius Dorin, Bocato, entre outros.

    De café passado, os músicos se encontram para trazer um pouco mais da profissão, das principais referências na guitarra, além é claro, de tocarem juntos alguns standards de blues.

    Felipe Vilas Boas foi vencedor do XVI Prêmio BDMG Instrumental com três músicas de sua autoria e de um novo arranjo para “Casa Forte”, de Edu Lobo. O músico formou-se em guitarra jazz pelo Instituto de Guitarra e Tecnologia e foi lá que descobriu o trabalho de Djalma Lima.

    Mineiro de coração, mas nascido em São Paulo, o guitarrista segue até o Memorial do Corinthians. Lá, Felipe relembra das partidas que assistia junto ao pai, que o influenciou não só a escolha no futebol, mas também em outras paixões, como a música e a guitarra.

    Da história do clube de futebol, chegamos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. É lá que o guitarrista nos apresenta os músicos que integram a sua banda que recebe ainda, como convidado especial, o pianista André Mehmari.

    O músico conta também um pouco mais da sua participação no Prêmio BDMG Instrumental, nos aproximando das melodias e do repertório escolhido para o Instrumental Sesc Brasil.

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  • Bernardo Rodrigues

    Bernardo Rodrigues12/03/2017

    Em um reduto de apenas dois quarteirões que concentra 15 proprietários de pianos, seguimos o bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. É lá onde vive o músico e pianista Daniel Grajew.

    Bernardo Rodrigues - vencedor do XVI Prêmio BDMG Instrumental - encontra com o amigo pianista para trazer um pouco mais dos primeiros acordes e das composições próprias.

    Da conversa solta, temas mineiros e de grande influência como “Lua Girou”, de Milton Nascimento, ganham o espaço em um improviso entre acordeón e piano.

    Além da música, Bernardo Rodrigues também enveredou por outras áreas do conhecimento. Ele é formado em jornalismo, especialista em filosofia e mestre em letras.

    Ainda na zona oeste de São Paulo, seguimos até a Casa Guilherme de Almeida, que abriga o acervo pessoal desse escritor com um pequeno museu e um centro de estudos de tradução literária.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico traz um pouco mais do repertório pautado no seu primeiro disco, que traz temas instrumentais e também com canções, que ganharam novos arranjos para a versão instrumental.

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  • Bianca Gismonti

    Bianca Gismonti05/03/2017

    Em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, seguimos até um breve ensaio com a pianista Bianca Gismonti e o seu trio. Bianca começou a estudar piano ainda criança. Aos 15 anos, já acompanhava o seu pai, Egberto Gismonti, pelos palcos do mundo.

    Junto do seu trio, Bianca já lançou dois discos: “Sonhos de nascimento” (2013), e “Primeiro Céu” (2015). Ao lado da pianista Claudia Castello Branco, fez um trabalho em duo chamado “Gisbranco” (2008).

    Suas composições navegam entre a música instrumental e a canção popular. Muitas delas são homenagens a pessoas que admira, como Joana Duah, ao qual dedica uma de suas músicas.

    E junto da cantora seguimos no ensaio pra lá de animado, repleto de lembranças e histórias que logo cedem espaço à voz e ao piano, preenchendo a sala de ensaio.

    Já no Morumbi, seguimos até a “Casa de Vidro”, um projeto da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. Para a pianista, a casa lembra o ambiente em que Bianca cresceu com o pai, local por onde também passaram muitos intelectuais, artistas, empresários, políticos e amigos.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Bianca fala um pouco mais do repertório do show. Numa mescla dos dois álbuns alternados com temas de Egberto Gismonti e Tom Jobim, Bianca e o seu trio falam da amizade, da diversão e da liberdade que é trazer tudo isso ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Malditas Ovelhas!

    Malditas Ovelhas!26/02/2017

    De pé na estrada e a caminho de Sorocaba, interior de São Paulo, seguimos de encontro aos integrantes da banda Malditas Ovelhas!.

    O quarteto formado em Araraquara, traz arranjos percussivos brasileiros com música psicodélica progressiva, texturas, samples e experimentalismos.

    Entre os trabalhos autorais produzidos por Malditas Ovelhas! estão também composições de trilhas sonoras, que vão de games a documentários.

    E para mostrar um pouco mais da cena independente da cidade, nos aproximamos de alguns coletivos culturais como o Festival Grito Rock de Sorocaba que é produzido pelo Rasgada Coletiva, promovendo o encontro e a consolidação de bandas como o Malditas Ovelhas!.

    Já em um hostel da cidade, os integrantes da banda relembram de como transformaram uma república de estudantes de ciências sociais no local de nascimento de um grupo de música instrumental.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da produção de música autoral instrumental e das influências e estilos que marcam a banda.

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  • Rafael Abdalla

    Rafael Abdalla19/02/2017

    No bairro da Luz, seguimos até a Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim. É lá onde Rafael Abdalla encontra com o contrabaixista Marcos Paiva, professor de Rafael e também uma espécie de “orientador profissional” do músico em São Paulo.

    Rafael Abdalla possui dois discos autorais como compositor. Já participou de trabalhos com importantes nomes da música brasileira como Paulo Moura, Vinicius Dorin, Ivan Vilela, entre outros.

    Em uma conversa sobre as mudanças na música instrumental brasileira, os músicos trazem um pouco mais do mercado fonográfico e das parcerias musicais.

    Já no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, encontramos com o baterista Edu Nali para contar um pouco mais dos desafios de trabalhar em diversas formações.

    Em seu primeiro disco, Rafael Abdalla gravou com um quarteto. Já o segundo álbum contou com a entrada do guitarrista Vinicius Gomes, formando um quinteto.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o quinteto traz um pouco mais das referências jazzísticas da banda, dos compositores que marcaram a trajetória de casa músico e de uma forma de compor mais livre, repleta de diversos gêneros e elementos brasileiros.

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  • Laércio de Freitas e Shen Ribeiro

    Laércio de Freitas e Shen Ribeiro12/02/2017

    No Parque do Ibirapuera, em São Paulo, seguimos até o Pavilhão Japonês na companhia dos músicos Laércio de Freitas e Shen Ribeiro. O símbolo da amizade entre Brasil e Japão marca também a amizade entre os músicos que juntaram o piano brasileiro com a flauta japonesa.

    Laércio de Freitas é maestro consagrado com mais de 50 anos de carreira internacional. Trabalhou na década de 1970 ao lado do lendário pianista, compositor e arranjador Radamés Gnatalli (1906 – 1998), e participou em diversos trabalhos com grandes nomes da MPB como Elza Soares, Clara Nunes, João Donato, entre outros.

    Já o flautista Shen Ribeiro deu o seu primeiro grande salto quando foi estudar na Universidade de Belas Artes de Tóquio, onde se especializou em shakuhachi, uma flauta tradicional japonesa.

    Os músicos se conheceram logo após o retorno de Shen Ribeiro ao Brasil. E foi a partir de um encontro inusitado seguido de uma conversa descompromissada em um café, na cidade de São Paulo, que surgiu a amizade e uma bela parceria musical.

    Outra grande amizade é contada em uma tradicional loja de pianos. O jornalista, músico e pesquisador de choro Luis Nassif, publicou nos anos 1980 uma resenha sobre a obra de Laércio, e conta como surgiu a partir daí a amizade que segue até hoje.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos contam um pouco mais sobre o repertório que prepararam para à noite, Recheado de músicas dos anos 40, choro e maxixe, Laércio traz o que ele chama de romantismo, com "uma paisagem bonita para o fluxo da melodia”.

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  • Celso de Almeida

    Celso de Almeida05/02/2017

    Em um estúdio em Campo Belo, São Paulo, encontramos com o baterista Celso de Almeida que, acompanhado do seu tio Toniquinho, nos embalam em um bate-papo sobre música e família.

    Celso cresceu em uma família de músicos, sobretudo, músicos bateristas. O pai, Ary de Almeida foi baterista do maestro Nelson de Tupã, e tocava em uma banda de baile que circulava pelo interior de São Paulo.

    O tio, Toniquinho, é baterista há 60 anos. Percussionista de formação, passou à bateria assim que chegou a São Paulo e, junto do instrumento, nos traz um pouco mais da sua trajetória e dos ritmos mais tocados naquela época.

    Acompanhando o pai desde criança, Celso relembra da brincadeira na bateria que logo despertou a atenção dos tios. Após se lançar ao mundo da música, Celso começou a trabalhar com o maestro Augustinho Záccaro, que ficou popularmente conhecido ao apresentar os programas "Záccaro" e “Italianíssimo”, na Tv brasileira.

    Já no bairro de Pinheiros, encontramos com o vibrafonista americano Arthur Lipner. Os músicos relembram de quando gravaram juntos o álbum “Brasilian Vibes”, lançado em 2010.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais da tradição dos trios musicais e da homenagem ao Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Newton Mendonça.

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  • Black Mantra

    Black Mantra29/01/2017

    Na companhia do músico Di Melo e dos integrantes do Black Mantra acompanhamos uma jam session pra lá de animada. Em uma sala de ensaio na capital paulista, “O Imorrível” Di Melo toca e diverte os músicos da banda que nos aproximam um pouco mais dessa lenda viva.

    O cantor e compositor pernambucano Di Melo foi considerado um dos artistas brasileiros que mais se aproximou da música norte-americana, quando gravou o seu primeiro disco em 1975, fazendo grande sucesso com as músicas “Kilariô” e “A vida em seus métodos diz calma”. Após a fama o músico sumiu das paradas e rumores diziam até que ele havia falecido.

    O músico foi redescoberto 36 anos depois quando dois cineastas produziram o documentário chamado “O Imorrível”. De volta à cena musical, Di Melo aproveitou e lançou em 2016 o segundo disco da sua carreira.

    Inspirada no mesmo movimento, a Black Mantra apresenta o soul e o funk compostos pelos seus nove integrantes. A big band surgiu após a gravação da trilha sonora do curta-metragem “Muito, Além do Nada”, pautado no movimento cinematográfico negro dos anos 1970: o Blaxploitation.

    Com forte influência do funk americano dos anos 1970, o grupo passou a fazer diversas releituras e uma série de homenagens até gravar o primeiro álbum “Old Mantras”, que traze temas de clássicos do The J.B.´s, Curtis Mayfield e Stevie Wonder.

    Terminada a jam session seguimos até o Museu da Imagem e do Som – MIS, em São Paulo, onde encontramos com o cineasta Jeferson De. Brasileiro, afrodescendente e militante da causa negra, o cineasta ficou conhecido quando criou o manifesto “Dogma Feijoada”, que traz uma análise histórica sobre a produção audiovisual dos negros no Brasil.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos revelam um pouco mais das vertentes e influências que ainda fazem parte da banda como o funk dos anos 1970, a música negra, o jazz e o afrobeat.

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  • Deltas

    Deltas22/01/2017

    Foi em uma rápida passagem por Istambul que o músico Dirceu Melo encontrou com a baglama, instrumento de cordas descendente da antiga pandura. De origem oriental, o músico une a sonoridade árabe do instrumento aos ritmos como o blues e o baião.

    Na companhia dos músicos seguimos até o Morro do Querosene, em São Paulo. Na casa do vocalista e compositor Nasi, da banda Ira!, os músicos falam sobre rock brasileiro, música nordestina e blues, além de relembrar um dos primeiros shows de Chico Science e a Nação Zumbi, quando ainda tinha o nome de "Loustal".

    O fundador do quinteto Dirceu Melo, surgiu no cenário musical de Pernambuco com o movimento Manguebeat, nos anos 1990. Ele foi cantor e guitarrista da banda “Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis”, que fez sucesso com uma versão de “O cheiro de Carolina”, música de Luiz Gonzaga.

    Em Santo Amaro, São Paulo, seguimos na companhia do músico e ator Ricardo Côrte Real. O artista tem uma extensa carreira de mais de 40 anos e toca em duas bandas de blues: “Côrte Legal” e “Blues 4 Fun”, além de apresentar programas de rádio sobre o gênero musical.

    De improviso, os músicos falam das principais influências do blues, passando por New Orleans e Chicago, até chegar ao Nordeste brasileiro e à cidade de Recife, em Pernambuco. A conversa só para na hora em que eles tocam o clássico “The Thrill Is Gone”, de B.B. King.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação do quinteto que ao misturar o blues com o baião e ritmos nordestinos, criam um som original que é brasileiro e, ao mesmo tempo, universal.

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  • Kevin Hays e Sergio Krakowski

    Kevin Hays e Sergio Krakowski15/01/2017

    Na companhia do músico brasileiro Sergio Krakowski e do nova-iorquino Kevin Hays, seguimos até o Espaço Uirapuru, um local dedicado a ouvir, pensar, sentir e fazer da música popular.

    É lá onde encontramos com a dupla Prettos, formada pelos irmãos Magnu Sousá e Maurilio de Oliveira, que também são integrantes do Quinteto em Branco e Preto, que também participaram da criação da Comunidade Samba Da Vela.

    De improviso, a roda de música é aberta na companhia do violonista Luiz Araújo Amorim, o “Luizinho 7 Cordas”. Considerado um dos mais importantes violonistas de samba e choro do Brasil, o músico já tocou com Abel Ferreira, Altamiro Carrilho, Baden Powell, Waldir Azevedo e Paulo Moura.

    Após o encontro seguimos até o Estúdio Arsis. Junto de um belo piano importado da Estónia, os músicos improvisam e tocam temas compostos e dedicados a Milton Nascimento. Juntos, eles trazem um pouco mais das influências presentes na música mineira.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Sergio fala da sua mudança para Nova York e do que isso significa para um músico brasileiro. Já Kevin Hays, traz um pouco mais do primeiro contato com a música brasileira e do quanto passou a admirar os compositores brasileiros.

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  • Mereneu Project

    Mereneu Project08/01/2017

    No terraço do Edifício Martinelli, seguimos com os integrantes do Mereneu Project para um passeio pelo centro da cidade de São Paulo. É lá onde encontramos com o músico Guga Stroeter, da Orquestra Heartbreakers e um dos fundadores do Movimento Elefantes.

    Mereneu Project é um noneto formado na Áustria e que vem do desdobramento do Meretrio, grupo formado em 2003 pelos músicos brasileiros Emiliano Sampaio (guitarra, composição e arranjos), Gustavo Boni (contrabaixo) e Luis André “Gigante” (bateria).

    Após uma turnê na Europa, os músicos conheceram a Universidade de Graz, na Áustria. Fundada em 1585, a escola de música se tornou a primeira a oferecer formação em jazz no Velho Continente.

    Em 2012, Emiliano Sampaio ingressou na escola e junto do seu trio convidou seis outros músicos de diferentes nacionalidades para se juntar ao projeto. Com arranjos e composições de Emiliano Sampaio, o noneto traz melodias com influências que partem do jazz, do clássico, passa pelos ritmos brasileiros e finaliza com uma pegada bastante experimental.

    Em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, o grupo encontra com o maestro Roberto Sion, que acompanha um breve ensaio do noneto. Quando chegou em São Paulo, Emiliano foi aluno do maestro com aulas de improvisação.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Emiliano nos aproxima das gravações dos diversos álbuns da banda, da mudança para a Áustria e do começo da nova banda.

    Entre a montagem dos equipamentos e os ajustes dos últimos detalhes para o show, os músicos trazem um pouco mais da personalidade, das influências musicais e das experiências pessoais que dão o tom e o ritmo ao Mereneu Project.

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  • Amoy Ribas

    Amoy Ribas01/01/2017

    Na companhia do percussionista Amoy Ribas, seguimos até um centro de meditação na Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo. Lá nos aproximamos das técnicas de meditação criadas por Osho.

    O músico que já tocou com grandes nomes brasileiros como Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Beth Carvalho, entre outros, nos aproxima do desenvolvimento da consciência e do autoconhecimento, numa prática difundida pelo guru indiano.

    Durante a sessão, Amoy conduz uma atividade em grupo ao lado do terapeuta e instrutor Prem Vardam, que mistura celebração, música, dança e meditação. Como um fio condutor, música e palavras levam os praticantes a se integrarem mais facilmente na técnica.

    De lá seguimos até a Vila Aricanduva (SP), para conhecer a oficina do luthier Zé Benedito. De perto, acompanhamos todas as etapas da construção de um pandeiro no espaço onde também são fabricados diversos instrumentos de percussão como o cajón, a alfaia, além de instrumentos pensados e criados pelos próprios músicos.

    O interesse pela criação de instrumentos musicais também é visto no show de Amoy Ribas, que traz à cena uma marimba de vidro e o “ilumbo”, uma mistura de tambor africano ilu com o bombo legüero argentino, ambos fabricados pelo próprio músico.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala um pouco mais do repertório pensado para o Instrumental Sesc Brasil, que une músicas novas e antigas do seu repertório. Os músicos da banda trazem um pouco mais da criação e do encaixe dos timbres, da linguagem do grupo e da formação trazida ao palco.

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  • Hernán Ríos e Facundo Guevara

    Hernán Ríos e Facundo Guevara25/12/2016

    Foi desde o primeiro contato com um tambor que o argentino Facundo Guevara quis aprender e saber um pouco mais sobre aquele instrumento. O "chamado" rendeu uma larga história pela música e, ao lado do pianista Hernán Ríos, os músicos se juntaram para difundir e mesclar os ritmos da música popular argentina, do jazz e da improvisação.

    Na companhia do percussionista argentino, seguimos até Santo André, em São Paulo, onde encontramos com o percussionista brasileiro Cauê Silva. Na roda de capoeira e de samba de roda, os músicos falar das diversas manifestações e influências que receberam da cultura africana.

    De improviso, o tambor argentino “bombo legüero” encontra com o berimbau. O instrumento de percussão foi criado para imitar o tambor colonial que os espanhóis trouxeram para a Argentina para tocar a “zamba”, a “chacareira” e a “cueca”, ritmos “criollos” bastante populares naquele país.

    Ao juntar piano e percussão, o duo apresenta diversas culturas e busca por meio de suas composições, difundir a música folclórica argentina e latino-americana, usando como base a liberdade das improvisações jazzísticas.

    Após compartilhar uma sessão pra lá de animada, seguimos até a casa do pianista Benjamim Taubkin. É lá que os músicos encontram com o violonista brasileiro Swami Jr., convidado especial para o show no Brasil.

    Ainda sem se conhecerem pessoalmente, piano, percussão e violão de 7 cordas são executados pela primeira vez após um vínculo construído por anos por meio de cartas, emails e conversas por telefone.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação, do estudo mais erudito, da música popular argentina, do jazz e da improvisação.

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  • Clayber de Souza

    Clayber de Souza18/12/2016

    A história do gaitista com 70 anos de carreira que já tocou em mais de 35 países, gravou 57 discos e produziu mais de 2 mil jingles publicitários, começa pelo curso de gaita por correspondência que Clayber de Souza criou e que fez sucesso por muitos ano.

    Haroldo Gonçalves, administrador de empresas, foi aluno e chegou a trabalhar junto do gaitista na administração dos cursos. Já o gaitista e produtor musical Geilson Cezare relembra das aulas e das broncas que levava do professor quando não estudava. Ele também nos apresenta uma enorme variedade de gaitas que vão de 5 a 60 cm, podendo pesar até mais de dois quilos.

    Do encontro com os ex-alunos seguimos até a casa do artista, em Cotia, na grande São Paulo. Numa tarde tranquila Clayber recebe a visita ilustre de dois grandes amigos: o percussionista João Parahyba, que toca no famoso Tio Mocotó, e José Luiz Nammur, o Zelão, músico profissional que passou a compor jingles publicitários no final dos anos 1960.

    Entre um bate-papo pra lá de animado nos deparamos com uma mesa repleta dos vinis que gravaram. Diante de muitos discos, os músicos contam como se conheceram e relembram a bossa nova, os festivais de música na TV, a ditadura militar e a noite paulistana daqueles tempos.

    Clayber também fez parte do Sambalanço Trio e tocou ao lado de César Camargo Mariano e Airto Moreira. O grupo foi criado em 1964 e durou apenas dois anos, mas deixaram cinco discos gravados e chegaram a tocar na inauguração do João Sebastião Bar, famoso reduto da bossa nova em São Paulo.

    Na época a noite paulistana fervia de shows noturnos e grandes nomes da música circulavam pela cidade nos saudosos Cave, Stardust, Baiúca, e Galeria Metrópole. Nesse período, Clayber teve ainda a oportunidade de gravar, como contrabaixista, a música “Conversa de Bar”, ao lado da cantora Elis Regina.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o gaitista conta como o instrumento entrou na cena musical nos Estados Unidos, antes de se disseminar mundo afora. É também sobre o palco que aprendemos um pouco mais do funcionamento da gaita, único instrumento que quando sopra e aspira, emite notas diferentes.

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  • Palindrum

    Palindrum11/12/2016

    Surgido de uma brincadeira, Dyonísio Moreno, idealizador, compositor e diretor musical, nos aproxima da história deste quarteto formado por piano, violoncelo, bateria com percussão e hang drum.

    Palindrum traz uma sonoridade que vai do popular ao clássico, misturando ritmos brasileiros com o jazz e o rock progressivo. Já as experiências seriais e as politonalidades trazidas ao palco se inspiram na “ufoarqueologia”, ramo de pesquisa não acadêmica que investiga a presença de extraterrestres na Terra, antes do surgimento do primeiro homem.

    E se o assunto é ir de encontro ao centro da Terra, seguimos até Itu, no interior de São Paulo. Lá adentramos em uma grande formação de granito, onde está localizada a sexta maior caverna do mundo. Naquele ambiente, os músicos Dyonísio e Daniel Moreno aproveitam para falar sobre a relação desse universo místico com a música do Palindrum.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Dyonísio revela que o quarteto nasceu em torno do hang drum, agregando outros instrumentos e combinando timbres mais eruditos como o piano e o violoncelo que, junto da bateria com percussão, dão ritmo e tom ao grupo.

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  • Eduardo Neves e Rogério Caetano

    Eduardo Neves e Rogério Caetano04/12/2016

    Na companhia do mestre cervejeiro Guilherme Hoffmann, seguimos até a Cervejaria Nacional, no bairro de Pinheiros em São Paulo, para acompanhar de perto todo o processo de fabricação de uma das bebidas mais apreciadas pelos brasileiros.

    A memória do músico Rogério Caetano logo fala mais alta, uma vez que o seu pai também fabricava artesanalmente cerveja durante a sua infância. E foi ainda aos seis anos de idade que Rogério ganhou o seu primeiro cavaquinho, aos sete já havia montado o seu primeiro repertório e, aos 12 anos, passou para o violão de sete cordas.

    Hoje além de violonista, Rogério Caetano é compositor, arranjador e produtor musical. Ao formar um duo ao lado do saxofonista Eduardo Neves, os músicos lançaram, em 2015, o disco “Cosmopolita”.

    Já na Vila Madalena, seguimos com Eduardo Neves até um restaurante de cozinha contemporânea para falar sobre música e culinária. Ao lado do chef Ivan Ralston, acompanhamos o preparo de vieiras com cogumelos curtidos.

    O saxofonista e flautista Eduardo Neves foi aluno do maestro Copinha e também do multi-instrumentista Carlos Malta e ao longo da sua carreira já tocou ao lado de grandes artistas como Hermeto Pascoal e Tim Maia.

    Num aglomerado de estilos musicais, que vai do choro ao samba, do frevo a valsa, do jazz ao improviso, seguimos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. É naquele ambiente que os músicos falam um pouco mais do trabalho que trazem à cena, dos arranjos, e do encontro entre ritmos e melodias.

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  • Daniel de Paula e A Irmandade

    Daniel de Paula e A Irmandade27/11/2016

    Em Santo André, na grande São Paulo, seguimos até a casa do baterista Daniel de Paula. É lá onde o músico relembra da banda de baile que o seu pai formou junto de outros três irmãos.

    “Fruto da Terra” foi o último nome da banda em família e foi lá, que Daniel deu os seus primeiros passos na música, se inspirando nos tios e nos primos que também fizeram parte daquele movimento.

    No bairro da Lapa, em São Paulo, a jogadora profissional de sinuca Carmelita Yumito, lança um desafio sobre os músicos Daniel de Paula e “A Irmandade”, que traz no repertório uma mistura entre composição e improviso.

    Entre uma aula e uma partida de sinuca, os músicos que lançaram o primeiro álbum em 2015, contam um pouco mais do trabalho e das linhas melódicas compostas por Daniel. Entre ensaios e sessões de gravações, os músicos levaram quase dois anos para chegar ao resultado final do disco que traz oito temas autorais.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais das composições que unem elementos da canção com a estética do jazz moderno na busca de uma linguagem mais brasileira.

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  • Meneio

    Meneio20/11/2016

    Baseado no movimento e na troca intensa de influências entre a convivência em grupo, o quarteto nos leva até o Chalé Francês, em Sorocaba (SP), para contar um pouco mais da trajetória da banda que teve origem no interior de São Paulo, em 2013.

    Em uma antiga estação de trem, o espaço cultural ligado ao Museu de Arte Contemporânea da cidade, recebe os integrantes do grupo formado por universitários de Araraquara e São Carlos. Mas foi somente após a chegada do baixista Adeniran Balthazar, que o quarteto se consolidou.

    De volta a São Paulo, seguimos de encontro com o artista gráfico Daniel Bruson e a fotógrafa Fran Rockita, para falar da criação do primeiro disco da banda. Com influências que vão do post-rock ao trip-hop, música eletrônica, jazz e trilhas sonoras, a capa do álbum ganhou uma mistura de técnicas orgânicas e digitais.

    De lá, seguimos até estúdio Fita Crepe. Quem nos recebe é o coordenador Ricardo Garcia que traz a história do ateliê de criação e da produção de música experimental e arte sonora. É lá que os músicos nos aproximam da trajetória pela música experimental e dos projetos que levam em paralelo ao grupo.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o quarteto traz um pouco mais das das dinâmicas dos elementos, das camadas e das influências sonoras e musicais que gostam de experimentar durante o processo criativo do quarteto.

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  • Ludere

    Ludere13/11/2016

    No Alto da Lapa, em São Paulo, encontramos com o pianista Philippe Baden Powell e com o trompetista Rubinho Alves. Os músicos que se conheceram na França, em 2011, contam do duo que formaram por lá para tocar em clubes de jazz e festivais.

    Durante um passeio por uma feira livre de alimentos em São Paulo, os músicos trazem um pouco mais da temporada na Europa, da educação musical e do que trouxeram de experiências e vivências para consolidar o quarteto Ludere, quando voltaram ao Brasil.

    No Instituto de Artes da Unicamp, em Campinas, os músicos do quarteto nos aproximam do primeiro contato com a música. O pianista Philippe, nasceu em Paris e teve junto do seu pai, o compositor e violonista Baden Powell, as primeiras aulas.

    O trompetista Rubinho, iniciou na flauta em uma banda de concerto antes de partir para o trompete. O baterista Daniel de Paula vem de uma família de músicos e o contrabaixista Bruno Barbosa, se juntou à banda dos irmãos e primos assim que ganhou o seu primeiro contrabaixo.

    Já o quarteto começou a tocar em 2015, quando se reuniram durante 30 dias para fazer uma série de shows no Brasil. Ao final da turnê, o grupo registrou em estúdio sete composições que foram gravadas em apenas um dia.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o grupo nos aproxima um pouco mais da turnê, do reencontro e das conversas inspiradoras quando estão na estrada. Lado a lado, os músicos falam da inspiração e das adaptações que propõem ao compor as suas músicas.

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  • Araticum

    Araticum06/11/2016

    Embarcados na “Zeolina”, apelido dado carinhosamente para a Kombi do baixista Vinicius Pereira, seguimos até o teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi, em São Paulo.

    Sob o pé de um araticum plantado no terreno do teatro, o quinteto paulistano nos aproxima de parte da sua história, do encontro, e da formação do grupo.

    Pesquisadores, compositores e multi-instrumentistas se uniram nessa jornada que traz o encontro de culturas e influências musicais do mundo todo.

    Na casa do saxofonista Angelo Ursini, no Sumaré, zona oeste da capital paulista, a sonoridade do quinteto ganha ainda mais força com o sarau que o grupo organiza trazendo outros músicos e convidados como Mario Aphonso III, Theo de Barros, dentre outros.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da cultura e sonoridade oriental que marcaram o primeiro disco, além das influências e dos elementos jazzísticos e cosmopolita que dão o tom ao repertório do último trabalho do grupo.

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  • Lorenzo Surfer Joe & The Dead Rocks

    Lorenzo Surfer Joe & The Dead Rocks30/10/2016

    O Passagem de Som recebe em São Paulo um dos maiores embaixadores da surf music mundial: o guitarrista Lorenzo Surfer Joe.

    O músico nascido na Itália nos aproxima do Surfer Joe Summer Festival que hoje, é considerado o maior festival de surf music do mundo.

    Convidado pela banda brasileira “The Dead Rocks” para uma turnê pelo Brasil, acompanhamos o músico que participa do programa de rádio “Surf Reporter”, apresentado pelo DJ Leopoldo Mocotó.

    Já no bairro Bom Retiro, região central de São Paulo, o músico e guitarrista fala um pouco mais da história do surf music da Califórnia dos anos 90.

    No Belenzinho, encontramos com o guitarrista Aladdin, para contar um pouco mais sobre “The Jordans”, a banda paulistana de rock instrumental que surgiu na virada dos anos 1950 para 1960.

    O grupo fez sua primeira aparição na Tv em 1958 e ainda mantém a sua formação original e hoje, são considerados os pais da surf music instrumental brasileira.

    Juntos, os músicos falam das principais influências dos anos 1960 e das aventuras que marcaram a banda durante a primeira turnê pela Europa, além do lendário encontro com os The Beatles, registrado em uma câmera super-8.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Lorenzo Surfer Joe e os músicos do "The Dead Rocks" trazem um pouco mais da relação e das parcerias que mantiveram após o primeiro contato durante o festival na Itália, com as músicas que apresentam no palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Bola Preta

    Bola Preta23/10/2016

    Na Lapa, extremo oeste e reduto do choro e do samba paulistano, parte do grupo se reúne no Tendal da Lapa, para relembrar a época de apresentações gratuitas que faziam naquele local.

    Conhecido grupo de choro, o Bola Preta foi fundado na década de 1980, se moldou ao longo do tempo e hoje, contam com oito integrantes.

    Seguindo até o Itaim Bibi, vamos de encontro ao violonista Ruy Weber, um dos fundadores e arranjadores do grupo, que nos traz um pouco mais do universo do choro.

    É lá que encontramos também com Ilo Krugli, argentino radicado no Brasil do lendário Ventoforte, grupo de teatro que nasceu no Rio de Janeiro nos anos 1970 que aportou em São Paulo na década de 80.

    Reunidos sobre o palco do tetro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação do grupo que, depois de 30 anos de encontros e diversas parcerias, lançou em 2016 o seu primeiro álbum.

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  • Arismar do Espírito Santo

    Arismar do Espírito Santo16/10/2016

    A música como "irmã da pintura" numa relação entre ritmo e melodia. É nessa esfera que nos aproximamos de parte da trajetória do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo.

    Na praça do Pôr do Sol, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, seguimos com o músico para experimentar uma nova forma de expressão artística: a aquarela.

    Na companhia do amigo e artista plástico Rubens Matuck, Arismar experimenta formas, tons e até mesmo o silêncio de uma tela, que numa partitura musical poderia ser comparado com a pausa.

    O músico que já lançou diversos trabalhos autorais iniciou a carreira na década de 1970, com participações em shows e gravações de grandes nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, dentre tantos outros.

    Para mostrar o seu lado escritor, vamos até o Itaim Paulista, onde somos convidados para um sarau literário, mais precisamente de um “slam”, uma batalha de poetas.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala da ideia do disco “Roda Gingante” (2015), que comemora os 40 anos da sua trajetória musical.

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  • Marco Nalesso e A Fundação

    Marco Nalesso e A Fundação09/10/2016

    Após uma partida de futebol de quadra seguimos até a casa-sede dos integrantes da banda Marco Nalesso e a Fundação, na Vila Mariana, zona sul de São. Vivendo em uma verdadeira comunidade, os artistas que vieram do ABC paulista formam também o Coletivo Marte.

    De conversa solta e panela sobre o fogão, o coletivo que agrega diversas manifestações artísticas como música, poesia, performances, fotografia, entre outras, prepara um macarrão ao molho sugo enquanto nos aproximam do objetivo do grupo.

    Em Boiçucanga, litoral norte de São Paulo, seguimos por uma trilha com os músicos que trazem um pouco da história do álbum “Seuva" (2015). Se a música é o meio para a felicidade, a espiritualidade e a vivência diária desse coletivo sonhado entre amigos segue como pano de fundo no trabalho desses artistas que nos aproximam da força e da magia da natureza.

    De volta ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco da formação e do primeiro contato com a música. Com diversas influências, o individual e a liberdade são acolhidos para formar a unidade dessa grande Fundação.

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  • Kaoll

    Kaoll02/10/2016

    Direto de um estúdio em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, os músicos da Kaoll nos aproximam um pouco mais da veia estradeira que compõe a banda com seus temas e arranjos recheados de rock e do improviso do jazz.

    Com uma pegada setentista e já com três álbuns lançados, os músicos falam um pouco mais de “ODD” - último álbum da banda que traz diversas colaborações como a do músico Paulo Garfunkel e João Parahyba.

    Sobre os trilhos do rock progressivo à cultura regional brasileira seguimos até Paranapiacaba (SP), local que traz um pouco do imaginário criativo da banda que também se desafiou a fazer uma releitura de clássicos da inglesa Pink Floyd.

    Nessa releitura, Kaoll propõe arranjos repletos de jazz e música brasileira, mas sem abandonar a veia progressiva e psicodélica.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação da banda, da escolha do repertório e dos arranjos que trouxeram ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Gabriel Sater

    Gabriel Sater25/09/2016

    Em Mairiporã, São Paulo, acompanhamos o violonista e compositor Gabriel Sater durante uma breve cavalgada. Em um momento de autorreflexão e de inspiração, o músico nos aproxima de parte da sua trajetória e conta como esses passeios refletem nas suas composições.

    O músico que nasceu em São Paulo, foi criado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e, aos 15 anos, morou durante um ano em Nova York. Sempre em contato com a natureza, Gabriel iniciou os estudos musicais apenas aos 19 anos, sob a influência do maestro Cristiano Kotlinski, e do seu pai, Almir Sater.

    Com três álbuns gravados, sendo o primeiro apenas com músicas instrumentais, foi somente a partir de 2007 que o violonista incorporou um repertório de canções. A paisagem pantaneira, as cavalgadas e a música de fronteira seguem como as maiores fontes de inspiração para o músico.

    Na Vila Mariana, em São Paulo, o músico vai até a casa da atriz e dramaturga Anna Toledo. Em 2014, o músico estreou como ator na novela “Meu Pedacinho de Chão”. Em 2015, protagonizou o personagem Darcy no musical “Nuvem de Lágrimas”, escrito pela dramaturga com canções de Chitãozinho e Xororó.

    De lá, Gabriel segue com a atriz até o Centro Cultural Banco do Brasil, no centro de São Paulo. Nos bastidores do musical “Chet Baker, Apenas um Sopro”, a atriz contracena com o músico e ator Paulo Miklos, trazendo à cena uma história livremente inspirada na vida do jazzista norte-americano.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Gabriel fala da descoberta pelo violão brasileiro, das suas grandes influências como Paco de Lucía, Garoto, Yamandu Costa, João Pernambuco, Raphael Rabello, dentre tantos outros mestres da música instrumental e da música de fronteira.

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  • Robertinho Silva

    Robertinho Silva18/09/2016

    No bairro da Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo, seguimos na companhia do baterista e percussionista até um ferro-velho. Entre as milhares de quinquilharias, o músico segue em busca da sonoridade e harmonia que pode extrair de cada uma das peças que encontra.

    Entre batucadas e recordações, o músico lembra de uma das suas primeiras idas ao cinema, quando se deparou pela primeira vez com uma bateria americana repleta de caixas e pratos.

    Nascido em 1942, no Rio de Janeiro, Robertinho foi criado no Realengo, subúrbio carioca. Aprendeu os primeiros ritmos na mesa de casa, quando se juntava na companhia dos irmãos para batucar antes do jantar.

    Autodidata, o encontro com o instrumento veio quando seus pais hospedaram um soldado que trazia na bagagem uma bateria. À época, estourava a bossa nova no rádio. A novidade logo se espalhou e com ela três grandes mestres se revelariam ao músico: Milton Banana, Edison Machado e Dom Um Romão.

    Aos 15 anos já trabalhava como baterista profissional e completou 60 anos de carreira em 2016. Foi considerado o baterista oficial do Clube da Esquina, fazendo parte do grupo Som Imaginário.

    Já tocou e gravou com grandes nomes da música como Tom Jobim, Dori Caymmi, João Donato, Milton Nascimento, Sara Vaughan e George Benson, dentre tantos outros.

    Com uma proposta de liberdade para a música, seguimos até o estúdio do percussionista Ari Colares. No bairro de Perdizes, os músicos trazem um pouco dessa mistura sonora que ganha força e ritmo, em meio aos instrumentos percussivos.

    O Duo Instrumental é formado pelo guitarrista Giliade Lima e pelo violonista Gilson Oliveira. Juntos desde 2009, os músicos já se reuniram com Arismar do Espírito Santo, Pascoal Meirelles, Nelson Faria e Robertinho Silva, entre outros.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Robertinho está rodeado de instrumentos percussivos, deixando a bateria “em segundo plano.” Depois de apresentar os instrumentos, os músicos trazem um pouco do repertório com o melhor da música regional brasileira, bossa nova, samba, além do jazz e do blues.

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  • Mental Abstrato

    Mental Abstrato11/09/2016

    Na companhia dos músicos do Mental Abstrato seguimos até o espaço cultural Casa Brasilis, zona oeste de São Paulo. No local que abriga uma gravadora, uma escola de música e uma loja de discos, somos apresentados ao "Beat Brasilis", evento semanal que reúne músicos e DJs que são desafiados para samplear e gravar uma mesma faixa durante o encontro.

    A banda Mental Abstrato foi fundada em 2005 pelos beatmakers Omig One e Calmão Tranquis. Anos depois, se juntaria ainda ao grupo o baixista Guimas Bass para formar o trio que utiliza técnicas como o sample, compondo uma rica mistura entre o rap e o jazz.

    Na Mooca, bairro da zona leste de São Paulo, seguimos até o Casarão do Vinil, um projeto cultural sediado em uma casa dos anos 1940 para divulgar a cultura do vinil. É lá que os músicos nascidos na zona leste e norte da metrópole nos aproximam das principais influências que trouxeram ao grupo.

    Já sobre o palco do Instrumental Sesc Brasil, referências e músicos convidados dão corpo e forma aos arranjos e ao som da banda. Durante os shows, a participação dos músicos ao vivo deixa o sample - utilizado nos estúdios e nas composições - em segundo plano para valorizar e vibrar o som natural.

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  • Gestos Sonoros

    Gestos Sonoros04/09/2016

    Na companhia dos integrantes do Gestos Sonoros, seguimos até Embú das Artes, na grande São Paulo. No Largo dos Jesuítas, visitamos uma das principais feiras que já teve como tradição receber artistas do mundo todo, servindo de palco para saraus e apresentações.

    Gestos Sonoros é um octeto de improvisação com regência. Começou apenas com instrumentos de percussão e atualmente já conta com guitarras, baixo e metais. Em 2015, o grupo lançou o seu primeiro disco. Durante o processo de gravação os músicos registraram, ao vivo, 59 improvisações regidas, das quais 12 foram escolhidas para entrar no álbum homônimo.

    Manoel Trindade, um dos percussionistas do grupo, é bisneto do poeta e artista plástico pernambucano Solano Trindade, um dos fundadores do Teatro Popular Brasileiro e divulgador da cultura afro-brasileira.

    No Centro Cultural do Mestre Assis, em Embú das Artes, os percussionistas revisitam o trabalho de Solano e os ecos do seu trabalho na cultura popular. Já em meio aos artistas da feira, os músicos falam das sonoridade e dos timbres que o grupo busca. No Teatro Popular Solano Trindade, acompanhamos o ensaio do grupo local que canta e toca os versos do artista pernambucano.

    De volta a São Paulo, acompanhamos Bruno Duarte, fundador do Gestos Sonoros e Pedro Michelucci, um dos percussionistas da banda, que ministram uma oficina de percussão e musicoterapia para alunos deficientes auditivos.

    No palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Bruno fala da regência da banda. Com gestos musicais e outros inventados, os músicos trazem um pouco da dinâmica de palco, da arte de improvisar, em "um trabalho bastante libertador".

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  • Manoel Cordeiro

    Manoel Cordeiro28/08/2016

    Na companhia da cantora Fafá de Belém o guitarrista, compositor e produtor Manoel Cordeiro traz um pouco desse encontro que celebra a amizade e a cultura paraense.

    Entre memórias e muitas risadas, eles falam do álbum “Do Tamanho Certo Para o Meu Sorriso”(2015), produzido entre pai e filho, por Manoel Cordeiro e Felipe Cordeiro.

    O disco também marca os 40 anos de carreira da cantora e traz um repertório repleto de canções clássicas e inéditas da música paraense.

    Ainda na cidade de São Paulo, seguimos até o Centro Cultural b_arco, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. A família que mantém o local que promove atividades artísticas, cursos e palestras também vem do Pará.

    Juntos, eles falam da conexão da cultura trazida do norte do país, do caboclo ribeirinho, antes de se complementar aos projetos e referências culturais da metrópole.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Manoel Cordeiro nos aproxima da sua trajetória na música que começou em Macapá (AP), antes de seguir para o carimbó, no Pará.

    De lá pra cá o músico integrou diversas parcerias com músicos como Fernando Mendes, Arnaldo Antunes, Vital Lima, Zeca Baleiro, entre outros. Hoje, diz que o seu ofício é como guitarrista na banda do seu filho, o guitarrista e compositor Felipe Cordeiro.

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  • Violeta de Outono

    Violeta de Outono21/08/2016

    Para relembrar as paisagens que influenciaram a sonoridade da banda que começou na década de 1980, seguimos com a formação atual de Violeta de Outono até o Observatório da Universidade de São Paulo.

    Entre o nascimento do sistema solar e sob a influência do rock progressivo ao rock psicodélico, os músicos relembram da composição de “Dia Eterno”, com videoclipe gravado em 1987, no Observatório do Rio de Janeiro.

    Originalmente, a banda nasceu como um trio formada por Angelo Pastorello, Claudio Souza e Fabio Golfetti. Trazia na época um conceito estético bem definido aliando uma linguagem do cinema, da natureza e da astronomia juntamente com o subjetivo do espacial para levar os ouvintes até outras dimensões.

    O músico Fabio Golfeti é o único remanescente da formação original. Desde 2005, ele está ao lado dos atuais integrantes de Violeta de Outono, músicos que também viveram o "boom" do rock brasileiro nos anos 80.

    No Parque da Aclimação, em São Paulo, Fabio encontra com Denise Fernandes, uma psicóloga que já estudou astrologia com especialização em psicossomática. Juntos eles falam sobre esoterismo, música e da experiência com o “I Ching” ou “Livro das Mutações”, um importante aliado para a banda durante o processo de composição.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais das influências de diversos guitarristas e da base hipnótica executada "quase como um mantra", para que os outros instrumentos possam se libertar e construir novas camadas.

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  • Chico Willcox

    Chico Willcox14/08/2016

    Para relembrar dos passeios que o baixista, compositor e arranjador Chico Willcox fazia na companhia do pai, seguimos até o Kartódromo Aldeia da Serra, em Barueri, São Paulo. Antes de completar as primeiras voltas, o músico nos aproxima da sua história que começou em um ambiente familiar repleto de músicos.

    Filho de Paulo Cezar Willcox, pianista, vibrafonista, arranjador e regente em discos antológicos como “Cigarra” de Simone, e “Objeto Direto” de Belchior, o músico aprendeu o gosto pela velocidade na companhia do pai, que também escreveu arranjos para as versões brasileiras de “Hair” (1969) e “Jesus Cristo Superstar” (1972), além de ser produtor da gravadora Odeon no final da década de 1970.

    Já Chico Willcox formou-se como baixista, compositor e arranjador. Suas influências giram em torno do jazz, do fusion, do funk e da música brasileira, dividindo parte da sua trajetória ao lado de grandes nomes como Bocato, João Donato, Guilherme Arantes, Toquinho, entre outros.

    Na chácara da família Willcox, seguimos até o estúdio utilizado pelo músico para compôr e gravar o seu trabalho. Na companhia da sua mãe, a cantora Sonia Willcox, nos aproximamos ainda mais desse ambiente que traz muitos músicos reunidos em única família.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Chico fala do repertório composto junto do seu quarteto. Ao lado de músicos talentosos, as composições trazidas ao palco do Insturmental Sesc Brasil foram escritas por todos eles sob a influência do jazz, do rock e do fusion.

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  • Benjamim Taubkin e Ivan Vilela

    Benjamim Taubkin e Ivan Vilela07/08/2016

    Buscar, buscar, buscar onde está a abertura, o respiro e sem deixar cair na rotina. É neste ritmo que seguimos com a música e a poesia do encontro entre o pianista Benjamim Taubkin e o violeiro Ivan Vilela.

    Ao entrar na casa e no estúdio do pianista Benjamim Taubkin, seguimos diretamente à cozinha, para passar o café e deixar que a conversa siga fácil e nos conte um pouco mais do encontro desses dois grandes músicos.

    Compositor, arranjador, pesquisador e instrumentista, o mineiro Ivan Vilela traz em suas pesquisas o universo da Cultura Popular e da Música Popular Brasileira. O músico atua também como professor na Escola de Comunicação e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

    Já Benjamim Taubkin é instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical que já assinou mais de 130 discos e dirigiu cerca de 500 concertos. O músico apresenta-se com frequência em festivais de jazz e música brasileira ao redor do mundo, seguindo também como um dos mais requisitados para curadoria e seleção de concursos musicais.

    Na Livraria Zaccara, em Perdizes, os músicos falam da importância da literatura em seus trabalhos, do universo da informação e da experiência adquirida ao longo dos anos que vai da noite para os palcos, do palco para a sala de aula, da música étnica ao processo criativo.

    Desse encontro “de alma e de cabeças”, seguimos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. É lá onde os músicos falam das longas conversas que tiveram ao montar o projeto, dos ensaios, dos temas e das influências que trazem ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Iconili

    Iconili31/07/2016

    Estamos no Vale do Anhangabaú, no centro da cidade de São Paulo. Lá, seguimos com os 12 integrantes do Icolini para encontrar com o Ilú Obá De Mim, um coletivo paulistano de tambores e corpo de baile, que traz uma formação exclusiva de mulheres.

    Entre batucadas e conversas, o grupo segue num diálogo em meio a desconstrução dos estereótipos africanos, trazendo um pouco da impressão daquele continente, bem como das principais referências da banda.

    De lá, seguimos até a exposição “AquiÁfrica”, também no centro da cidade. A pesquisa do Icolini tem como principal referência a música negra, misturando ritmos como o samba, o afrobeat e o jazz.

    O último trabalho do Icolini foi concebido após uma imersão na Serra da Gandarela (MG), que traz um trabalho conceitual e descreve a ancestralidade de um lugar ameaçado pela mineração.

    Depois seguimos com os músicos até o Espaço Cachuera!, onde o grupo encontra com o percussionista Caito Marcondes, músico que já tocou com Naná Vasconcelos, Milton Nascimento, Ná Ozzetti e Hermeto Pascoal.

    Após a conversa sobre ritmos e percussão, vamos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Lá o grupo nos aproxima do processo de criação e da abordagem cênica, que traz a percussão à frente do palco e acobertado pelos instrumentos de sopros mais ao fundo.

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  • Gil Costa

    Gil Costa24/07/2016

    Diretamente da Granja Viana, em Cotia, na grande São Paulo, seguimos com o encontro entre os saxofonistas Gil Costa e Wagner Barbosa, integrante da banda paulistana Reverendo Franklin, que faz uma homenagem a um dos precursores da gospel music e pai da diva do soul Aretha Franklin.

    Ao acompanhar uma tarde de show da banda, os músicos que começaram tocando em igreja, falam de como seguiram na formação e nos estudos até chegar numa trajetória mais profissional.

    Em 2015, o mineiro Gil Costa foi vencedor do XV Prêmio BDMG Instrumental, onde apresentou o repertório do seu primeiro CD intitulado “Ticonino”. Do álbum, três composições foram premiadas: “Noite do dente”, “Mala véia” e “Sossego”.

    Já no bairro Bela Vista, região central de São Paulo, vamos até o canal Fox Sports para conferir um dos programas de futebol ao qual o músico é fã. É lá onde encontramos com os jornalistas Flavio Gomes e Fabio Sormani, que trazem um panorama do que é publicado diariamente no canal.

    Dos estúdios e dos bastidores da Tv, seguimos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Lá, o músico traz um pouco mais do trabalho de composição do disco “Ticonino”, concebido a partir do universo lúdico de seus filhos e da participação dos integrantes da banda, que traz ainda como convidado especial o pianista Fabio Torres.

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  • Diego Sales Quarteto

    Diego Sales Quarteto17/07/2016

    Na calçada da Avenida Paulista, em São Paulo, o Passagem de Som segue de encontro com a música instrumental de Diego Sales Quarteto.

    Com forte influência do jazz e ritmos brasileiros, o grupo leva às ruas da capital paulista o projeto “Sai da Toca”, que surgiu com o interesse de deixar a música dos estúdios e teatros, mais acessível para todas as pessoas.

    O Quarteto formado por uma gaita diatônica, guitarra, baixo e bateria, apresenta temas de Dominguinhos, Sivuca, Hermeto Pascoal, Altamiro Carrilho, Jacob do Bandolim, Wayne Shorter, Freddie Hubbard, Jaco Pastorius.

    No Parque Trianon, seguimos com o encontro de dois gaitistas. Diego Sales e Robson Fernandes - um dos grandes nomes do blues contemporâneo brasileiro - , dá uma aula sobre os sons, efeitos e possibilidades sonoras da gaita.

    Robson começou na gaita diatônica aos 16 anos e traz no som de Chicago e New Orleans a sua principal referência. O músico também explica as diferenças a gaita diatônica e a cromática seguindo é claro, para uma super improvisação ao ar livre.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Diego Sales traz um pouco da formação e das composições do Quarteto, que concentra a gaita para fora dos seus ritmos tradicionais se aproximando mais do rock e do blues.

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  • Los Protones

    Los Protones10/07/2016

    Para conhecer um pouco mais da cidade de São Paulo, o Passagem de Som leva os integrantes da banda peruana de encontro com o guitarrista Juliano Peleteiro (Os Brutus), por um passeio pelo centro da cidade.

    O ponto de partida é a cobertura do edifício Copan, um dos cartões postais de São Paulo. É lá, onde também nos aproximamos da história da banda que mescla elementos do rock psicodélico dos anos 60, da surf music e do garage rock.

    Em lima, no Peru, a banda já lançou quatro discos e o mais recente é um álbum de compilação intitulado “20 monstros”. O disco reúne 20 músicas, incluindo algumas faixas inéditas.

    De lá seguimos até a Galeria do Rock. Na loja de vinil que traz uma variedade de selos independentes, os músicos buscam e se aproximam um pouco mais da produção e da cultura brasileira.

    Na praça Dom José Gaspar, reduto da noite paulistana, seguimos com Los Protones até o palco do Covil do Mandíbula, novo reduto da música independente. A banda peruana divide a noite com a banda paulistana Gasolines, trazendo um pouco mais das suas influências musicais, do repertório e da cena urbana do país de origem.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do começo da banda, quando apresentavam covers que, aos poucos, perderam espaço para a música instrumental com a entrada dos novos integrantes da banda.

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  • Marco Bosco

    Marco Bosco03/07/2016

    Antes mesmo de saber que seria percussionista, Marco Bosco foi comprar a sua primeira bateria assim que recebeu o primeiro salário. Na volta para casa, comprou o disco "Fingers", de Airto Moreira, para servir de inspiração para as suas primeiras aulas. Mas ao colocar o vinil pra tocar, logo percebeu que o seu caminho seria diferente.

    Na companhia do percussionista e compositor Marco Bosco, o Passagem de Som segue até um estúdio em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O encontro é com os cantores Jair Oliveira e Simoninha para relembrar a turnê "Blue Note" que os músicos fizeram realizaram juntos, no Japão.

    O percussionista que já tocou com nomes como Zé Rodrix, Leila Pinheiro, Belchior e Egberto Gismonti, morou durante 30 anos no Japão, onde fez carreira e ganhou o mundo tocando na Ásia, Europa e Estados Unidos. De volta ao Brasil em 2013, lançou o álbum duplo “33”, que comemora seus 33 anos de carreira.

    Parte dessa comemoração é realizada ao lado de 22 artistas que contribuíram ao álbum. Uma delas é a cantora, compositora e pesquisadora Marlui Miranda, que dedica a sua música à cultura indígena brasileira. Pela intimidade com os idiomas indígenas, ela foi convidada para gravar “Kamigami no Uta”, faixa cantada em japonês e presente no disco “33”.

    Da cultura e dos instrumentos indígenas seguimos até o Estúdio Paraná Pompeia, para encontrar com um parceiro de longa data do percussionista: o pianista Paulo Calasans. Os músicos que se conheceram e tocaram juntos pela primeira vez durante a década de 1970, se juntaram novamente para a gravação do álbum “33”.

    Após contar os percalços da vida de artista daquela época e de uma aula de sonoridades e improviso em sua percussão, chegamos até o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Ao lado dos músicos convidados, Bosco traz um pouco mais do álbum que marca mais de três décadas de carreira com 33 faixas de muitas parcerias.

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  • Guanduo

    Guanduo26/06/2016

    Em um passeio pela Sala São Paulo somos convidados a conhecer um pouco mais do potencial do violão brasileiro. O projeto Guanduo vem da amizade e do contato dos violonistas mineiros Juliano Camara e Eduardo Pinheiro.

    Amigos desde a infância em Tiradentes (MG) e admiradores de duos brasileiros, se uniram para tocar o projeto “Violões de Tiradentes”, em 2011.

    Guanduo, surgiu no primeiro ano da faculdade dos músicos, com a proposta de criar um espaço próprio para arranjar e compor, catalisando o trabalho de violonistas mineiros.

    Na sede da Orquestra Sinfônica de São Paulo e um dos melhores espaços para concertos do mundo, os violonistas encontram com o fagotista Romeu Rabelo, que também nasceu em Tiradentes.

    Com os músicos, conhecemos o palco, as estruturas dinâmicas daquele espaço, as salas onde ficam guardados os instrumentos, os espaços de ensaio, tudo com o olhar de músicos que vieram do interior para uma trajetória profissional.

    De lá, seguimos até o Museu de Arte Sacra, em São Paulo, para o encontro com o Duo Siqueira. Formado pela uruguaia Cecília Siqueira e pelo mineiro Fernando Lima, a dupla que vai do clássico ao popular também serve de inspiração para os violonistas.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do repertório pautado no disco, apresentando um quarteto de violão, acompanhados de instrumentos de sopros e percussão.

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  • Rodrigo Nassif Quarteto

    Rodrigo Nassif Quarteto19/06/2016

    No Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, seguimos com Rodrigo Nassif Quarteto para uma imersão das definições, significados e principais conteúdos relacionados ao português do Brasil.

    Na fronteira do jazz com a música gaúcha, o Quarteto de Porto Alegre traz ritmos dos pampas, swing latino e rock. Tudo isso misturado com uma grande paixão e influência da banda: a literatura.

    Na Casa das Rosas, em São Paulo, encontramos com o escritor, quadrinista, dramaturgo e ator Lourenço Mutarelli. Com mais de vinte livros publicados entre peças, quadrinhos e romances, o encontro rende uma boa conversa sobre literatura, filosofia de vida e quadrinhos.

    Para Nassif, muito da sua escrita musical vem da “falta de limite da inspiração dos escritores”. Para Mutarelli, a literatura se enche muitas vezes “do embelezamento do estado do escritor ao ouvir uma boa música, dessa interferência do imaginário escapado do cotidiano com as notas musicais”.

    Gaúcho e vencedor do Prêmio Açoriano de Música em 2009, Rodrigo Nassif vem de uma família de músicos e logo se envolveu no universo artístico através dos gibis. Já a música, veio no colégio, acompanhada de elementos da literatura junto dos autores preferidos.

    Com quatro discos autorais, o músico chegou a vender mais de quatro mil cópias da sua obra. “Todos os dias serão outono”, o primeiro álbum do Quarteto, foi lançado em 2015 e chegou a ser o mais vendido pelo site da Itunes Store, na categoria música instrumental.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação do Quarteto, numa junção orgânica e harmônica, que traz ainda Carlos Ezael no segundo violão, Leandro Schirmer na bateria e percussão e Samuel Cibils no contrabaixo.

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  • Ricardo Silveira

    Ricardo Silveira12/06/2016

    Na companhia do produtor musical Capucho, nos aproximamos de parte da história e da trajetória do guitarrista Ricardo Silveira.

    Numa tradicional padaria da Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, Capucho conta como começou a organizar o Festival Choro Jazz, que acontece todos os anos no Ceará, na praia de Jericoacoara.

    Em 2013, a convite de Capucho, Ricardo Silveira se apresentou ao lado de João Bosco pela primeira vez naquele festival. Em 2014, voltou ao festival para lançar o seu primeiro álbum que trazia suas músicas autorais.

    O guitarrista que já tocou com grandes nomes da música nacional e internacional como Elis Regina e o flautista Herbie Mann, pioneiro na fusão do jazz com world music, hoje se dedica à suas próprias composições.

    Já na Vila Leopoldina, em São Paulo, Silveira encontra com o pianista Ari Borger. Especialista em Hammond B3, órgão que fez muito sucesso nos anos 1960, os músicos caem no blues e seguem de improviso numa jam session pra lá de animada.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o guitarrista traz um pouco mais do repertório e da composição que trouxe ao lado dos músicos convidados para compor o palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Alexandre Andrés

    Alexandre Andrés05/06/2016

    Durante uma tarde em um estúdio no bairro de Perdizes, na zona oeste de São Paulo, encontramos com o flautista, violonista e compositor mineiro Alexandres Andrés. Vencedor do XV Prêmio BDMG Instrumental de 2015, o jovem músico nos aproxima de parte da sua trajetória.

    Filho de concertistas, o compositor começou logo cedo e aos 15 anos de idade compôs as suas primeiras músicas. Ainda que estivesse bastante ligado com as canções, Alexandre despertou para os temas instrumentais após vencer pela primeira vez, em 2009, o Prêmio no BDMG Instrumental.

    Ainda no estúdio, encontramos com o documentarista norte-americano David Reeks que, junto da esposa e educadora Renata Meirelles, idealizaram o filme "Território do Brincar". A trilha sonora foi assinada pelo pai de Alexandre, Artur Andrés, flautista do grupo mineiro Uakti.

    No Horto Florestal de São Paulo, seguimos com o flautista para um encontro com o pianista André Mehmari. Os músicos relembram do primeiro encontro em 2008, quando gravaram "Águaluz", o primeiro álbum do músico mineiro. Com "Macaxera Fields" e "Olhe bem as montanhas", já são três álbuns gravados, além de um novo EP que o músico prepara para lançar.

    No palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o flautista e compositor traz um pouco do repertório que trouxe ao Instrumental Sesc Brasil. Com um apanhado das composições mais recentes, músicos e convidados falam da identidade e da originalidade presente no trabalho de Alexandre Andrés.

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  • Chico Oliveira

    Chico Oliveira29/05/2016

    No estúdio em São Paulo nos aproximamos da história do trompetista Chico Oliveira. O músico que partiu da influência do vinil e do cinema, teve Louis Armstrong como a sua primeira fonte de inspiração.

    Chico Oliveira já gravou com inúmeros músicos como Alcione, Elba Ramalho, Jorge Ben, entre outros. Também fez parte durante 16 anos do “Sexteto do Jô”, apresentando diariamente na televisão.

    Em 2014, lançou o trabalho “Duô”, em parceria com o violonista Diego Figueiredo, músico premiado duas vezes no Festival de Jazz de Montreux. Gravado praticamente ao vivo e sem ensaios, o álbum traz releituras de grandes compositores como Cartola, Dizzy Gillespie, Ary Barroso e Tom Jobim.

    Para animar a tarde ao som de bossa nova, o músico encontra com a cantora francesa Cyrille Aimée e com o violonista Diego Figueiredo. Juntos, eles falam do gênero que marcou a música brasileira e improvisam “Água de Beber”, obra de Vinícius de Moraes e Tom Jobim.

    De lá, seguimos de carona com o músico até São José dos Campos, no interior de São Paulo, para conhecer um pouco mais do projeto "Casa do Jazz". Em ambiente descontraído, encontramos com o saxofonista Leo Gandelman, que além de arranjador e compositor, já fez inúmeras parcerias com Egberto Gismonti, Toninho Horta, Wagner Tiso, Chuco Valdés, entre outros.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Diego Figueiredo e Chico Oliveira trazem um pouco mais da parceria e da formação inusitada entre trompete e violão, e falam do repertório que apresentam junto da banda no palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Oswaldinho do Acordeon

    Oswaldinho do Acordeon22/05/2016

    Nascido carioca, filho de baiano com alagoana, Oswaldinho do Acordeon começou mesmo na zambumba, mas foi aos poucos, tomando emprestada a sanfona do irmão que o músico arriscou as primeiras notas na sanfona.

    Filho de Pedro Sertanejo, foi em São Paulo que Oswaldinho ganhou maior impulso pelo instrumento quando o pai, proprietário da primeira casa de forró na capital paulistana, expandiu o negócio e fundou a gravadora Cantagalo, por onde passaram músicos como Jackson do Pandeiro, Dominguinhos e tantos outros.

    E para lembrar parte dessa história, seguimos até Guarulhos, na grande São Paulo, para encontrar com o músico Castanheiro, braço direito do pai de Oswaldinho e grande parceiro nas suas primeiras apresentações como sanfoneiro.

    A tarde é marcada com outra presença ilustre, com a cantora e compositora Anastácia. Ela relembra da presença dos músicos em vários de seus trabalhos. Anastácia foi esposa de Dominguinhos, com quem compôs o clássico do forró "Eu só quero um xodó".

    Foi também na Cantagalo que Oswaldinho gravou o seu primeiro disco, aos oito anos de idade. Hoje, já tem mais de 20 álbuns gravados e tocou ao lado de grandes nomes da MPB como Elba Ramalho, Caetano Veloso, Jackson do Pandeiro, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão, entre outros.

    Na cidade de Jaú, em São Paulo, encontramos com o professor italiano Dante D´Alonzo que depois do pai, foi para Oswaldinho o seu segundo grande mestre. As aulas com Dante começaram em São Paulo, em 1976, quando o acordeonista iniciou os estudos na música clássica e nunca mais parou de se aperfeiçoar.

    Ao misturar, ritmar e adaptar temas eruditos para o forró, ganhou o mundo com os primeiros convites para tocar em festivais internacionais de música, que inserem o músico como um dos maiores acordeonistas do mundo na atualidade.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico divide a cena ao lado de grandes músicos. É lá que Oswaldinho fala da zabumba como grande fonte de inspiração, ao lado da mistura e das influências com guitarras, contrabaixo e a sanfona com pedal, mistura que um dia foi considerada como uma ousadia à época em que começou a compôr.

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  • Fred Selva

    Fred Selva15/05/2016

    Uma visita “surpresa" de um encontro “inusitado" traz à cena o músico mineiro Fred Selva junto dos atores da Cia Barbixas de Humor, na sede da Pia Fraus, em São Paulo.

    Em um diálogo sobre música e dramaturgia, o compositor, vibrafonista e filho de palhaço, relembra do palhaço que ganhou vida durante a sua infância e da construção da improvisação numa linha de criação.

    Já em um estúdio no bairro Sumaré, na zona oeste de São Paulo, encontramos com o músico e sound designer Celio Barros, para falar da relação das frequências sonoras e seus efeitos no cérebro.

    Juntos, os músicos trazem um pouco mais das suas experiências e mesmo sem nunca ter tocado antes, vibrafone e trompetista arriscam uma improvisação livre e bastante afinada.

    Fred Selva foi um dos vencedores do XV Prêmio BFMG Insutrmental. Além do seu projeto solo, faz parte de um grupo de improvisação instrumental e cênica chamado “O Vitelo C”.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Fred traz um pouco da sua formação e da escolha pelo instrumento. Ao lado dos músicos convidados para o palco do Instrumental Sesc Brasil, eles falam do caminho da improvisação em cima das composições e dos temas do compositor.

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  • Bora Barão

    Bora Barão08/05/2016

    Para contar a história e a formação da banda, os músicos irão preparar uma empanada, receita tradicional argentina mas com um toque bem abrasileirado.

    O encontro da banda nasceu após o convite para um festival de música Latino Americana, na Argentina. Foi naquele momento que a banda se formou e montou um repertório de música autoral.

    Entre os temperos e o ensaio a banda segue para o centro histórico de Santos, litoral de São Paulo. No museu do café, a banda se aproxima da história desse ingrediente fundamental para reunir e motivar as composições da banda.

    O disco “Baile”, lançado em 2014 é o primeiro da banda composta por piano e sopros que se juntam ao violão, cavaquinho e percussões, formando um som dançante e diversificado.

    De volta ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem o choro como uma das principais referências de base, que flerta com tantos outros ritmos leves e alegres da música instrumental brasileira.

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  • Caçapa

    Caçapa01/05/2016

    No Centro Cultural São Paulo seguimos com o violeiro e guitarrista Caçapa. É lá onde está a discoteca Oneyda Alvarenga, que foi criada em 1935, pelo escritor Mário de Andrade.

    Com mais de 73 mil discos, 62 mil partituras e 10 mil livros, o espaço traz as obras mais importantes da música popular brasileira.

    Em meio ao acervo, buscamos pelas principais referências de Caçapa que é compositor, arranjador e produtor musical pernambucano. Entre as referências, está o registro da viola de Zé da Luz.

    Seu disco “Elefantes Na Rua Nova” aborda gêneros e ritmos nordestinos como o baião, o coco e o rojão. O músico já tocou com Siba, Nação Zumbi, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, entre outros.

    De lá, seguimos até o Centro de Tradições Nordestinas, no bairro do Limão, em São Paulo. Junto dos repentistas Sebastião Marinho e Luzivan Matias, nos aproximamos da cantoria e da viola do Nordeste.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico traz um pouco mais das referências que vão de Bach ao Tom Zé, além dos diversos ritmos e tradições da cultura nordestina.

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  • Tuto Ferraz

    Tuto Ferraz24/04/2016

    No estúdio localizado no Sumarezinho, bairro da zona oeste de São Paulo, nos aproximamos da história do baterista e compositor Tuto Ferraz.

    Amante da fotografia e da música, sonhou desde muito cedo em tocar bateria mas, foi ao violão que começou a construir a sua trajetória musical.

    Ainda jovem foi estudar na Musicians Institute, na Califórnia, quando passou a se dedicar exclusivamente à bateria.

    No currículo, já acumula grandes nomes da música brasileira tocando ao lado de Claudio Zoli, Max de Castro, Jair Oliveira e Seu Jorge.

    Também é fundador do Grooveria, um coletivo musical que, com influência do soul, jazz e funk, produz versões dançantes de clássicos da MPB.

    Em 2013, lançou “Funky Jazz Machine”, seu primeiro álbum de músicas autorais, com ritmos e melodias inspirados no jazz dos anos 50 e 60.

    Na praia do Cambury, em São Sebastião, seguimos com o baterista para pegar uma onda e visitar uma fábrica de prancha no litoral norte de São Paulo.

    No teatro Anchieta, no Sesc Consolação, seguimos com o baterista ao lado dos músicos da banda, para falar um pouco mais dessa parceria e das influências que trazem ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • José Luiz Martins Trio

    José Luiz Martins Trio17/04/2016

    O encontro do Trio veio da noite paulistana. Após vários encontros e, ao perceber a afinidade e principalmente o gosto musical, os músicos resolveram firmar-se como um trio.

    O pianista que encabeça o grupo, finalizou através de um financiamento coletivo o disco “Amanhã”, com composições que mesclam influências dos mais diversos gêneros musicais.

    Na sede da Borandá, em São Paulo, o Trio encontra com a produtora cultural Gisella Gonçalves, diretora de um selo musical que já lançou Ná Ozzetti, Toninho Ferragutti e Mário Adnet, entre outros.

    Juntos, eles traçam uma conversa sobre a atual indústria fonográfica e a busca por novos espaços para a música instrumental brasileira.

    De lá, seguimos com o Trio para a sede do Showlivre, um canal de música na internet criado em 2001. Somente em 2014, a música brasileira comercializada na internet gerou vendas acima de R$ 215 milhões ao ano.

    De artistas consagrados a bandas independentes, o idealizador e diretor do Showlivre Walter Abreu troca uma ideia com os músicos acerca dos espaços criados para a música brasileira.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco da composição, da criação e da interação entre os músicos e os temas trazidos ao palco.

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  • Lamber Vision

    Lamber Vision10/04/2016

    Após gravar e mostrar alguns temas para os amigos, o baterista Samuel Fraga deu início a banda Lamber Vision, em 2006.

    Mas o som só tomou forma depois que o baterista passou uma temporada na Europa, onde descobriu a música turca e o krautrock, vertente experimental do rock alemão.

    O disco de estreia veio em 2014. Gravado ao vivo no Estúdio Navegantes, em São Paulo, o álbum homônimo conta com nove temas conectados a áurea setecentista acrescidos da experiência de cada um dos integrantes.

    Na companhia do baterista, seguimos até o Puxadinho da Praça, espaço da cena alternativa da música autoral de São Paulo, espaço que serviu de palco para os ensaios e para o primeiro show do grupo.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da formação dos integrantes e da linha melódica e rítmica do repertório que a banda traz ao Instrumental Sesc Brasil.

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  • Bocato

    Bocato03/04/2016

    De improviso na rua para os estudos na madrugada, seguimos com o trombonista Bocato. Na rua, o músico dá o máximo do seu instrumento e, em casa, o som sai baixinho, abafado por um punhado de jornais e sacola plástica.

    No bairro do Butantã, em São Paulo, seguimos até a casa do músico que já tocou com grandes nomes da MPB como Elis Regina, Ney Matogrosso e Itamar Assumpção.

    Atualmente o artista busca uma interação com músicos da nova geração seguido por uma vontade de trocar experiências e facilitar a abertura de novos espaços para esses jovens músicos.

    Um dos projetos que desempenha é o Jazz na Kombi, onde toca junto dos músicos do Chaiss na Mala, no Festival Iquititim que acontece todos os meses na cidade de São Paulo.

    Filho de um violeiro caipira de São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, o músico conta que quando percebeu já havia virado trombonista. Tocava junto com outras crianças da vizinhança quando dividiam o mesmo instrumento para poder estudar.

    Para falar de crítica musical seguimos até o bairro do Limão. Na redação do jornal Estadão, encontramos com o jornalista Julio Maria, repórter que escreve há mais de 15 anos sobre o universo musical.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do repertório trazido para o Instrumental Sesc Brasil, além da influência de músicos como Wayne Shorter e da personalidade de cada músico trazido para o universo do jazz.

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  • Jaques Morelenbaum

    Jaques Morelenbaum27/03/2016

    A relação entre a música e a degustação de vinho é um bom começo para falar da trajetória do violoncelista Jaques Morelenbaum. No Ciclo das Vinhas, no bairro Paraíso, em São Paulo, vamos de encontro com a enóloga Alexandra Corvo, para uma degustação pra lá de profissional.

    Nascido no Rio de Janeiro, Jo violoncelista é filho de um maestro com uma professora de piano. Criado num ambiente clássico, o músico fez um caminho diferente ao da família e ingressou, em 1972, para o grupo de rock progressivo A Barca do Sol (RJ).

    De lá pra cá colaborou nas gravações de quase 700 discos, mais de 2 mil shows em quase 50 países. Com uma extensa carreira, o músico já tocou ao lado de Tom Jobim e num desses encontros, foi convidado pelo músico britânico Sting, para gravar o show ao vivo “All this Time”.

    No bairro Santa Cecília, em São Paulo, vamos até a casa da jornalista Patrícia Palumbo, para distinguir as notas das uvas de um vinho da mesma região francesa, produzidos em diferentes vinícolas.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do Cello Samba Trio, o encontro de Jaques Morelenbaum no violoncelo, Lula Galvão no violão e Rafael Barata na bateria. Com o disco “Saudade do Futuro / Futuro da Saudade”, os músicos revela quais são as principais influências do grupo.

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  • Cordal

    Cordal20/03/2016

    Do encontro de João Paulo Amaral e Almir Cortês surgiu o projeto Cordal, que promove a união de diferentes instrumentos de corda. Entre eles estão a viola caipira, o violão, o bandolim e a guitarra.

    Além de talentosos instrumentistas, os músicos são também pesquisadores. Em seu mestrado, João Paulo se debruçou sobre o universo do violeiro Tião Carreiro. Já Almir Cortês é mestre e doutor em pesquisas sobre Jacob do Bandolim e a improvisação na música brasileira.

    Na Galeria Estação, em São Paulo, vamos conferir as esculturas de José Bezerra, junto da pesquisadora e produtora musical Myriam Taubkin, criadora dos projetos “Memória Brasileira”, “Violões do Brasil” e “Violeiros do Brasil”.

    Em Cis Guanabara, região de Campinas (SP), acompanhamos uma tarde de ensaio com a Orquestra Filarmônica de Violas, que traz um grupo de músicos da região com a concepção de orquestra de Ivan Vilela.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da combinação do bandolim com a viola, das referências musicais e da formação bastante eclética que os músicos trazem para o palco.

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  • Quartabê

    Quartabê13/03/2016

    No estúdio Comep, em São Paulo, acompanhamos o processo de gravação da banda que interpreta temas do compositor pernambucano Moacir Santos.

    A Quartabê é uma derivação de uma banda do Arrigo Barnabé, que juntou vários músicos para produzir uma nova versão do Claras e Crocodilos.

    Tempos depois, a banda que era formada por mulheres nasceu de uma encomenda para o Festival Moacir Santos (RJ), em 2014. O convite era direcionado "às meninas que tocavam com o Arrigo”.

    A partir daí, também se juntou ao quarteto o pianista Rafael Montorfano. Formado o quinteto, o grupo trouxe referências que vão do afrobeat ao free jazz escandinavo, numa reinterpretação do grande mestre Moacir Santos.

    Depois de se apresentar no Festival, o quinteto resolve dar seqüência ao Quartabê, gravando seu primeiro disco basicamente ao vivo.

    Na Lapa, zona oeste de São Paulo, seguimos com o grupo para uma intervenção urbana. Na companhia do fotógrafo Fernando Sciarra, acompanhamos a produção do encarte do novo álbum.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o grupo fala da desconstrução dos sopros e do trabalho rítmico com as influências que trouxeram para o quinteto, que traz essa nova roupagem para os temas e “As coisas” de Moacir Santos.

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  • Nomade Orquestra

    Nomade Orquestra06/03/2016

    Na pastelaria de uma tradicional feira da cidade de São Paulo, encontramos com os integrantes da Nomade Orquestra. É lá onde surgem as primeiras ideias de composição da banda.

    No Estúdio Om, em Mauá, no ABC paulista, acompanhamos o ensaio da banda na garagem que foi reformada e ganhou um tratamento acústico antes de sediar o ensaio da big band.

    Formada em 2002, em Mauá, a Nomade Orquestra é composta por dez músicos, com um repertório que transita por inúmeras vertentes como o jazz, funk, dub, rock, afro beat, hip-hop além da música étnica.

    No Parque Ecológico Guapituba (Mauá-SP), seguimos para um ensaio a céu aberto. No meio da floresta, a banda conta do local que serviu de cenário para o registro em foto da capa do primeiro vinil.

    Outros movimentos artísticos também estão presentes na banda. Os “fantasmas” do artista plástico Renan Alves, ganharam vida no encarte do disco. Já as projeções que trazem as "histórias visuais" do Vj Danilo Oliveira, chegam ao palco durante as apresentações da banda.

    No teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos nos aproximam da criação da banda e dos processos criativos que ganharam maior potência com a chegada de novos integrantes. Eles contam também sobre as principais influências que fazem parte da Orquestra.

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  • Paolo Angeli

    Paolo Angeli28/02/2016

    O Passagem de Som apresenta a história do violonista sardo Paolo Angeli, que nos traz um breve apanhado da música de Sardenha, uma ilha de 350 quilômetros no mar Mediterrâneo. Foi lá onde o músico nasceu e conviveu com os cantos característicos de cada região.

    A ilha traz uma herança de tradições musicais com instrumentos antigos (ao sul), a voz e guitarra (ao norte), o canto litúrgico que se fundiu ao canto gregoriano, o "canto a tenores", além da tradição de cada povoado em tocar os sinos.

    No Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo, embarcamos na história do músico que relembra a infância vivida a menos de 50 metros do mar. De frente para 12 ilhas, incluindo Córsega, o sentido de liberdade e o contato com a natureza ganharam maior força com a "sensação de poder viajar mar afora".

    Antes de se formar violonista e compositor, o sardo Paolo Angeli estudou para se formar marinheiro. Hoje, tem no Mar Mediterrâneo e nas estrelas que guiavam os antigos marinheiros a sua grande fonte de inspiração.

    Com seu violão inventado de 18 cordas viaja o mundo trazendo experiências que possam influenciar em seu processo de composição. Para cada show, o músico diz escolher "dois ou três temas antes de deixar-se navegar pelo mar da improvisação".

    No Estúdio Mawaca, em São Paulo, seguimos com o músico até o ensaio do grupo vocal que já tem mais de 20 anos de trajetória. Ao experimentar as sonoridades do mundo, o grupo desenvolveu junto ao Sesc um projeto com músicas do Mediterrâneo.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico traz um pouco da sua formação. Até os 23 anos, seguiu como violonista tradicional em um orquestra de 14 músicos. Ao final, decidiu modificar o instrumento e depois de 15 anos desenvolvendo e aperfeiçoando o seu violão inventado de 18 cordas com pedais, martelos e motores, acredita que tem hoje a sua própria orquestra.

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  • Bodes & Elefantes

    Bodes & Elefantes14/02/2016

    Antes de embarcar no universo de Bodes & Elefantes vamos até a casa do multi-instrumentista Guilherme Granado, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

    A sua primeira lembrança musical parte do pai que tradicionalmente aos domingos, fazia a sua playlist com os vinis que colecionava em casa.

    Mas o gosto musical foi refinado quando ganhou as ruas da cidade com a influência do skate e do contato com os diversos movimentos culturais apresentados durante a adolescência.

    Bodes & Elefantes foi criado em 2006, e traz oito integrantes ao palco para misturar instrumentos acústicos e elétricos, criando diversas paisagens sonoras.

    Todo o repertório foi criado pelo multi-instrumentista em estúdio caseiro. O primeiro álbum foi gravado em fita K7 e o resultado desse estudo traz uma música livre, com muita improvisação e nenhum limite à criatividade.

    Em uma cafeteria da cidade, encontramos com Fred Finelli, dono do selo musical Submarine Records, responsável pelo lançamento dos dois discos da banda: “Bodes & Elefantes”(2007) e “Behold the Ice Goat”(2010).

    Já no teatro Anchieta, no Sesc Consolação, somos apresentados ao grupo e nos aproximamos da ideia de um "quarteto duplo" e do novo projeto em que o compositor pretende reunir a banda em estúdio para a gravação de mais um álbum.

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  • Ulf Wakenius, Leonardo Corradi e Tony Match

    Ulf Wakenius, Leonardo Corradi e Tony Match07/02/2016

    Do centro de São Paulo somos convidados a seguir com os músicos Ulf Wakenius, Leo Corradi e Tony Match para a casa de Nuno Mindelis, no Taboão da Serra, grande São Paulo.

    Os músicos que vieram ao Brasil apresentar o projeto no qual homenageiam o influente guitarrista de jazz Wes Montgomery, encontram com o angolano naturalizado brasileiro, Nuno Mindelis, um dos grandes guitarristas de blues da atualidade.

    Inspirados no álbum “Live at the Regal”, do mestre B.B. King, os guitarristas improvisam na música e falam de como o disco inspirou grandes gerações como Eric Clapton e Wes Montgomery.

    Ulf Wakenius nasceu na Suécia e tocou por dez anos ao lado de Oscar Peterson, eleito um dos melhores pianista de jazz, falecido em 2007.

    Do ensaio para a cozinha, a improvisação segue com o baterista francês Tony Match, responsável em preparar o almoço para os convidados. Já o cardápio vegetariano fica por conta do organista italiano Leo Corradi.

    Enquanto o almoço é preparado os músicos comentam onde se conheceram e trazem um pouco mais das suas trajetórias e das suas principais influências.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais do show e homenagem que prepararam para o guitarrista Wes Montgomery, músico que influenciou gerações com o seu acid e smooth jazz.

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  • Faiska

    Faiska31/01/2016

    Na presença do guitarrista Faiska seguimos até a Lapa, zona oeste de São Paulo. Lá vamos conhecer de perto o trabalho da lutheria N. Zaganin, uma fábrica de guitarras artesanais.

    Desde 2007, o músico sola as guitarras produzidas sob medida. Madeiras, captadores e acessórios especiais são escolhidos a dedo para a elaboração de cada novo instrumento.

    Faiska é o nome artístico de José Eduardo Fernando Borges, um dos melhores guitarristas do país.Com 40 anos de carreira, ele acumula uma lista enorme de trabalhos prestados à música brasileira ao lado de nomes como Eduardo Araújo, Rita Lee, Fagner, dentre tantos outros.

    De lá, seguimos para o Mosh Studios, na Água Branca, em São Paulo. Na companhia do proprietário, amigo e padrinho de música Oswaldo Malagutti, conhecemos um pouco mais dos bastidores da gravação de um álbum com mesa e equipamentos analógicos e valvulados.

    A terceira parada acontece sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. O guitarrista fala do repertório para o show que tem como base, uma retrospectiva dos quatro CDs lançados pelo guitarrista.

    É lá também que o trio composto por guitarra, contrabaixo elétrico e bateria nos aproxima do diálogo e da dinâmica da música composta por Faiska.

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  • Itiberê Zwarg

    Itiberê Zwarg24/01/2016

    O Passagem de Som vai até a sede da família Zwarg para saber de onde saíram tantos talentos musicais. O anfitrião Antonio Bruno Zwarg, pai do compositor, arranjador e multi-instrumentista Itiberê Zwarg é quem nos recebe e narra parte dessa história que começou ainda na década de 1940, quando o músico tocava em bailes, festas e clubes, antes mesmo de influenciar cada geração de filhos músicos.

    Junto do irmão e também músico Ubiratan Zwarg, os filhos de Antonio que não tiveram nenhuma formação em música, contam como foram influenciados a desenvolverem a sua própria musicalidade. Itiberê, começou jovem ao violão para depois evoluir aos diversos instrumentos que tocou e ainda toca ao longo da sua carreira.

    Considerado um dos responsáveis pela renovação da música instrumental no Brasil, Itiberê fala da sua trajetória de mais de 30 anos ao lado de outro grande mestre: Hermeto Pascoal. Com ele, já gravou discos e fez shows ao redor do mundo.

    Do ambiente familiar seguimos para a Vila Romana, em São Paulo. É lá onde acompanhamos uma oficina de música ministrada por Itiberê. Na companhia de cantores e outros músicos, o multi-instrumentista nos aproxima da "música universal", arte que aprendeu em casa e que foi impulsionada ao lado de Hermeto.

    A música como um bem universal sobe ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Lá, o músico passeia por diversos instrumentos e fala da composição e dos arranjos que traz ao seu grupo. Do piano para a bateria, compositor e músicos nos aproximam dos temas e das improvisações sobre as linhas melódicas que trazem ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Dante Ozzetti e Trio Manari

    Dante Ozzetti e Trio Manari17/01/2016

    Na música ou na arquitetura o músico Dante Ozzetti gosta de deixar impresso o efeito em 3D na sua arte. Durante uma tarde de ensaio, nos aproximamos do trabalho que desempenha ao lado de músicos de todo o Brasil.

    Com o Trio Manari, o músico traz uma pesquisa com ritmos da Amazônia. Junto da cantora Patrícia Bastos, eles traduzem em linguagem contemporânea o marabaixo, principal ritmo do Amapá.

    De origem africana, a sua história se perdeu no tempo. Uma das teorias diz que o ritmo foi trazido por escravos que construíram a Fortaleza de São José, em Macapá. Acompanhado pela dança, o marabaixo representa o lado profano nas festas do Divino.

    Com uma carreira premiada no Brasil, o compositor, arranjador e violonista já ganhou dois Prêmio Sharp como arranjador e melhor disco. Também levou dois Prêmio Visa de Música como melhor compositor, escolhido pelo júri e por voto popular.

    Em 2001, lançou o álbum "Ultrapássaro" e, em 2006, "Achou!", junto da cantora Ceumar. Para a irmã Ná Ozzetti, compôs arranjos desde o primeiro álbum gravado em 1988 até "Embalar", gravado em 2013. Com Patrícia Bastos, lançou “Zulusa”, em 2013.

    Na arquitetura, destacam-se os projetos de escolas públicas construídas na grande São Paulo. Há anos desenvolvendo projetos, o desafio é o de criar espaços mais bem adequados para crianças e professores, em ambientes integradores.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico traduz a ideia clara e as linhas de instrumentos bem definidas que traz ao trabalho. A pesquisa traz uma série de ritmos da Amazônia como o carimbó, marambiré, lundu e marabaixo, em uma pesquisa profunda da música indígena e dos ritmos africanos ainda presentes na região amazônica.

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  • Bombay Groovy

    Bombay Groovy10/01/2016

    O Passagem de Som vai até os bastidores da rádio Cultura FM para conversar com o produtor musical e radialista Solano Ribeiro. De olho na cena musical desde a década de 1960 quando foi um dos idealizadores dos Festivais de Música Popular Brasileira, hoje, Solano comanda um programa que traz a cena musical independente.

    Bombay Groovy foi uma das bandas que chamou a atenção do radialista que revelou nomes como o de Elis Regina, Edu Lobo, Chico Buarque, dentre tantos outros durante os festivais na Tv Excelsior, Record e Tupi.

    No centro de São Paulo vamos até o estúdio Lâmina, onde encontramos com os integrantes da banda. Juntos, eles falam do conceito de rock que trazem para as suas composições, numa aliança entre oriente e ocidente, com uma pegada mística ao botar no centro do palco um sitar.

    O símbolo da música indiana é executado por Erico Jônis que ganha maior peso e uma pegada psicodélica ao se juntar com o baixo de Danniel Costa (in memóriam), o órgão hammond de Jimmy Pappon e a bateria de Leonardo Costa.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da formação da banda que começou como um trio mas logo se transformou em quarteto com a entrada de mais um elemento harmônico.

    O disco de estreia foi lançado em 2014, abrindo espaço para experimentações sonoras com um som instrumental novo e criativo. Sobre o palco, eles trazem um pouco do processo de composição que, segundo Danniel, prende ao máximo da atenção na musicalidade sem esquecer da proposta dançante.

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  • Caixa Cubo Trio

    Caixa Cubo Trio03/01/2016

    Na casa da família Stroeter, zona oeste de São Paulo, a conversa gira em torno de música e futebol. Enquanto o almoço vai sendo preparado, os músicos contam como foi o nascimento do Caixa Cubo Trio, banda que surgiu em 2012, quando os músicos estudavam na Holanda.

    O trio que tem como referência o samba jazz dos anos 1950 e 1960, segue numa tarde de ensaio com os temas do álbum “Misturada”, que homenageia grandes mestres da música brasileira.

    Com autoria e improvisação, os músicos trazem um apanhado de samba, jazz, maracatú e outros ritmos brasileiros que fazem parte do projeto.

    Durante o ensaio, os músicos recebem um convidado especial: o flautista e saxofonista Teco Cardoso. O músico que já dividiu a cena com grandes nomes da MPB, fala sobre o convite como solista no Trio.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais do trabalho que faz uma homenagem à música brasileira.

    Na partitura que desobedece a estrutura rítmica e formal, os músicos apresentam temas de Moacir Santos, seguindo a melodia que traz, aos poucos, a atmosfera da música.

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  • Jane do Bandolim e o Miado do Gato

    Jane do Bandolim e o Miado do Gato27/12/2015

    O instrumento como uma extensão do seu próprio braço. É assim que Jane do Bandolim define o real significado do instrumento que escolheu para a sua vida.

    O nome artístico veio durante a participação no programa “A Alegria do Choro”. Exibido na Tv Cultura nos anos 1970, o programa era apresentado por Júlio Lerner que, ainda nos bastidores e na companhia de Dominguinhos e Izaias e seus Chorões, endossaram o nome artístico minutos antes de entrar no ar.

    E é justo para contar parte dessa história que Jane do Bandolim e Izaias do Bandolim se reúnem para uma tarde de ensaio e muito choro. Os primeiros passos na música veio com o seu pai, responsável por reger uma orquestra de coro.

    Ao se interessar pelo bandolim, ganhou do pai temas e arranjos escritos para o bandolim. E um dos primeiros discos que ganhou foi “Vibrações”, álbum do mestre carioca Jacob do Bandolim, que se tornou referência na música e é autor de grandes clássicos como “Assanhado”, “Doce de Coco”, “Noites Cariocas” e “Vou Vivendo”.

    Em Guarulhos, na grande São Paulo, somo convidados a conhecer um pouco mais da vida da bandolinista, que nos aproxima de outras grandes paixões: a moto, a culinária e a família.

    De carona na “Ramona”, embarcamos em um passeio pelas ruas de São Paulo até chegar ao Le Rock Bar, local de encontro do motoclube que Jane participa.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Jane fala do encontro com a banda Miado de Gato. Juntos desde 1990, os músicos falam da formação e do choro que trazem ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Pepeu Gomes

    Pepeu Gomes20/12/2015

    Contar a história de um dos maiores guitarristas do Brasil não é tarefa fácil. Por isso, o músico parte do Rock in Rio de 1985, festival que marcaria para sempre a carreira de Pepeu Gomes.

    Após encarar uma plateia com mais de 380 mil metaleiros, Pepeu Gomes e a esposa Baby Consuelo, dividiram palco com o rock de Witesnake e AC DC, o heavy metal dos Scorpions, além do papa do metal: Ozzy Osbourne.

    O visual colorido foi mudado ainda na coxia, o repertório ganhou maior peso minutos antes de subirem ao palco quando Pepeu mostrou seu lado guitar hero, nas instrumentais "Malacaxeta" e "Blue Wind".

    Morador do Rio de Janeiro, Pepeu relembra a sua chegada na cidade de São Paulo num ponto tradicional da cidade: a padaria. Na companhia do guitarrista Luiz Carlini, músico que começou como roadie dos Mutantes nos anos 1960, os amigos relembram do movimento hippie que inspirou Os Novos Baianos, que foi considerado o primeiro coletivo de músicos no Brasil. Os nove integrantes que moravam na mesma casa e viviam só para a música, trouxeram uma mistura de rock e ritmos brasileiros permanecendo juntos até 1979, após lançarem dez álbuns.

    Pepeu Gomes montou a sua primeira banda aos 13 anos. No repertório de “Los Gatos”, os músicos traziam nomes de peso do rock como Beatles e Rolling Stones, além da Jovem Guarda, grande paixão do guitarrista. Mas foi com a chegada de João Gilberto ao coletivo que Pepeu assumiu e viu que era possível a guitarra contribuir e dialogar com os ritmos brasileiros.

    Nos anos 80 e com o fim do grupo, a música instrumental começou a ganhar corpo na trajetória do guitarrista. Foi nesse período que o músico passou a fazer releituras de grandes sucessos como “Lamento” (Pixinguinha), “Aquarela do Brasil" (Ary Barroso) e “Brasileirinho” (Waldir Azevedo). "O Brasileirinho foi a minha grande referência, tem gente que pensa que eu compus Brasileirinho", brinca o músico.

    No Jazz B, no centro de São Paulo, encontramos com o guitarrista Lanny Gordin, músico que recebeu Pepeu aos 17 anos, quando havia recém chegado a São Paulo. Hoje, com mais de 40 anos de carreira e mais de 40 discos gravados, Pepeu relembra do cenário e do pensamento que os músicos traziam naquela época.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Pepeu apresenta os irmãos Gomes, músicos que o acompanham há muitos anos. E para nos aproximar ainda mais da sua história, Pepeu fala do último álbum "Alto da Silveira", que traz o nome do bairro onde a família cresceu em Salvador (BA).

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  • Tim Berne

    Tim Berne13/12/2015

    Pela segunda vez no Brasil, um dos jazzistas mais celebrados pela vanguarda norte-americana desembarca na companhia do Passagem de Som.

    O saxofonista e compositor que começou a tocar em 1978, já gravou quase 50 discos solos, além de atuações frequentes com outros artistas e grupos. Hoje, confessa que guarda uma carreira internacional bastante premiada.

    No Brooklin, Tim Berne conheceu os músicos Ches Smith, Matt Mitchell e Oscar Noriega e logo formaram a banda Snakeoil, já com três álbuns gravados.

    Todos os álbuns foram gravados pelo selo alemão ECM Records. O primeiro deles, foi lançado em 2012, levando apenas o nome do saxofonista. Já “Shadow Man” traz o nome da banda. Em 2015, os músicos lançaram “You’ve been watching me”.

    Após a chegada na cidade, Berne na companhia da sua produtora vai conhecer o Mercado Municipal de São Paulo. Entre as iguarias e as frutas exóticas, o músico prefere mesmo buscar por um bom uísque.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o saxofonista revela que gosta de atrasar e inventar as notas.

    Durante o ensaio, os músicos trazem um pouco mais do encontro e da linha musical que estabeleceram em comum. “É algo como numa conversa, trocamos os ritmos e seguimos com as poucas notas necessárias para desencadear toda essa reação”, afirma o líder da banda

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  • Mutrib

    Mutrib06/12/2015

    O Instrumental Sesc Brasil pede licença para entrar na história do Mutrib. Nascido em um porão de ensaio em São Paulo, a “gipsy band” é influenciada pela música dos bálcãs e do mediterrâneo oriental.

    O nome vem da Turquia e significa “a energia que emana do encontro de músicos”. A palavra Mutrib é muito usada pela filosofia Sufi reunindo saberes místicos vindos do islamismo.

    E para celebrar um repertório capaz de unir diferenças e semelhanças culturais, seis músicos estão rodeados por instrumentos como derbak, faval e davul, além dos tradicionais acordeon, saxofone, flauta e tuba.

    Do porão seguimos até um estúdio onde vamos acompanhar de perto a produção e a gravação do disco da cantora Fortuna, com uma participação exclusiva da banda.

    Depois vamos até o Espaço Steps, na zona Oeste de São Paulo, para entrar no meio da roda de uma aula de dança circular. No local, os músicos executam a trilha ao vivo, celebrando uma verdadeira diversidade cultural.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os integrantes da banda e convidados falam da conexão e da construção do repertório que traz a história por onde passaram os povos ciganos, além da peculiaridade e origem de cada instrumento.

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  • Lupa Santiago e Paulo Braga

    Lupa Santiago e Paulo Braga29/11/2015

    Após acompanhar o trabalho do guitarrista e educador Lupa Santiago, o pianista Paulo Braga fala do encontro e do nascimento desse encontro pouco usual na música com a formação de um duo entre piano e guitarra.

    Após o primeiro encontro em um quarteto liderado pelo guitarrista e compositor Lupa Santiago, os músicos decidiram fazer um trabalho autoral, trazendo no repertório uma proposta que valorizasse a improvisação.

    Lupa Santiago já tocou com grandes nomes do jazz norte-americano como Jerry Bergonzi, Dave Liebman e Vincent Gardner. No Brasil, dividiu a cena com Roberto Menescal, Nelson Faria, Sizão Machado, Banda Mantiqueira e muitos outros.

    Já o pianista, arranjador e compositor Paulo Braga, tocou com o Trio Bonsai, Arrigo Barnabé, com o percussionista Marcos Suzano, a flautista Andréa Ernest Dias, dentre outros músicos.

    No estúdio, eles trazem um pouco da história do primeiro álbum do duo “N101”, que foi gravado em um único dia.

    Na Emesp, Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim, o Passagem de Som vai acompanhar de perto o trabalho do pianista como coordenador na formação e do estudo de um jovem músico.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, acompanhamos uma cena rara: um ensaio do duo. Juntos, os músicos falam da performance que trouxeram ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Max de Castro

    Max de Castro22/11/2015

    Concebido numa atmosfera totalmente influenciada por Erlon Chaves (1933 - 1974), Max de Castro traz um pouco mais sobre a atuação do músico que deixou o seu legado registrado ao suingue brasileiro.

    No Campo Belo, em São Paulo, seguimos até o estúdio onde Max de Castro produz uma série de discos, trilhas para cinema e onde também realiza os ensaios com a sua banda.

    Apesar de não ter conhecido Erlon Chaves, o músico respirou desde cedo a potência do primeiro compositor a misturar o samba, o pop e o soul music, eternizados pelo seu pai Wilson Simonal, com o “sambalanço” nos anos 1960.

    O maestro Erlon Chaves também criou muitos arranjos para artistas daquela época como: Alaíde Costa, Elis Regina e Jorge Benjor. Ainda trabalhou em orquestras de televisão compondo trilhas sonoras para novelas além de fundar a Banda Veneno, fazendo grande sucesso com “Eu quero Mocotó.”

    No ensaio da Orquestra Jazz Sinfônica do estado de São Paulo, vamos conversar com o diretor artístico João Maurício Galindo, que nos traz um pouco do repertório da orquestra e do trabalho do trompetista Sidmar Vieira, que faz parte dessa grande homenagem.

    Já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco mais sobre a construção do show e do repertório instrumental recheado com músicas que levam a assinatura desse grande mestre.

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  • Guilherme Kastrup

    Guilherme Kastrup15/11/2015

    O percussionista, baterista e produtor musical que nasceu no Rio de Janeiro e descobriu a música ainda na adolescência, nos aproxima da trajetória de um dos músicos mais requisitados da cena paulistana.

    Como músico, faz um som muito criativo, cheio de experimentações e colagens sonoras. Já o eu trabalho, foi definido para “ouvidos livres”, na voz de Arnaldo Antunes.

    A abordagem musical vem conforme o espírito da música, independente do instrumento e o movimento ao qual se quer expressar. Seja no mix de tambor crioulo ou na bateria eletrônica, o que vale mesmo é o significado de cada acorde.

    E é justamente nesse clima que seguimos para um ensaio, na Vila Ipojuca. Na casa do baterista estamos entre o café e uma breve partida de tênis de mesa. Os músicos vão chegando e nos trazendo um pouco mais do encontro do grupo.

    Máquinas, computadores e traquitanas levaram o músico a gravar “Kastrupismo”, o seu primeiro disco autoral. Nele, o percussionista traz uma mistura de tecnologia e timbres naturais para a sua música.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação Kastrup fala do time de grandes músicos que convidou para o Instrumental Sesc Brasil.

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  • Clube de Bolso

    Clube de Bolso08/11/2015

    Na companhia do dj e proprietário da Patuá Discos, o Paulo Tahira, acompanhamos parte da trajetória do Clube de Bolso, projeto que começou em Campinas, no interior de São Paulo.

    Foi em 2007, quando os músicos Igor Brasil, Gigante, Gustavo Boni e Matheus Alvisi se conheceram durante a faculdade. O grupo nasceu de uma vontade comum de fazer um som instrumental, dançante e sofisticado.

    Com uma referência pautada na música negra e no afrobeat, os músicos dividem uma formação eclética e nos mostram diversos caminhos que traçaram, como o de Vitor Cabral, que descobriu a música frequentando cultos evangélicos com a família.

    Com um misto de influências, as linhas harmônicas chegam para os músicos com uma maior liberdade e interação entre os integrantes da banda.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos comentam o nome da banda e das influências do jazz funk, da busca por um timbre mais antigo, das composições coletivas, e da tentativa de criar uma sonoridade diferente e original.

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  • Guizado

    Guizado01/11/2015

    No templo budista tibetano Odsal Ling, em Cotia, na grande São Paulo, o trompetista Guizado nos traz um pouco da força inspiradora que utilizou para compor o seu terceiro disco.

    Com uma retomada de hábitos e uma consciência ampliada, o músico acredita que a construção da sua carreira e da sua vida se devem a uma disciplina que vem buscando nos últimos tempos.

    No Vinyl-Lab Studio, na capital paulista, Guizado nos aproxima de como chegou ao trompete, aos 17 anos, com um instrumento emprestado de um amigo.

    O músico que já tocou em igrejas, marchinhas de carnaval, com bandas paulistanas e muitos cantores como Lulu Santos e Elza Soares, mistura na sua música tecnologia com instrumentos acústicos, trazendo um som criativo, inovador e muito pessoal.

    O álbum “O Voo do Dragão” que traz a filosofia do Taoísmo, o kung Fu dos mestres Shaolin e o astro Bruce Lee como inspiração, flerta com o jazz e rompe as fronteiras do mundo pop.

    Com base nos sintetizadores modulares, o produtor musical Arthur Joly fala da gravação do disco e mostra a pequena série de vinis lo-fi feitos artesanalmente no estúdio.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da banda e do trabalho de composição autoral que trouxeram ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Renata Montanari

    Renata Montanari25/10/2015

    Sob o silêncio da mata atlântica do Parque Alfredo Volpi, em São Paulo, ouvimos as primeiras notas da violonista e compositora Renata Montanari.

    Ao lado do marido, guitarrista e compositor Rui Saleme, embarcamos na história e na música realizada em parceria há mais de dez anos.

    Estudante de música popular, a violonista também declara o seu interesse pela música erudita, da junção das técnicas que inclui ainda uma vasta experiência com a guitarra.

    Depois de quebrar um pouco da rotina, seguimos com a violonista até a casa do mestre Paulo Porto Alegre. Foi ele quem aproximou a violonista do universo da música popular. Juntos, eles trazem ainda um pouco da história do Grupo Kali, ao qual fizeram parte.

    De lá, seguimos para a escola de música onde Renata e Rui lecionam violão e guitarra. O espaço localizado no Brooklin, também serve de local para estudo, composição e gravação.

    O primeiro disco de Renata foi “Entre o Som e o Silêncio”, conta com composições próprias instrumentais com arranjos para violão solo e quarteto, e traz ainda versões de Milton Nascimento e Hermeto Pascoal.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, a violonista fala um pouco do violão brasileiro, da divisão rítmica e do swing presente nos gêneros nacionais.

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  • The Bambi Molesters

    The Bambi Molesters18/10/2015

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos nos aproximam da história da banda e dos ritmos escolhidos para compor o repertório.

    Com base na surf music, a banda incorpora diversas influências e estilos que vão desde o soul guitar até a guitarra africana e outros ritmos que apareceram durante a evolução da banda.

    Originária da Croácia, os integrantes se reuniram pela primeira vez em 1995. Era período de guerra e algumas das suas composições refletem o clima daquela época que se traduzem, segundo os músicos, como em uma tentativa de escapar daquele ambiente.

    Do palco, seguimos com os músicos até o Festival de Verão de Ilha Comprida, litoral de São Paulo, para registrar a passagem da banda por lá.

    Do litoral, seguimos para mais um show na companhia da banda. A parada agora é em Piracicaba, interior paulista.

    Na praia, no mercado mercado municipal da cidade ou em alguma cachoeira da região, os músicos falam do repertório e de como o público e a música brasileira influenciaram a banda.

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  • Smack!

    Smack!11/10/2015

    Reunidos em São Paulo, os músicos Sérgio Pamplona “Pamps”, a baixista Sandra Coutinho e o guitarrista Edgard Scandurra relembram a história do grupo que surgiu na década de 1980.

    Com o disco de estreia “Ao vivo no Mosh”, o álbum se tornou um clássico do rock brasileiro. Depois, Edgard fez sucesso com o Ira!, Thomas com Fellini e Sandra liderou as Mercenárias.

    Após os anos 80, o Smack! só voltou a se reunir em 2008, para gravar “Smack 3”, o terceiro álbum da banda com apenas cinco faixas. O trabalho também marcou a volta de Scandurra e a entrada da baterista Pitchu Ferraz.

    Na redação da Folha de São Paulo, o jornalista Mario Cesar Carvalho e o guitarrista “Pamps” embarcam num panorama da vanguarda paulistana, da crítica e da cultura endossada pela mídia na época sobre as desventuras do rock paulistano.

    Antes do show começar e já sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam sobre a retomada da banda e das influências que trazem ao longo das suas trajetórias.

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  • Heraldo do Monte

    Heraldo do Monte04/10/2015

    O Passagem de Som traz uma parte da trajetória de uma das maiores lendas vivas da cultura brasileira: o instrumentista e compositor Heraldo do Monte.

    O músico que toca guitarra, contrabaixo, viola caipira e cavaquinho, se tornou músico profissional nos anos 1960, quando fez parte do Quarteto Novo, grupo formado por Airto Moreira, Théo de Barros e Hermeto Pascoal.

    Ao longo da sua trajetória, já dividiu palcos e gravações com grandes estrelas como Dolores Duran, Dick Farney, Michel Legrand, Dominguinhos, Geraldo Vandré dentre tantos outros.

    Na companhia do violeiro e professor universitário Ivan Vilela, Heraldo toca um dos seus temas para viola e conta como foi a sua formação musical descobrindo, sozinho, as notas da sua viola.

    Já nos bastidores do Programa Metrópolis, na Tv Cultura, Heraldo nos aproxima um pouco da sua infância, quando começou a tocar na gaita de boca.

    Também conferimos a opinião dos violonistas e compositores Edson Alves e Théo de Barros, que falam da parceria com o Heraldo, das composições e do impacto que a música causava na época.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do show e do repertório que trouxeram para o Instrumental Sesc Brasil.

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  • Baobá Stereo Club

    Baobá Stereo Club27/09/2015

    Na Casa Nam, espaço sede da Baobá Stereo Club, somos convidados a ingressar no universo dos integrantes dessa banda, que começou como um duo nos altos de 2006.

    Localizado no bairro da Liberdade, região central de São Paulo, o espaço traz a história do trio que vem se firmando cada vez mais como um quarteto, a partir da grande parceria com o trompetista Maurício Takara.

    A banda que nasceu sob a influência das trilhas sonoras para o cinema, faz uma grande homenagem aos elementos plásticos e visuais que contribuem com cada composição.

    De lá, seguimos com a banda para uma das maiores ocupações verticais na região central da cidade de São Paulo, a ocupação Prestes Maia, onde a banda gravou seu último clipe.

    Instalada no antigo prédio da Companhia Nacional de Tecidos, que faliu em 1991, o prédio já foi ocupado oito vezes e abriga hoje 478 família e mais de 3000 pessoas em 26 andares.

    Sobre o palco do teatro Ancheita, no Sesc Consolação, os músicos falam das composições feitas de maneira coletiva, junto da conexão estética e cultural combinada entre seus integrantes.

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  • Hector Costita

    Hector Costita20/09/2015

    O saxofonista e clarinetista Hector Costita nos leva até a sala onde dá aulas em São Paulo. Em meio a fotos e muita memória, o músico nos aproxima da sua trajetória ao lado de grandes nomes com quem tocou ao redor do mundo.

    O músico argentino que já morou na Europa e nos Estados Unidos, veio para o Brasil em 1958, junto do pianista Roberto Inglez, para tocar tocar em casas noturnas da cidade de São Paulo.

    Entre as grandes temporadas vamos desde nomes como Tony Bennett, com a big band que também se desdobrava em quarteto, até espetáculos de Bibi Ferreira, que já fez homenagem ao Frank Sinatra e Édith Piaf.

    Costita também nos leva até o sítio em Sarapuí, no interior de São Paulo. Em meio a natureza, o refúgio serve de espaço para acalmar as ideias, além de um ótimo espaço para compor.

    É lá também onde o músico guarda uma grande coleção de LPs. De lá vamos até “Gargolândia", sítio do amigo e produtor musical Rafael Alterio “Garga.”

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala do show, um projeto para reviver o álbum “Impacto”, gravado em 1964, com grandes expoentes da bossa-nova

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  • Fabrício Conde

    Fabrício Conde13/09/2015

    O compositor e violeiro mineiro Fabrício Conde nos leva de encontro a uma de suas maiores paixões: a viola caipira.

    Em São Paulo, o músico vai de encontro ao artista Antônio Nóbrega. Na sede do Instituto Brincante, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, os músicos trocam um pouco mais da arte e da cultura popular brasileira.

    No aeroporto, o músico recpciona o saxofonista Zé Nogueira e o pianista Márcio Hallack, que fazem parte do seu Trio. De lá, seguimos direto para o ensaio em um estúdio na Vila Madalena.

    É naquele espaço onde o músico comenta da surpresa ao ter sido selecionado para o Prêmio BDMG Instrumental de 2014.

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o violeiro fala do repertório e da mistura dos harmônicos com a percussão junto com os elementos que traz para o universo caipira.

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  • Dialeto

    Dialeto06/09/2015

    No estúdio do Rayner Pappon, em São Paulo, os músicos preparam mais um ensaio e nos trazem um pouco das suas trajetórias.

    O guitarrista e compositor Nelson Coelho começou a tocar aos 18 anos, estudou com Paulo Bellinati e ainda na década de 1980 formou a banda Zero.

    Com base no rock progressivo, os músicos falam da influência do rock da década de 1970 como Pink Floyd, Led Zeppelin, Magma, Mahavishnu, Frank Zappa dentre tantas outras bandas.

    Na banda também estão o contrabaixista Gabriel Costa que vem da banda Violeta de Outono, o guitarrista Rayner Pappon e o baterista Fred Barley, convidados para o show.

    Na casa de Nelson, conferimos um pouco da suapintura e dos seus quadros inspirados na arte surrealista.

    De lá, seguimos até a exposição de Salvador Dali, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, para encontrar com o crítico musical Bento Araújo.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam um pouco do repertório, do conceito musical da arte-rcok e da afinação entre os integrantes

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  • Webster Santos

    Webster Santos30/08/2015

    O baiano que desembarcou há mais de 20 anos em São Paulo, nos apresenta a história de quem se encontrou na música e no meio artístico paulistano.

    Uma das primeiras parcerias foi ao lado de Chico César, quando foi convidado para participar de uma turnê com o cantor. Depois, o nome do músico começou a circular e logo chegaram novos convites.

    Com a cantora Zélia Duncan, a parceria já dura mais de 10 anos. Em depoimento, a cantora fala da afinidade e da alma de artista como um local de encontro para os dois.

    Já com a cantora Zizi Possi, o trabalho surgiu em “Cantos e Contos”, com uma ampla parceria do multiinstrumentista para os shows que se estenderam por 12 semanas.

    Na companhia dos cantores e compositores Vange Milliet e Paulo Lepetit, os músicos falam do projeto “Gangorra”, gravado pelo selo Sesc, com temas musicais para a criançada.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do encontro e da precisão que o compositor traz para a sua música em harmonia com o campo harmônico, com a brasilidade e com os gêneros apresentados.

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  • Olmir Stocker e Rudy Arnaut

    Olmir Stocker e Rudy Arnaut23/08/2015

    Estamos no Morumbi, zona sul de São Paulo. No apartamento do guitarrista e compositor Olmir Stocker, o Alemão, acompanhamos uma tarde de dedilhados e ensaio sobre o violão.

    Junto do músico está o guitarrista e compositor Rudy Arnaut. Vindo de uma família russa, a música veio desde a sua infância, como parte da sua educação.

    Professores da mesma escola, os músicos resolveram formar um duo de violão e guitarra, juntando suas composições num projeto de fina sintonia.

    Na Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (Fito), Rudy Arnaut nos leva até o Conservatório Villa-Lobos, local onde começou os seus estudos e, aos 16 anos, já era contratado como professor.

    De lá, seguimos para a Mooca. Sobre a lona do picadeiro, Olmir Stocker conta como foi nascer em um circo. Quando criança circulou com a família pelo Sul do país, Uruguai e Argentina, aprendeu a arte do trapézio com a sua irmã, mas foi nos dias de folga do circo que aprendeu a tocar violão.

    De volta ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do repertório que traz muitas composições de Tom Jobim, num processo onde duas guitarras tocam praticamente juntas.

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  • Marcus Abjaud

    Marcus Abjaud16/08/2015

    O Passagem de Som segue direto para acompanhar mais um ensaio do pianista Marcus Abjaud. Desta vez estamos no bairro da Aclimação, na região central de São Paulo. É direto do estúdio onde o músico conta como foram os seus primeiros anos sobre o teclado.

    Após começar como autodidata aos 13 anos, hoje, Marcus Abjaud é um dos nomes que vêm renovando a música instrumental em Belo Horizonte (MG). Em 2014, o músico foi vencedor do XIV BDMG Instrumental e, ainda no mesmo ano, lançou o disco “Rarefeito.”

    Ainda no ensaio, os músicos nos aproximam do trabalho em conjunto, de como iniciaram o quarteto, além de trazerem as suas maiores referências na música.

    De lá, seguimos para uma quadra de tênis, outra grande paixão do músico. Na quadra, encontramos com o tenista Paulo Cleto, que convida Marcus para uma partida e também divide a sua paixão pela música.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala do repertório que trouxe para o Instrumental Sesc Brasil. além da participação do convidado especial, o saxofonista Marcelo Marques.

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  • Mauro Albert

    Mauro Albert09/08/2015

    O Passagem de Som segue direto para acompanhar mais um ensaio do pianista Marcus Abjaud. Desta vez estamos no bairro da Aclimação, na região central de São Paulo. É direto do estúdio onde o músico conta como foram os seus primeiros anos sobre o teclado.

    Após começar como autodidata aos 13 anos, hoje, Marcus Abjaud é um dos nomes que vêm renovando a música instrumental em Belo Horizonte (MG). Em 2014, o músico foi vencedor do XIV BDMG Instrumental e, ainda no mesmo ano, lançou o disco “Rarefeito.”

    Ainda no ensaio, os músicos nos aproximam do trabalho em conjunto, de como iniciaram o quarteto, além de trazerem as suas maiores referências na música.

    De lá, seguimos para uma quadra de tênis, outra grande paixão do músico. Na quadra, encontramos com o tenista Paulo Cleto, que convida Marcus para uma partida e também divide a sua paixão pela música.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala do repertório que trouxe para o Instrumental Sesc Brasil. além da participação do convidado especial, o saxofonista Marcelo Marques.

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  • Fábio Caramuru e Marco Bernardo

    Fábio Caramuru e Marco Bernardo02/08/2015

    Uma formação erudita que aborda com verdadeiro carinho e talento a música popular brasileira. O duo de pianos está centrado na obra de Radamés Gnattali e Tom Jobim, trazendo o melhor da harmonia e da memória da bossa nova brasileira.

    Meu amigo Radamés, obra composta por Tom Jobim, é o tema de abertura do ensaio dos pianistas que falam da textura, do peso e da importância de dois pianos em um trabalho como esse.

    Fábio Caramuru foi um dos últimos alunos da famosa professora Magda Tagliafero. Formado pela USP, hoje é um dos maiores especialistas brasileiros na obra de Tom Jobim.

    Já Marco Bernardo, nasceu em uma família de músicos, lançou discos, escreveu livros, além de ter sido integrante do grupo Demônios da Garoa.

    No Theatro São Pedro, os músicos falam da estreia e dos concertos que participaram na casa de concerto que foi inaugurada em 1917, na cidade de São Paulo.

    O pianista Fábio Caramuru, tocou no teatro pela primeira vez em 1977, quando fez o seu primeiro teste para a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Em seguida, apresentaria o primeiro concerto que trazia a obra de Igor Stravinsky ao Brasil.

    Em 2013, Fábio e Marco dividiram o palco do Theatro São Pedro, para apresentar o concerto “Brasil em dois pianos: uma homenagem a Tom Jobim.”

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do potencial pianístico da música brasileira, que ganha peso ainda maior quando tocado a quatro mãos.

    Para os músicos, dois pianos é uma grande orquestra sobre o palco na busca pelo melhor da memória e da harmonia musical brasileira.

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  • Chico Pinheiro

    Chico Pinheiro26/07/2015

    O Passagem de Som embarca num passeio de bicicleta com o guitarrista, arranjador e compositor Chico Pinheiro. Pelas ruas de São Paulo, seguimos até a casa do pianista Tiago Costa.

    No espaço inteiramente dedicado à música, acompanhamos mais um dia de ensaio onde os músicos falam do encontro com Chico Pinheiro e de como cruzaram as suas trajetórias.

    De lá, seguimos para a Serra do Japi, em Jundiaí, São Paulo. No refúgio sagrado, o músico nos leva até a fazendo do seu avô, local onde cresceu e aprendeu a desfrutar o aroma do café.

    Na mesa, o músico nos aproxima da coleção de vinil herdada da sua mãe, pianista e apreciadora da boa música. Neusa Pinheiro conta como foram as primeiras composições do filho e da educação musical.

    Entre as primeiras influências, estão os álbuns de Noel Rosa, João do Vale, João Gilberto, Cartola, Jimi Hendrix, Tamba Trio, Baden Powel, Edu Loco e Chico Buarque dentre tantos outros.

    É naquele espaço que o músico fala da relação com a natureza, dos saraus que acompanhou durante a infância, e da arte primeira de onde brotaram as interações com a música.

    Já no palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais da afinação, da história de cada instrumento, além do encontro entre o quarteto.

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  • Samy Erick

    Samy Erick19/07/2015

    Estamos em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na casa do violonista e compositor Samy Erick, é a mãe do músico quem nos aproxima das suas primeiras aulas de violão e de como a sua trajetória na música.

    Aos sete anos, o músico que chegou a morar dentro de uma igreja teve ainda na infância o seu primeiro acesso aos instrumentos musicais e iniciou as suas primeiras aulas de violão.

    Na mesa de um bom e tradicional café mineiro, Samy está ao lado de uma de suas professoras, para contar das primeiras aulas de canção e teoria musical.

    Vencedor do Prêmio BDMG da Música Instrumental, em 2014, o músico conta da formação em música clássica como um caminho para alcançar a música popular.

    Uma das grandes transformações na sua música aconteceu em 2013, quando participou do “Bayimba Internacional Festival of the Arts”, em Uganda, na África. Para ele, a cultura africana mexeu com a sua percepção artística, trazendo uma forte herança ancestral para o trabalho que faz hoje em dia.

    De volta a São Paulo, seguimos para o Museu Afro Brasil na companhia do DJ Ramiro, que traz um pouco das referências da música africana como ritmo base de tantos outros. Dentre eles, o destaque para o nigeriano Fela Kuti, que chegou a gravar mais de 70 discos.

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  • Arthur Verocai

    Arthur Verocai12/07/2015

    Ao desembarcar em São Paulo, o Passagem de Som segue com o guitarrista e arranjador Arthur Verocai pelas ruas de São Paulo. Entre memórias e parte da sua trajetória, o músico logo nos aproxima de como iniciou a sua relação com a música, que veio desde cedo.

    Seu avô tocava violão na época do Pixinguinha. Já o pai, vivia comprando flautas no camelô para tirar as músicas de ouvido e as coleções de vinil em 78 rotações também deram os primeiros impulsos.

    Nascido em 1945, no Rio de Janeiro, o músico se formou em engenharia civil mas já aos 24 anos começava a atuar como músico profissional e logo chegou aos grandes festivais da canção, ao final dos anos1960.

    Músico, compositor e arranjador, Arhtur já trabalhou com grandes estrelas da música nacional como Ivan Lins, Jorge Benjor, Erasmo Carlos, Marcos Valle, dentre outros.

    Em 1972, lançou o seu primeiro álbum em resposta às críticas que vinha recebendo. Como um ponto de inflexão na sua trajetória, o disco ficou adormecido durante anos pelo baixo apelo comercial, até ser relançado nos Estados Unidos, em 2003.

    Temas como “Caboclo” e “Na Boca do Sol” foram sampleadas por rappers e djs como Little Brother e Ludacris, ganhando novas projeções ao mercado internacional.

    Na casa do DJ Nuts, em meio a uma extensa coleção de vinis, o encontro revela uma amizade que foi difícil de engatar, mas que hoje rende bons frutos com direito a grandes produções no exterior.

    De volta ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos contam como foi o encontro da banda e como deram início a essa grande trajetória.

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  • Fernando Sodré

    Fernando Sodré05/07/2015

    O Passagem de Som segue direto para o bairro de Perdizes, zona Oeste de São Paulo. Lá, o violeiro Fernando Sodré encontra com o violonista e produtor musical Daniel Santiago.

    Os músicos contam como trabalharam juntos as suas músicas com uma breve definição: “temos bastante mineirisse.” Companheiros de show de músicos como Toninho Horta, Hamilton de Holanda, Almir Sater, Roberto Corrêa, João Bosco, entre outros, os músicos trazem grandes referências para o trabalho.

    Nascido em Belo Horizonte, o violeiro Fernando Sodré apresenta um estilo único, com referências variadas que traspassa a música mineira até chegar às obras de Tom Jobim, Raphael Rabello, Paco de Lucia, Pat Metheny, entre outros.

    De lá, seguimos para o estúdio do Silvinho, no bairro Sumaré, na capital paulista, para acompanhar o ensaio da banda. Com Thiago Espírito Santo, Gabriel Grossi, Írio Júnior e Esdra Neném os músicos trazem um breve resgate das suas principais influências e trajetórias.

    Sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o grupo fala da composição e do repertório escolhido por Fernando Sodré para o Instrumental Sesc Brasil, num misto de música caipira com um toque rebuscado de uma formação jazzística.

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  • Leandro Braga

    Leandro Braga28/06/2015

    Foi dos bailes e das casas noturnas de São Paulo onde o músico e pianista Leandro Braga arriscou as suas primeiras notas musicais.

    Do encontro com a baterista Lilian Carmona, e do pianista Hilton Valente, o Gogô, os músicos seguem para um saboroso ensaio recheado de histórias e bons momentos que juntos desfrutaram.

    O músico que nasceu em São José dos Campos, interior paulista, em 1955, começou a estudar piano aos 4 anos de idade. Estudou medicina, mas seguiu na música ao lado de grandes mestres como Amilton Godói, John Neschling e Luiz Eça.

    Quando se formou doutor, o talento falou mais alto e foi se dedicar à música profissional, fazendo shows de música popular e concertos eruditos.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o pianista conta da gravação do CD “Fé Cega”, feito em homenagem a Milton Nascimento e do show que trouxe ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Arrigo Barnabé

    Arrigo Barnabé21/06/2015

    Entre o caminho da composição, da improvisação e da performance, o músico Arrigo Barnabé escolhe os três. É neste ritmo que o Passagem de Som segue ao lado de um dos músicos que fez parte da Vanguarda Paulista, nos anos 1980, com o projeto Clara Crocodilo.

    E para contar a história do compositor ao lado do projeto Clara Crocodilo, o primeiro álbum do compositor. seguimos até o Estúdio Haru, em São Paulo. É lá onde acompanhamos um ensaio da banda e parte dessa trajetória contada na voz de seu criador.

    Junto do guitarrista Mário Manga, e do pianista Paulo Braga, o grupo conta dos anos que trilharam tocando juntos e da entrada do novo elenco da banda.

    Sobre a estratégia de um tabuleiro sem espaço para a fantasia, seguimos com Barnabé até o Clube de Xadrez de São Paulo. É lá que aprendemos uma rápida base teórica sobre o jogo.

    De volta ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o compositor nos fala da versão instrumental de Clara Crocodilos, executada pela primeira vez no Festival de Jazz de Berlim, em 1982.

    Com a nova formação, o músico conta da nova versão que aproxima as suas narrativas com um original apelo visual.

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  • Sérgio Danilo

    Sérgio Danilo14/06/2015

    Do berço do samba ao improviso do choro. Do maracatu e do forró ao parafraseado do jazz. É num ritmo livre e descontraído que o saxofonista e flautista Sérgio Danilo gosta de definir a sua música.

    O músico que passava todas as tardes tocando choro no café Status, conta como se uniu ao violonista Thiago Delegado seguindo no projeto DelegasCia, que traz músicas autorais e releituras de choros, maxixes, bossas e sambas.

    Em Belo Horizonte, seguimos para os bastidores do XIV Prêmio BDMG Instrumental, o maior da música instrumental mineira. Foi lá, que Sérgio Danilo concorreu com as músicas “Zim Gui Gui” e Cromatismo Craniano”, além de apresentar um novo arranjo pra “Vovô Manuel”, tema de Nailor Proveta.

    De lá, seguimos para a gravação do novo disco “Vida Nova”, de Serginho Beagá. Sambista conhecido e respeitado compositor mineiro, o músico convida o filho Sérgio Danilo para uma participação especial na gravação.

    Já de volta a São Paulo, o músico aproveita para visitar a escola de samba da Vai Vai, agremiação frequentada pelo seu pai.

    E sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos apresentam os temas e arranjos que exploram durante a apresentação do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Zé da Velha e Silvério Pontes

    Zé da Velha e Silvério Pontes07/06/2015

    Estamos no palco com o trombonista Zé da Velha. No show realizado em Santo André, na grande São Paulo, o músico que já tocou com Pixinguinha, Paulo Moura, Abel Ferreira, Jacob do Bandolim, entre outros, nos aproxima da sua história que traz diversos ritmos da música brasileira como o samba, o maxixe, o choro e o maracatu.

    Hoje, a parceria acontece com o trompetista Silvério Pontes. Juntos, os músicos já gravaram seis álbuns trazendo uma releitura de músicos como o compositor paulista Bonfiglio de Oliveira, além do trompetista Pedroca e do clarinetista K-ximbinho.

    Numa mistura do jazz com a gafieira, os músicos nos conduzem até a Casa Verde, em São Paulo. Na “Vila do Samba”, encontramos com a cantora Dona Inah, que nasceu em 1935 mas gravou o seu primeiro disco somente em 2004.

    Com a “dama do samba paulista” seguimos com uma conversa de quem viveu a história do samba brasileiro, como do encontro com “Gente da Antiga”, trio formado por Pixinguinha, Clementina de Jesus e João da Baiana.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do encontro e da parceria ao lado de Zé da Velha, músico com mais de 50 anos de carreira que teve suas primeiras noções de música com o pai, que era flautista e saxofonista.

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  • Victor Biglione

    Victor Biglione01/06/2015

    O compositor e guitarrista Victor Biglione nos aproxima do universo da leitura e do cinema, onde buscou grande parte da sua influência musical.

    Na companhia da cineasta Tata Amaral, vamos até a exposição “Cinema Novo”, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Em meio a tantos cartazes, estão os registros históricos de uma época que influenciou muitas gerações de músicos e de grandes artistas.

    Nascido na Argentina em 1958, Biglione veio com a família para o Brasil ainda criança fugindo da ditadura militar. Já tocou com mais de 300 artistas do mundo todo, lançou 16 discos e hoje é um nome coroado de sucesso e talento a serviço da música brasileira.

    E para continuar falando de cinema e trilha sonora, seguimos até o estúdio do compositor Antonio Pinto, quem compôs as trilhas sonoras de filmes como “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001) e “Cidade de Deus” (2002).

    Numa conversa descontraída, os compositores falam de como apresentam os temas e os instrumentos da cultura nacional para dar o tom mais próximo às narrativas no cinema.

    Sobre o palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico fala das suas grandes parcerias e da necessidade em resgatar o violão de aço brasileiro. Com formação jazzística, Bigliione apresenta o seu trio e fala da influência da música cigana e do blues.

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  • Improvisado

    Improvisado31/05/2015

    O Passagem de Som segue diretamente para um ensaio na casa e no estúdio que o baterista Pedro Ita construiu para o ensaio e gravações da banda.

    É lá que o músico nos traz parte da sua trajetória, que teve além do estudo tradicional, uma passagem pela Berklee College of Music, uma das maiores faculdades de música dos Estados Unidos.

    De lá, seguimos para a Casa das Caldeiras, espaço que acolhe jovens produtores culturais na cidade de São Paulo. Naquele mesmo espaço, o grupo criou um pequeno festival em 2007, que levava o mesmo nome da banda.

    O espaço recebeu muitos convidados especiais para tocar como Kiko Dinucci, Marina de la Riva, Romulo Fróes, Andreia Dias, entre outros.

    Já no palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco sobre as suas influências na música instrumental, com direito a livre improvisação desprendida de tempo, ritmos e tonalidades.

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  • Duca Belintani

    Duca Belintani24/05/2015

    Partimos diretamente para a zona Norte de São Paulo. Estamos nos fundos da casa da mãe do guitarrista e compositor Duca Belintani. Foi lá, naquele espaço onde tudo começou. É lá também, onde o músico guarda até hoje os seus instrumentos e faz do espaço, o seu local de criação.

    Duca Belintani aprendeu a tocar guitarra com Heraldo do Monte. Na época, os poucos encontros informais serviram como um grande aprendizado.

    Duca já transitou pelo pop com a banda Controle Remoto, com o rock com Kid Vinil, e o seu primeiro trabalho solo recebeu o nome de “MPBlues”, numa mistura de ritmos que levaria ao longo da sua carreira.

    Na Vila Clementino, em São Paulo, o músico nos leva de encontro ao espaço onde atualmente dá aulas. No local, ele se reúne boa parte da sua formação que parte do ensino tradicional mas sempre visando um resultado mais rápido.

    Após as aulas, Duca reúne os amigos para uma tradicional partida de futebol de botão. O time preferido é composto pelos guitarristas que usam a marca Fender. Em campo estão ninguém menos que Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, entre outros tantos craques.

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  • São Paulo Ska Jazz

    São Paulo Ska Jazz17/05/2015

    Antes de começar a contar a história da banda que mistura o ritmo jamaicano com a influência do jazz, o Passagem de Som faz uma parada nos bastidores do programa JazzMasters, da rádio Alpha FM, em São Paulo.

    Na companhia dos locutores Paulo Mai e Dudão Melo, o músico Marcelo Calderazzo traz um pouco da formação da banda. Durante a entrevista transmitida ao vivo, Calderazzo conta ainda como uniu os ritmos e músicos da banda que já gravou dois álbuns.

    Depois seguimos para um ensaio do grupo em um estúdio localizado na zona Oeste de São Paulo. Entre os acordes dos instrumentos de sopro, o saxofonista e arranjador Manu Falleiros fala do seu ingresso na banda que, na época, era formada apenas por um trio de metais.

    Sobre o palco ou ainda durante o ensaio, os músicos nos aproximam da trajetória do grupo que mistura ritmos e sons latinos, juntando algumas composições do italiano Nino Rota, trazendo a levada do ska e sempre mantendo uma a liberdade de criação em cada tema.

    No Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o contrabaixista e líder da banda Marcelo Calderazzo traz os últimos detalhes sobre a nova instrumentação dos metais. Com a ideia de levar uma festa para os palcos, os músicos inovam e improvisam cada vez que sobem ao palco.

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  • Sérgio Galvão

    Sérgio Galvão10/05/2015

    As memórias da música e do basquetebol. Esta é a história do saxofonista e compositor Sérgio Galvão que nos leva até uma quadra de basquetebol, no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Junto do ex-jogador da Seleção Brasileira de Basquete Marcel de Souza, o improviso não vem da bola, mas dos saxofones de plástico.

    Entre o primeiro tênis do jogador e o primeiro instrumento musical, Sérgio e Marcel nos aproximam das suas trajetórias. Marcel esteve junto da Seleção por 20 anos, atuou em times nacionais e internacionais além de ser treinador. Sérgio trilhou ao lado de músicos como Roberto Carlos, Jorge Benjor, Roberto Menescal, Leila Pinheiros, entre outros.

    Após muitos anos ao lado de músicos profissionais, o músico gravou em 2013 o seu primeiro disco autoral: “Phantom Fish”. O disco foi gravado nos Estados Unidos, Cuba, Argentina e Brasil e a sua estreia foi marcada pela indicação ao Grammy como Melhor Álbum de Latin Jazz.

    Da quadra, embarcamos para a oficina do luthier Roberto Holz. Entre os instrumentos antigos, réplicas e originais, estão violinos, flautas, oboés, fagotes, clarinetes e tantos outros instrumentos. Alguns chegam a ter mais de 200 anos.

    Após algumas dicas para a manutenção das flautas, seguimos para o Teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Sobre o palco, o músico fala da sua passagem pelos Estados Unidos e do incentivo que recebeu para gravar o seu primeiro álbum.

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  • Índio Cachoeira e Ricardo Vignini

    Índio Cachoeira e Ricardo Vignini03/05/2015

    Na casa do violeiro Oliveira Fontes, em Guarulhos, grande São Paulo, nos aproximamos da história dos músicos que formaram a primeira Orquestra de Violeiros. Entre eles estão Índio Cachoeira, músico que nasceu em Junqueirópolis, oeste paulista, e desde cedo se interessou pela viola.

    Ainda criança, aprendeu os primeiros acordes e aos 17 anos estreou como profissional. Tocou ao lado de alguns artistas na sua cidade quando o seu principal palco eram as pequenas rádios locais.

    Entre a roda improvisada de viola, Índio Cachoeira conta de quando veio tentar a vida de artista em São Paulo. Trabalhou como motorista, mas logo a arte falou mais alto e estreou a sua primeira dupla com o músico Tião do Gado, famoso pela dupla Carreiro e Carreirinho. Hoje tem dois discos lançados: “Violeiro Bugre” e “Solos de Viola Caipira”.

    Já o violeiro Ricardo Virgnini, lidera o Matuto Moderno, banda que começou em 1999 com o disco “Bojo Elétrico”. Nascido na capital paulistana, o seu gosto pela música caipira veio pela influência da família. O grupo já tem cinco discos lançados e dão ao rock uma pegada mais caipira.

    Da roda de viola partimos para um ensaio do Matuto Moderno com um convidado especial: Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura. A banda brasileira mais famosa de rock pesado no mundo dá à música caipira um tom mais heavy metal nas mãos desse quinteto.

    E é justo a mistura dessa música raiz, da cultura tradicional paulista com o rock and roll que Índio Cachoeira e Ricardo Vignini levam ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação. É lá onde os músicos trazem um pouco mais das histórias e do encontro de um músico que chegou até a viola de improviso, ao lado de quem adaptou a educação formal na música para o aprendizado entre os violeiros.

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  • Rogério Rochlitz

    Rogério Rochlitz26/04/2015

    O Passagem de Som parte diretamente para uma das feiras mais tradicionais da capital paulista: a Benedito Calixto. Em uma banca de vinil, o pianista Rogério Rochlitz e o músico e compositor Fernando Barba relembram dos artistas que ouviam quando jovens.

    Entre Gilberto Gil e Eric Clapton surgem referências como a do músico francês Jean-Pierre Rampal. O músico deixou mais de 300 gravações e foi considerado um dos maiores solistas de flauta, levando o instrumento ao nível mais alto.

    De lá, partimos para um ensaio na casa do pianista que fica entre a Vila Beatriz e a Vila Madalena. É naquele mesmo espaço que o músico compôs, gravou e editou alguns de seus trabalhos como “Móbile”, álbum de 2012, com músicas compostas para espetáculos de dança e que foram adaptadas ao disco.

    Após o ensaio, seguimos para o bairro do Bixiga. No Rancho do Nordestino, os músicos relembram do bairro que já foi um tradicional ponto de encontro dos boêmios, intelectuais e artistas da cidade durante a década de 1960.

    Entre os bares, teatros e cinemas estava o Jogral, um memorável espaço daquela época. Aberto pelo cantor e compositor Luis Carlos Paraná, o pequeno local serviu de palco para canjas históricas como a dos músicos Dizzy Gillespie, Duke Ellington e Oskar Peterson. No bar também era comum assistir alguns músicos em início de carreira, como Jorge Ben, Chico Buarque e Toquinho.

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  • Fábio Peron

    Fábio Peron19/04/2015

    O Passagem de Som começa no bom da música e segue direto para um ensaio com o bandolinista e compositor Fábio Peron. Na rua Tavares Bastos, na capital paulista, encontramos com os músicos da banda que se conheceram ainda durante a faculdade.

    De lá, partimos para o Clube do Choro, na zona oeste de São Paulo. O reduto dedicado exclusivamente a este gênero musical, serve de encontro para relembrar temas guardados na memória de músicos de todo o lado da cidade.

    Na roda de choro, músicas tradicionais e composições próprias se unem aos instrumentistas jovens e outros que já carregam uma certa experiência. Alguns da roda, já tocaram com mestres como Jacob do Bandolin e Pixinguinha.

    De volta ao palco do Teatro Anchieta, Fábio Peron fala das influências que vieram junto com a banda que se firmou após a gravação do primeiro disco, “Em boa companhia”, concebido de forma independente. Antes do show começar, os músicos nos aproximam das suas principais influências e da construção musical que trazem ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • André Juarez

    André Juarez05/04/2015

    O Passagem de Som vai de encontro ao vibrafonista e arranjador André Juarez. O músico que cresceu vendo o pai trabalhar como maestro de uma grande orquestra não seguiu o mesmo exemplo e preferiu se juntar ao seu Le Petit Comitê.

    Após voltar ao Brasil, o músico se encontrou com outros artistas e, juntos, partiram de algumas influências que vão do rock progressivo ao reggae de Bob Marley, do jazz de John Coltrane ao baixo de James Jamerson, para dar voz ao quinteto.

    No ensaio da América do Som, acompanhamos o trabalho de André Juarez junto do CoralUsp. Há 17 anos, ele rege o Coro Azul, arranjando e apresentando temas das três Américas.

    De lá, seguimos até a casa do pianista e compositor Edmundo Villani-Cortês. Aos 84 anos, o pianista fala da parceria com André e relembra da época em que trabalhou como arranjador para as orquestras da Tv Tupi e Globo.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos trazem um pouco mais do encontro com André, ao qual consideram um dos maiores vibrafonistas brasileiro.

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  • Carlos Malta

    Carlos Malta29/03/2015

    De "condomínio" em mãos o Passagem de Som segue para um ensaio com o multinstrumentista, compositor e orquestrador Carlos Malta.

    Em ambiente acolhedor e com uma pausa para um tradicional cafezinho, o músico nos aproxima da história de cada um dos instrumentos que carrega no case, carinhosamente apelidado de condomínio.

    O músico que começou a tocar profissionalmente aos 18 anos, fez turnês com as maiores estrelas da música brasileira como Gilberto Gil, Caetano Veloso e permaneceu também ao lado de Hermeto Pascoal por 12 anos.

    Em 1999, lançou "Carlos Malta e Pife Moderno", em uma mistura da tradição do nordeste com sons contemporâneos.

    Durante um breve passeio, nos aproximamos da história e da poesia de Luiz Gama, na casa que abrigava muitos escravos que eram roubados antes de voltarem para a África.

    No palco do Instrumental Sesc Brasil , os músicos falam das suas influências e de como toda esta orquestra foi arranjada.

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  • Fernando Corrêa

    Fernando Corrêa22/03/2015

    O Passagem de Som mergulha no universo do violonista e arranjador Fernando Corrêa para mostrar como surgiu a ideia do músico de trabalhar em grupo. No palco do Instrumental Sesc Brasil, o músico revela como organizou o seu Combo de artistas ao lado do naipe de sopros.

    De lá, seguimos até o Estádio do Morumbi, sede oficial do São Paulo Futebol Clube. Ao lado de um grande amigo, Fernando Corrêa percorre os bastidores do futebol junto do músico Antônio de Almeida, o Toninho Batera. Juntos, eles dividem além da paixão pela música, a paixão pelo time de futebol.

    Neste mesmo palco de partidas memoráveis, o músico relembra quando fez parte do grande concerto “The Three Tenors”, ao lado do trio de tenores eruditos Plácido Domingo, José Carreras e Luciano Pavarotti, durante uma apresentação para uma plateia de 42 mil pessoas, nos anos 2000.

    De volta ao Sesc Consolação, Fernando traz um pouco das suas influências que vão de Joe Pass, Jim Hall, Hélio Delmiro e Heraldo do Monte. Sobre o palco do Teatro Anchieta, os músicos falam da voz e do papel que cada instrumento desempenha neste tipo de formação.

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  • André Mehmari e Mário Laginha

    André Mehmari e Mário Laginha15/03/2015

    Uma música que foge do preconceito e que se deixa invadir. O ritmo poético que atravessa as fronteiras entre Brasil e Portugal celebra o encontro entre dois grandes pianistas: André Mehmari e Mário Laginha.

    Juntos, os músicos gravaram ao vivo um primeiro álbum do encontro de 2012, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Com um repertório próprio, os músicos comemoram este encontro numérico de dois músicos e dois pianos de 88 teclas.

    Na casa de André Mehmari, o ensaio desta vez será na cozinha. Os músicos preparam um jantar para os amigos com um cardápio pra lá de especial. Entre aromas e sabores, falam do poder de criação que exercem na cozinha e na música.

    De volta ao palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os pianistas um pouco das suas influências musicais que vão do clássico ao popular, do fado ao jazz, da congruência de dois estilos musicais que jamais poderiam competir entre si.

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  • Magno Bissoli

    Magno Bissoli08/03/2015

    O Passagem de Som vai direto ao assunto e parte para um ensaio do quinteto na casa do baterista e compositor Magno Bissoli. Na capital paulista, em espaço íntimo, foi lá que o quinteto resolveu também gravar o álbum do grupo.

    Com composições autorais, suingue e arranjos de Magno Bissoli, o disco Pós-Bossa foi lançado em 2014, numa linha evolutiva da música brasileira, levada a sério e sem perder o gingado original.

    Viciado em seu trabalho, o músico confessa que estudar também é a sua grande paixão. Chegou a lançar o livro “Samba e identidade nacional” durante o curso de doutorado. A obra investiga como um ritmo popular se transformou em uma marca no Brasil.

    E é na Universidade de São Paulo, que o músico encontra com o trompetista e professor Sérgio Cascapera para relembrar parte da trajetória dos músicos e dos bares que fizeram história na capital paulista dos anos 1960. É também no ambiente acadêmico, que os músicos improvisam um ensaio com alguns alunos.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam das suas principais influências e das formações que os músicos passaram. Hoje, o quinteto traz a soma do trabalho de cada um dos músicos.

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  • Autoramas

    Autoramas01/03/2015

    O Passagem de Som embarca na onda retrô e segue com o Autoramas direto para a rua Augusta, na região central de São Paulo. Lá, seguimos até um bar repleto de antiguidades em busca de histórias que fazem parte da banda.

    Em meio aos objetos e capas de vinis, surgem "The Ventures" e "Man or Astro-man?”, bandas que tocaram em trilhas de séries e programas da tv americana.

    Mas é numa verdadeira pista de autorama que a banda acelera pra valer. Com modelos antigos, os integrantes armam a competição e é dada a largada.

    Já no palco do Instrumental Sesc Brasil, no Teatro Anchieta, Gabriel Thomaz, Bacalhau e Flávia Couri falam da formação e das referências que chegaram para a banda.

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  • Otis Trio

    Otis Trio22/02/2015

    O Otis Trio leva o Passagem de Som para conhecer um pouco da cidade de Santo André, no ABC, região metropolitana de São Paulo. Foi no Tupinikim, um tradicional bar da cidade, que o Trio ganhou projeção após realizar uma série de shows.

    De lá seguimos para o 74 Club, para acompanhar um ensaio. Numa versão repleta de músicos convidados, o Trio se transforma em uma banda para mostrar uma "manifestação musical com uma linguagem sem rótulos", na definição dos próprios músicos.

    É lá onde encontramos com os saxofonistas André Calixto e Sintia Piccin, o trompetista Amilcar Rodrigues, além de Richard Fermino no clarone e trombone e Beto Montag no vibrafone para tocar e contar um pouco mais da história do Trio.

    Juntos, os músicos relembram alguns momentos especiais, como a faixa que gravaram ao lado do instrumentista, arranjador e compositor Proveta.

    Já no palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o Trio fala um pouco mais da "levada musical", dos arranjos e dos instrumentos considerados “esquisitos” que os músicos trazem para o palco.

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  • Cia Estadual de Jazz

    Cia Estadual de Jazz15/02/2015

    O Passagem de Som leva o quarteto para conhecer um espaço onde grandes nomes da música estão reunidos: a discoteca da Fundação Padre Anchieta, a Tv Cultura.

    É lá onde os músicos encontram algumas raridades como o LP Getz/Gilberto, álbum gravado em apenas dois dias. Em 18 e 19 de março de 1963, João Gilberto eternizava a bossa nova que traria ainda ao compositor dois Grammys de Melhor Álbum do Ano e Melhor Disco de Jazz.

    No encontro com Paulo Guabiraba, coordenador da discoteca e da rádio, outras preciosidades vão surgindo como o LP “Coisas” (1965), primeiro disco de Moacir Santos.

    Entre capas e álbuns que marcaram a música brasileira, o pianista Sérgio Fayne relembra os momentos que tocou ao lado de Tom Jobim e do encontro de Frank Sinatra com o mestre Tom, em álbum produzido por Claus Ogerman.

    Na Vila Mariana, em São Paulo, vamos até o luthier Paulo Gomes, onde somos convidados a conhecer os baixos produzidos pelo artesão e, de improviso, música e muitas histórias surgem por lá.

    De volta ao palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam do início do quarteto, dos primeiros discos, do entendimento e da linguagem musical que juntos criaram.

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  • Strobo

    Strobo18/01/2015

    Para contar a trajetória da dupla Strobo, Leo Chermont e Arthur Kunz levam o Passagem de Som até a feira de antiguidades da Benedito Calixto, na zona oeste da cidade de São Paulo. Em meio ao passeio, a dupla nos apresenta ainda alguns pratos tradicionais do Pará.

    Lá encontramos também com artistas como a cantora Luê, que lançou o disco "A fim de onda" e gravou a faixa "Cavalo Marinho" em parceria com a banda. A cantora faz parte da nova geração de músicos paraenses ao lado de Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro, Lia Sofia e Gang do Eletro.

    Na Vila Leopoldina, acompanhamos um ensaio onde a dupla fala do setlist preparado para o Instrumental Sesc Brasil. Pautadas no rock and roll, as primeiras músicas ganharam ao longo da trajetória da dupla uma pegada mais eletrônica.

    No palco do Tratro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da parceria, das composições da banda e da influência dos ritmos e da música paraense.

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  • André Marques

    André Marques11/01/2015

    São poucas as palavras que definem a música do pianista, arranjador e compositor André Marques. Mas é na arte de exprimir um som que o Passagem de Som acompanha um ensaio aberto do pianista junto do grupo de Hermeto Pascoal, ao qual o pianista se dedica há 20 anos.

    Cada show é único. Desde quando ingressou no grupo de Hermeto, ele o considera de “pai musical.” Foi ele quem virou a sua cabeça do avesso e ampliou todos os seus conhecimentos como músico e compositor.

    Em Tatuí (SP), acompanhamos uma aula ministrada pelo pianista de práticas de ritmos brasileiros e improvisação no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí. Os temas e arranjos também fazem parte do processo e são compostos durante as aulas.

    Com uma forte pesquisa na música brasileira é sobre o palco onde o seu trabalho ganha força. A Vintena Brasileira é um dos resultados dessa pesquisa, parceria do músico com intérpretes da cidade de Sorocaba (SP). Mas é na recente formação de sexteto que o músico apresenta a sua base melódica no palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Wilson das Neves

    Wilson das Neves04/01/2015

    Antes de contar uma parte da história do baterista e compositor Wilson das Neves, o Passagem de Som vai até o Sesc Osasco, na grande São Paulo, para conferir o lado cantor do músico.

    No projeto comandado pelo radialista Moisés da Rocha, nos aproximamos da trajetória do músico que já tocou em circo, boate, cabarés e em programas de televisão, ao lado de grandes vozes como Jorge Goulart, Gilberto Alves e Elza Soares.

    As parcerias foram tantas que fica difícil lembrar. Entre elas estão Chico Buarque, Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro, Nei Lopes, Ivor Lancellotti entre tanas outras. Mas uma delas é especial, a do músico Osvaldinho da Cuíca.

    É na casa do compositor, cuiqueiro e pesquisador musical que Osvaldinho da Cuíca e Wilson das Neves nos apresentam uma parte da história do samba nacional. É lá, que nos aproximamos da diferença entre o samba carioca e paulista, o samba rural e urbano, o samba do negro e do branco.

    Umas das parcerias mais recentes é com o rapper Emicida. Eles se conheceram em um projeto musical com a ideia de juntar diferentes gerações e foi do projeto que nasceu o tema “Ô, sorte!”, uma homenagem do rapper ao compositor.

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  • Porto

    Porto28/12/2014

    Porto Duo é uma parceria entre os músicos Richard Ribeiro e Regis Damasceno. Vibrafone, bateria, sampler e guitarras têm como ponto de partida os contos e a linha narrativa do escritor argentino Julio Cortázar, em um espaço onde a estranheza e o possível das coisas é o que interessa.

    Numa formação reduzida e com uma limitação de propósito, as histórias ou os temas são contados e tocados em paisagens musicais dentro do pequeno set de instrumentos musicais, onde a melodia sugere o seu caminho.

    Em um estúdio de São Paulo, acompanhamos a gravação de um processo de arranjo coletivo para uma música inédita da Porto. É lá, onde os músicos recebem alguns amigos , como Maurício Takara, Thomas Rohrer e Marcelo Jeneci.

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  • Carlinhos Patriolino

    Carlinhos Patriolino21/12/2014

    Um bandolim que traspassa o tempo e o peito. É assim que o violonista e bandolinista Carlinhos Patriolino traz parte da sua história de um músico que veio do interior do Ceará e cresceu ouvindo serestas e rodas de choro.

    De volta a cidade de São Paulo, o músico relembra alguns momentos de quando arriscou a vida na cidade grande. Após 30 anos, reencontra com o músico Edmilson, companheiro do Clube do Choro.

    Parte da sua trajetória também foi marcada pelo boxe. O músico nos leva até o Ginásio de Esporte de São Paulo, local onde treinava e deixou alguns amigos. Mas sobre o ringue, o duelo dos tempos atuais acontece entre o violão e o bandolim, ao lado do músico e lutador de boxe Odemilson de Jesus.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico traz mais da sua formação e do encontro com os músicos que o acompanham. Juntos, eles falam da mistura de ritmos e gêneros que levam ao palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Duda Neves

    Duda Neves14/12/2014

    Transformar a paisagem em música é a inspiração máxima do baterista e compositor Duda Neves. Na beira do mar de Ilhabela, litoral norte de São Paulo, encontramos com o músico que nos mostra como se faz som com a água do mar.

    Mas é no estúdio em São Paulo onde encontramos com o pianista Michel Freidenson, e com o baixista Sylvinho Mazzucca. O trio traz uma parte de suas trajetórias unindo música e amizade num espaço aberto para o improviso.

    Foi no estímulo da Jovem Guarda, The Beatles, do começo da bossa nova e do rock and roll que o grupo traçou as suas maiores influências para compor o que hoje o trio considera um jazz bebop.

    Mas é em Ilhabela, na Praia do Sino, onde o músico apresenta o som das pedras. De improviso, ele canta e toca “Lugar Comum”, uma composição de Gilberto Gil e João Donato.

    É também no litoral onde o músico nos apresenta o Instituto Verdescola, local onde o músico “planta” a semente musical para as crianças da comunidade. Juntos, eles trazem uma breve apresentação ao público do Sesc Anchieta, no palco do Instrumental Sesc Brasil.

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  • Jaiz in 4

    Jaiz in 407/12/2014

    O Passagem de Som vai até o Teatro Municipal de São Paulo para conhecer uma parte da história do Jaiz in 4, um grupo que começou na década de 1970 com o trombonista Roney Stella.

    Entre orquestras, bandas e o disco Clara Crocodilo que gravou com Arrigo Barnabé aos 16 anos, o músico se dedica a um trabalho bastante voltado à música instrumental.

    No ensaio, os músicos exploram temas contemporâneos, contam parte das suas trajetórias e das suas influências musicais, como Miles Davis e o Hans-Joachim Koellreutter. O maestro alemão veio para o Brasil na década de 1930, foi professor de Tom Jobim e influenciou também o tropicalismo de Tom Zé, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

    Pautados na improvisação, os músicos falam de como incorporaram a influência do erudito e do jazz para as suas formações, composições e o estilo que trazem ao palco.

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  • Néctar do Groove

    Néctar do Groove30/11/2014

    Uma banda que não é uma banda. Uma banda que não se considera como um grupo. A “gangue” vinda da Paraíba é nome dado pelos próprios músicos para esta formação. No Passagem de Som, eles trazem um pouco do suingue e do groove que apresentam nas jam sessions realizadas frequentemente na noite de João Pessoa (PB).

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação (SP), eles falam um pouco das composições, das ideias de melodia e da mistura de ritmos e instrumentos que trazem ao palco como o rock progressivo, o groove, a viola caipira e toda a interatividade provocada entre eles.

    Nos arranjos colaborativos, mais um jeito particular de compor. As ideias são somadas por um ou dois músicos e, por fim, desarranjadas por outro: “o que um faz, o outro desmancha.” O coco, as toadas das lavadeiras e a influência religiosa também estão presentes nesta onda musical.

    Na Serralheria, palco das bandas autorais de São Paulo, os músicos encontram com o saxofonista e compositor Thiago França. Juntos, eles falam da confluência e das referências da música instrumental e dos ritmos que cada músico traz.

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  • Leo Mitrulis

    Leo Mitrulis23/11/2014

    Junto com o músico e compositor Leo Mitrulis o Passagem de Som embarca num passeio pelos lugares e praças da cidade de São Paulo. Os locais serviram de inspiração para as composições do segundo álbum do músico, chamado “Boa Praça.”

    Começamos por duas composições que marcam o centro antigo da capital. O Pátio do Colégio traz um sabor de infância e a Praça da República lembra os caminhos que o músico fazia com a mãe.

    O trajeto do passeio e das notas, marca o lado emblemático e caótico de alguns prédios daquela região, traduzidos e improvisados em música que ganham mais personalidade com cada instrumento.

    De lá, seguimos para um ensaio da banda em Indianópolis, na zona sul da capital. É lá onde o músico traz um pouco da trajetória, do encontro e da formação do grupo com quem divide o seu segundo trabalho autoral.

    Já o tema “Boa Praça”, que deu nome ao álbum, é na verdade uma dedicação ao maestro e pianista Amilton Godoy. Ao lado do professor, Mitrulis toca e relembra seus tempos de aluno e da amizade que guarda até hoje.

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  • André Geraissati

    André Geraissati16/11/2014

    O Passagem de Som vai até a casa do músico e compositor André Geraissati. É lá onde o músico guarda uma das suas três relíquias. Na garagem, três carros antigos da década de 1980.

    De carona com o Passagem de Som o músico relembra da primeira música que tentou tirar no violão. A música era fruto do disco que pediu para a sua mãe comprar, o álbum “What´d I Say” (1961), do Rai Charles.

    Ao lado de Netinho, baterista de Os Incríveis, os músicos falam de The Clevers e relembram algumas referências da música e da história do rock and roll brasileiro. Para complementar a história, visitamos a casa do músico Carlos Alberto Lopes, o Sossego, uma lenda da música nacional conhecido por criar o amplificador Tremendão e a guitarra Supersonic, lançados nos anos 1960, pela Giannini.

    Nos estúdios da Rádio Capital, encontramos com o produtor musical e jornalista Antônio Aguillar, que leva ao ar o programa “Jovens Tardes de Domingo”, com o melhor dos ritmos da década de 1960.

    Já no palco do Teatro Anchieta, Geraissati começou fala das afinações dos seus violões e das composições, do músico que começou com Os Mutantes e Roberto Carlos, antes de formar o seu primeiro trio, Violões D´Alma, em 1978.

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  • Manoel Cruz

    Manoel Cruz09/11/2014

    O ensaio já vai começar. Mas antes, o músico e contrabaixista Manoel Cruz nos traz uma parte da sua trajetória. Do primeiro emprego como assistente de escritório até o início da carreira musical e suas principais influências.

    Ao lado do maestro, pianista e compositor Adylson Godoy, Manoel ganhou o seu primeiro trabalho no estúdio do maestro e também a sua primeira chance como músico profissional.

    Em Mogi das Cruzes, acompanhamos um show de Moacyr Franco, ao qual Manoel atua como supervisor técnico de som e contrabaixista.

    Ao angariar recursos via crowdfounding na internet, o músico conseguiu arrecadar 40% do valor total para gravar o seu primeiro álbum. Com ritmos latinos e o jazz funk americano ele deu início a um grande projeto.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músicos falam da composição autoral de Manoel e das possibilidades que a música contemporânea oferece em se reinventar.

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  • Frank Herzberg Trio

    Frank Herzberg Trio02/11/2014

    Há quase 20 anos morando e trabalhando no Brasil, o músico alemão Frank Herzberg recebe o Passagem de Som durante uma tarde de ensaio na sua casa, em São Paulo.

    O baixista Frank Herzberg, o pianista Alexandre Zamith e o baterista Zé Eduardo Nazario mostram como o Trio trabalha e juntos, discutem partituras, composições e influências que permeiam o álbum “Handmade”, o último do Trio.

    De uma nota ao motivo principal, acompanhamos uma aula particular de improvisação. O aluno é ninguém menos que o pianista, compositor e professor Osmar Barutti. Ao lado de Frank, eles lembram da época em que estudaram na Berkelle College of Music, em Boston.

    Também acompanhamos uma tarde no programa de jazz ao qual o músico faz parte. Mas é no palco do Instrumental Sesc Brasil, onde os músicos trazem a sutileza do Trio, numa mistura de sotaques e origens, repleta de personalidade.

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  • Arismar do Espírito Santo

    Arismar do Espírito Santo26/10/2014

    Antes de preparar um tradicional almoço na casa do multi-instrumentista e compositor Arismar do Espírito Santo, vamos em busca dos ingredientes numa tradicional feira livre na Vila Madalena, bairro da zona oeste da capital paulista.

    O músico junto da esposa Eni e família, costumam reunir músicos e amigos aos sábados. O cardápio, muitas vezes só é definido na feira. Enquanto o almoço vai sendo preparado, o repertório ganha um tempero especial de acordo com os convidados.

    O pianista e amigo Laércio de Freitas, a pandeirista Roberta Valente e o bandolinista Fábio Peron e a flautista Léa Freire são alguns dos músicos e amigos ilustres para este sábado.

    Após o encontro pra lá de familiar, seguimos para o lançamento do disco “Roupa na Corda”, que marca 40 anos de carreira de Arismar. Lá, encontramos com mais um apanhado de músicos e amigos que nos brindam com parte da trajetória e das parcerias com o músico.

    No palco do Teatro Anchieta, é hora de afinar o som e os instrumentos. Mas como o clima é para lá de descontraído, sempre sobra tempo para uma conversa divertida e bastante animada.

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  • Antonio Adolfo

    Antonio Adolfo19/10/2014

    O Passagem de Som começa por um programa na rádio com o músico Arrigo Barnabé. Parceiros da música independente brasileira, os músicos comentam sobre o álbum “Feito em Casa”, produzido em 1977, vendido e distribuído pelo próprio Antonio Adolfo, numa época em que as gravadoras já dominavam o mercado fonográfico.

    Nos estúdios da rádio, o músico fala da sua trajetória e de alguns encontros especiais com Tim Maia e a pianista e compositora francesa Nádia Boulanger, ao qual foi aluno durante um ano.

    A carreira começou aos 17 anos, quando tocava no Rio de Janeiro na companhia de Carlos Lyra, no show “Pobre Menina Rica.” Depois seguia para o segundo show da noite com Leny Andrade, Trio 3-D e o trombonista Raul de Souza.

    No encontro com a jornalista e musicóloga Maria Luiza Kfouri, o músico fala dos grandes sucessos como “Teletema” e “Sá Marina”, sucesso dos festivais de música popular de 1968, gravado por Wilson Simonal, Stevie Wonder e Sergio Mendes, em uma versão em inglês que chamava “Pretty World”.

    O músico também fala da sua parceria ao lado de Elis Regina e do trabalho como cancionista e instrumentista. Já no palco do Teatro Anchieta, o músico traz o seu trabalho “Finas Misturas”, um dos mais recentes da sua carreira.

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  • Gasolines

    Gasolines12/10/2014

    Numa tradicional loja de discos da Galeria do Rock, no centro de São Paulo, parte da história das bandas da cena independente da música brasileira e internacional é contada pelos integrantes do Gasolines.

    Numa parceria com Luiz Calanca, produtor musical e empresário, o Gasolines ganhou sua primeira gravação com outras bandas de garagem de São Paulo no álbum Brazilian Pebbles, de 2000.

    Também foi com o mesmo produtor que eles gravaram a primeira K7 “Wild and Primitive!!”, guardada até hoje nas prateleiras da loja.

    Mas é na feira de vinil da Avenida Paulista que eles encontram com o crítico de música José Antônio Algodoal para falar da cena musical brasileira e das influências que cada região exerce nas suas bandas.

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  • Sidiel Vieira

    Sidiel Vieira05/10/2014

    O contrabaixista Sidiel Vieira recebe o Passagem de Som na sua casa para mostrar onde ele passa a maior parte do seu tempo. Ensaiando, estudando e pesquisando, é de lá que saem os temas que compõe como a homenagem à filha Ana Luiza, que brotou em ritmo de samba levado e arteiro.

    Seus estudos começaram na igreja quando se dedicava ao eufônio, instrumento de sopro da família dos metais. Aos 13 anos quando já tocava baixo elétrico, Sidiel foi inscrito em uma oficina de música para contrabaixo acústico, por um erro da sua irmã. De lá para cá ele vem se dedicando ao instrumento.

    No Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, o músico se encontra com a pianista Débora Gurgel. É lá, onde o diálogo entre os instrumentos parte de uma série de provocações e respostas, numa conversa viva e divertida entre os músicos.

    No Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam ainda do ritmo e da influência da música latina presente a cada nota sobre o palco. Também apreciamos o encontro com o violonista e compositor Romero Lubambo, uma parceria pra lá de afinada desde o primeiro encontro.

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  • Cama de Gato

    Cama de Gato28/09/2014

    Mantendo a mesma tradição dos shows do Cama de Gato, o Passagem de Som abre o Programa com o tema “Gonzagueando.” Composto por Jota Moraes em uma homenagem ao Gonzaguinha e ao Gonzagão, o tema traz um ritmo forte pra lá de brasileiro.

    Em 1992, com a saída do pianista Rique Pantoja, quem assume os teclados é o músico e compositor Jota Moraes, introduzindo ritmos, instrumentos e influências tradicionais da música brasileira ao grupo, como o baião e o vibrafone.

    A banda formada originalmente em 1986, já gravou seis discos sendo que o primeiro chegou a vender mais de 75 mil cópias, um verdadeiro feito na história da música instrumental brasileira.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da composição e da identidade do grupo, que se expressa de uma forma única desde a sua primeira formação.

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  • Jorge Shy

    Jorge Shy21/09/2014

    O Passagem de Som leva o músico Jorge Shy para visitar um dos seus primeiros professores de música, o guitarrista e colecionador Marcus Rampazzo.

    No estúdio na Mooca, região central da cidade de São Paulo, muitas histórias para contar. Foi em 1989 que Rampazzo enviou uma fita gravada para o ex-beatle George Harrison, tocando as músicas do ídolo. O material ficou perfeito e o guitarrista que influenciou milhares de gerações retribuiu com outra fita gravada, com uma mensagem elogiando o seu trabalho.

    Entre os diversos instrumentos colecionados, encontramos um violão-harpa, o mesmo modelo usado por Jimmy Page na música "The Rain Song", da banda inglesa Led Zeppelin. Como colecionador há quase 40 anos, ele se orgulha de ter comprado todos os modelos de guitarras tocadas por George Harrison.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Jorge Shy fala do seu encontro com o jazz. Ao final dos anos 1980 ele se juntou ao cantor e baixista Leoni, para formar os Heróis da Resistência. Após este encontro, o guitarrista passou a estudar e a compor com base no gênero até a formação do seu quarteto.

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  • Funkalister

    Funkalister14/09/2014

    O Passagem de Som abre o programa com um passeio pelo centro da cidade de São Paulo. Na tradicional Galeria do Rock, os integrantes da banda Funkalister vão até uma loja de vinil para garimpar alguns álbuns que rapidamente despertam histórias com capas e músicas que influenciaram a trajetória da banda.

    De lá, seguimos com a banda de Porto Alegre (RS) para o Centro Cultural Rio Verde, em Pinheiros, para encontrar com a big band paulistana Funk Como Le Gusta. Numa conversa descontraída com o trompetista, trombonista e backing vocal, as bandas se integram para um rápido improviso.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, os músicos falam da formação da banda, das composições e da influência do rock gaúcho dos anos 1980. A banda que tem o funk dos anos 1970 como base não se restringe apenas a um único gênero e aposta numa integração entre o blues, o soul e muitos outros ritmos latinos.

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  • Ricardo Mac Cord

    Ricardo Mac Cord07/09/2014

    Em uma breve passagem por São Paulo o pianista e compositor aproveita para visitar uma grande amiga, a cantora Cida Moreira. Na sala e ao lado do piano, os músicos relembram um pouco da trajetória e trazem alguns momentos de quando tocaram juntos pela primeira vez, no Rio de Janeiro.

    O parceiro de grandes vozes brasileiras como Angela Ro Ro fala das suas principais influências e de como a música marcou o seu caminho. Entre conversas, risadas, memórias e muitos acordes que facilmente chegam ao piano, os músicos improvisam "My Funny Valentine", composta originalmente em 1937, por Richard Rodgers e Lorenz Hart.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, Ricardo fala do seu trabalho como compositor e da parceria que realiza junto do seu trio. É lá, onde a melodia corre solta entre o piano, a flauta e o violoncelo.

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  • Rafael Macedo

    Rafael Macedo31/08/2014

    O Passagem de Som recebe o pianista e compositor Rafael Macedo para mais uma visita a São Paulo. Acompanhado de sua banda, o pianista nos leva até o bairro onde viveu quando criança. É lá que surgiram os primeiros estímulos musicais, quando se emocionava ao ouvir a sua mãe tocar ao piano algumas árias de Bach.

    No Teatro Oficina, sede do dramaturgo Zé Celso, encontramos uma velha amiga do grupo. A cantora e atriz Juliana Perdigão veio de Belo Horizonte (MG) e conta como é o trabalho que desenvolve na capital paulista desde 2013. Juntos, eles lembram de antigas parcerias que inclui a gravação do disco "Quase em Silêncio", álbum de Rafael Macedo e Pulando o Vitrô.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, a conversa é com os músicos da banda. O gaitista Gabriel Grossi fala da assinatura na música de Rafael. O contrabaixista, Felipe José, traz a sua impressão do gosto musical do compositor. O guitarrista, João Antunes, aborda a escrita do compositor e o baterista Yuri Vellasco complementa com o ritmo e o caminho alternativo de cada composição. Já o flautista Alexandre André arremata a conversa com os timbres e a musicalidade de cada instrumento de uma música, que segundo eles, não se resume a uma forma única de expressão.

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  • Nenê Trio

    Nenê Trio24/08/2014

    O Passagem de Som começa com um relato de uma longa parceria e amizade entre o pianista Aloísio Pontes e o baterista Nenê. Os músicos que moraram com artistas como Milton Nascimento, Taiguara e Nelson Ned já passaram por grandes aventuras e juntos, viram músicas que se tornariam grandes sucessos sendo escritas em papel de pão.

    Parte da sua trajetória que ganhou forma ainda na década de 1970, ao lado de nomes como Egberto Gismonti e Elis Regina, é contada pelo próprio Nenê. Um dos maiores desafios, foi quando começou a estudar piano para se juntar ao grupo de Hermeto Pascoal.

    Na sala de aula acompanhamos o mestre Nenê que apresenta, ao lado de jovens talentos, um pouco dos standards do jazz e das suas composições além do desenrolar da improvisação.

    Mas é do estudo diário da bateria afinada em Si Bemol que saem todas as melodias e harmonias que para o Trio. Quando em cena, a experiência e as composições revelam um pouco mais da personalidade de um músico que apresenta hoje, o trabalho que considera ser o mais importante da sua carreira.

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  • Luiz Brasil

    Luiz Brasil17/08/2014

    O músico, produtor e arranjador Luiz Brasil desembarca em São Paulo para mais um show na capital paulista. Antes de falar em música, vamos até a Sociedade Esportiva Palmeiras para uma partida de tênis de mesa.

    O primogênito de uma família musical aquece os pulsos e começa a partida que logo se transforma em uma aula com Ubiraci Rodrigues da Costa, o Biriba, considerado o "Pelé" do tênis de mesa.

    De lá, seguimos para a praça John Lennon, na Lapa, região oeste de São Paulo. Em meio ao verde o músico nos traz parte da sua história e das suas principais influências musicais como o rock progressivo dos The Beatles e Led Zeppelin.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o violonista e guitarrista fala dos artistas que lhe deram grandes lições como: João Gilberto, Gilberto Gil e Miltinho. Agora, é mostrar um pouco da arte de quem se auto intitula um "músico vira-lata."

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  • São Paulo Underground

    São Paulo Underground10/08/2014

    Do nome da cidade e da integração de três músicos nasceu SP Underground. Da cena contemporânea e urbana partimos para uma conversa com Rob Mazurek (cornet e flauta), Mauricio Takara (bateria, cavaquinho) e Guilherme Granado (teclados, eletrônicos).

    Além da música outra característica em comum: o gosto pelo skate. Na praça Roosevelt, região central da cidade de São Paulo, conferimos algumas manobras e uma rápida conversa sobre a integração da banda, das principais influências e de como embarcaram no universo da música.

    No estúdio El Rocha, em Pinheiros, os músicos falam da produção do álbum "Beija Flors Velho e Sujo" e relembram alguns festivais por onde passaram. Alguns memoráveis, como a parceria para lá de especial durante a Virada Cultural 2013, com a participação do saxofonista de jazz americano Pharoah Sanders.

    No palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação, conferimos parte da trajetória e da integração dos músicos. No encontro que já dura mais de dez anos, eles falam da confiança que trazem sobre o tablado e de como trabalham cada composição.

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  • Lavoura

    Lavoura03/08/2014

    Estamos no elevado Presidente Costa e Silva, o Minhocão. Em um tradicional cartão postal da cidade de São Paulo, os integrantes da banda mostram a influência e a relação da música com a cena urbana.

    A cidade que possibilita aos músicos viverem da sua arte revela a música alternativa e independente. Foi da mistura do rock, do jazz e do eletrônico que nasceu a identidade do grupo que traz influencias de músicos como Deodato, Azymuth, Pipo Pegoraro e Bixiga 70.

    No Largo da Banana, local onde foi erguido o Memorial da América Latina, os artistas dialogam com a arte moderna e comparam a música com a forma do arquiteto Oscar Niemeyer. Foi lá na região da Barra Funda onde nasceu o samba paulistano.

    Antes de subir ao palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, acompanhamos um ensaio da banda no o ateliê La Tintota. No ambiente coletivo, a banda fala do ambiente de experimentação e de como chegaram no "eletrônico orgânico."

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  • Ricardo Herz

    Ricardo Herz27/07/2014

    Estamos no Beco do Batman, uma viela tradicional da Vila Madalena, bairro da zona oeste da cidade de São Paulo. O local por onde o Passagem de Som faz a sua primeira parada é conhecido pelos muros grafitados e leva o violinista Ricardo Herz de encontro com a sua infância.

    O gosto pelo violino erudito veio aos oito anos de idade. Com o tempo, ele se interessou também pela música popular e pelo jazz, levando o músico a estudar fora Brasil com grandes nomes da música instrumental.

    No passeio pela Vila Madalena encontramos com outros artistas. É lá, onde o músico nos apresenta a melhor feijoada, o pastel de feira e uma roda de choro que acontece num dos botecos daquele bairro.

    Já no Estúdio 185, partimos para um ensaio com o baterista Pedro Ito, e o violonista Michi Ruzitschka. Antes de subir ao palco, Herz prova que violino tem suingue e que, o clássico instrumento, também pode gingar no choro e na música popular.

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  • Romero Lubambo

    Romero Lubambo20/07/2014

    Da raiz da bossa nova carioca ao jazz americano o tom da conversa entre uma das maiores referências do violão brasileiro é um só: a eterna paixão pela música. Sem fazer esforço, Romero Lubambo ganha elogios rasgados de músicos como Adenilson Prado, Luciana Souza,Leny Andrade e Paquito D´Rivera.

    Nascido numa família de músicos, o violonista arranhou as primeiras notas vendo o tio tocar. A partir dos 13 anos de idade, desenvolveu um sistema de aprendizado autônomo e viu surgir o começo de uma carreira dedicada à música.

    Direto do restaurante dos artistas, no Leme (RJ), a cantora Leny Andrade fala da sua trajetória e dos momentos ao lado do amigo violonista. Juntos, eles gravaram apenas dois álbuns de violão e voz, mas sobre o tablado, rodaram o mundo levando a música brasileira em uma eterna parceria.

    Há quase 30 anos vivendo nos Estados Unidos, Romero nos aproxima da sua trajetória e conta como é manter um violão com sotaque pra lá de brasileiro.

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  • Anne Paceo

    Anne Paceo13/07/2014

    O Passagem de Som leva a baterista francesa Anne Paceo para um passeio entre os ritmos brasileiros. Para isso, vamos até o Instituto de Bateria Vera Figueiredo, onde os músicos são apresentados aos instrumentos tradicionais do samba como a cuíca e o pandeiro.

    Eclética por natureza, a baterista se diz influenciada por por diferentes músicas de diferentes viagens. De passagem pelo Brasil, ela conta um pouco do seu encontro com os ritmos musicais que vão do toque africano, escandinavo ou asiático, chegando até a influência da música clássica, do pop ou do rock.

    Como num ciclo em que a música leva às viagens e as viagens às músicas, Anne Paceo nos aproxima dos caminhos e da sua fonte de inspiração quando o assunto é a composição .

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  • Leo Eymard

    Leo Eymard06/07/2014

    Logo de chegada a São Paulo o Passagem de Som convida o músico e compositor mineiro Leo Eymard para ganhar novos ares. Acompanhado do comandante Ferreira Pinto, vamos até um simulador de voo na base do aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo.

    Para o músico, compositor e um eterno apaixonado por manobras aéreas, uma aula de aviação. Para o comandante e violonista, o "Samba do avião." Juntos, decolamos na música do jovem talento da música mineira que foi um dos vencedores do Prêmio BDMG Instrumental, em 2013.

    De lá, seguimos para a oficina do mestre e luthier João Scremin. Da fábrica de instrumentos em São Paulo saíram instrumentos para grandes músicos, como Yamandu Costa, compositor ao qual Leo dedica algumas interpretações.

    Já no palco do Teatro Anchieta, o encontro acontece com o acordeonista Toninho Ferraguti, músico convidado que acompanhou Leo Eymard durante o Prêmio BDMG Instrumental.

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  • Pablo Passini

    Pablo Passini29/06/2014

    Nascido numa cidade do interior, o guitarrista e compositor Pablo Passini nos apresenta parte da memória de infância e de como começou a estudar música. Do rock e do tango ao folclore do samba argentino. Dos discos, das influências e da memória da família nasceram a escolha por cada nota musical.

    Na exposição "Mais de Mil Brinquedos para a Criança Brasileira", ele compara a música como uma grande brincadeira, ainda que a composição aqui se encaixa num outro contexto.

    No encontro com o projeto ChoroBlue, liderado pelo diretor John K. Berhman, Pablo Passini improvisa e relembra as aulas de musicalização para crianças de escola pública, que ministrava em Buenos Aires.

    Já no atelier da artista plástica Cinthia Camargo, participamos junto com o músico, de uma oficina de desenhos lúdicos e muita tinta guache.

    No palco do Teatro Anchieta, acompanhamos uma parte do ensaio e da trajetória do quinteto que mistura uma certa influência do Clube da Esquina com o rock argentino dos anos 1980.

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  • João Paulo Gonçalves

    João Paulo Gonçalves22/06/2014

    Estamos na estrada a caminho de Sorocaba, interior de São Paulo. Seguimos para a comemoração do show de dez anos da Orquestra Vintena Brasileira. O grupo de 23 pessoas que já passou por diversas formações, está sob o comando do maestro André Marques.

    O encontro é comemorado ao lado de uma das maiores referências da música instrumental brasileira, Hermeto Pascoal.

    De lá, seguimos para uma noite no bar Jazz nos Fundos, em São Paulo. É lá onde João Paulo Gonçalves encontra com o guitarrista Fernando Corrêa, mestre responsável por formar uma nova geração de guitarristas.

    No palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, é hora de afinar cada instrumento e conferir os últimos detalhes da apresentação. Acompanhamos de perto um trecho do ensaio ao lado dos músicos Léo Ferrarini, Marcel Bottaro e Rodrigo Moninonio. Mas agora é chegada a hora do silêncio. As luzes do teatro se apagam, o Instrumental Sesc Brasil já vai começar.

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  • HAB

    HAB16/06/2014

    O Passagem de Som vai até a Casa NAM, um espaço cultural na zona oeste de São Paulo, para marcar um encontro com os integrantes do HAB. É lá onde acontece diversos movimentos culturais, como a exposição de desenhos do músico Guilherme Valério.

    O local que mantém uma programação entre shows e exposições também reserva um espaço para o ensaio do grupo. Juntos, eles nos aproximam da história da banda que partiu do encontro entre amigos e que não tem como base um ritmo ou um estilo musical. Foi a mistura de gêneros e influências que vai do hardcore ao punk rock, do funk até o reggae que uniu os músicos.

    O skate também foi um movimento que deu maior identidade ao grupo. Na praça Mamonas Assassinas, em Guarulhos (SP), os integrantes falam de como se identificaram na música e dos caminhos que percorreram até chegarem aos seus instrumentos.

    Jä no palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, a banda conta com a participação especial do cavaquinho de Maurício Takara. Juntos, os músicos afinam a estética da banda e falam como se organizaram para apresentar os 12 temas que trazem ao Instrumental Sesc Brasil.

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  • Wilson Dias

    Wilson Dias15/06/2014

    Hora de afinar a prosa e entrar no universo da viola. E como a memória do sertanejo está presente na obra do violeiro e compositor Wilson Dias, seguimos com o músico até a cidade de Campinas, no interior de São Paulo, para acompanhar de perto o projeto Viola e Café.

    O encontro é com a cultura caipira. É lá onde músicos como Luiz Franco e Levi Ramos trazem um apanhado da história da viola e das cantorias da década de 1960.

    Na casa de Júlio Santim, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, acompanhamos o ensaio que traz como inspiração o Vale do Jequitinhonha (MG). É do sertão mineiro que saiu a "mucuta" de sons e sonhos trazidos daquela região, além do tema popular que o pai de Wilson Dias tocava para acompanhar a esposa.

    Com um pé na roça e outro na cultura popular, o músico nos apresenta a trilha sonora de uma vida que começou sem luz elétrica, pouca água, e com caminhadas diárias de 16 km até a escola.

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  • Fabiano de Castro

    Fabiano de Castro08/06/2014

    Para contar a história do músico que nasceu em São Paulo, mas cresceu em Minas Gerais, vamos até o Morro do Querosene, na zona oeste da capital paulistana. É "Lá do Alto do Morro" que o pianista se inspirou para compor o seu segundo CD autoral.

    E para conhecer melhor as ruas do bairro onde o músico mora, vamos de encontro com outros artistas como o músico e compositor Dinho Nascimento, responsável pela criação da Orquestra de Berimbaus.

    De lá seguimos pelas ruas do Morro até a casa do artista plástico D'Ollynda. Conhecido por colorir as ruas do bairro, ele nos apresenta a sua arte e abre um baú cheio de vinil de onde sai um LP de Lô Borges, que fica de presente para o músico.

    O ensaio acontece em clima mineiro. Com pausa para o cafezinho, os músicos falam da vida de artista e da formação do sexteto, versão montada exclusivamente para o Instrumental Sesc Brasil.

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  • Pascoal Meirelles

    Pascoal Meirelles01/06/2014

    Bairro de Botafogo, Rio de Janeiro. É lá na vila da rua Bartolomeu Portela, número 29, onde encontramos com o músico e compositor Pascoal Meirelles. Com quase 50 anos em solo carioca, o músico traz uma parte da sua trajetória e nos apresenta o local que serviu de inspiração para compor 17 discos, seis deles para o Cama de Gato, grupo que fundou junto com Mauro Senise, no início da década de 1980.

    Pelas ruas do bairro o músico conta sobre moradores ilustres como os ex-craques de futebol Jairzinho, o furacão da copa de 70, além da história de Afonsinho, o jogador que costumava hospedar artistas no começo da carreira como o cantor Fagner.

    A pé seguimos pelas ruas e seus personagens até chegar na casa do compositor e produtor musical Hermínio Bello de Carvalho. De papo leve e muita história para contar vamos até “Chega de Saudades”, uma das faixas do álbum gravado ao vivo em 1968, no Teatro João Caetano (RJ), para o álbum de Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e Jacob do Bandolim.

    Entre ensaios e depoimentos nos aproximamos da história do músico que chega de mansinho ao palco do Teatro Anchieta, em São Paulo, e que carrega na bagagem grandes parcerias firmadas ao longo da sua trajetória com músicos como Gonzaguinha, Chico Buarque, Edu Lobo e muitos outros.

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  • Lucas Telles

    Lucas Telles25/05/2014

    Sete cordas de uma viola quase caipira e muita história para contar. É assim que o Passagem de Som embarca na composição de Lucas Telles, o jovem músico mineiro que começou aos 10 anos de idade a estudar violão. Aos 24 anos, o compositor e arranjador foi um dos destaques na 13ª edição do Prêmio BDMG Instrumental, realizado em Belo Horizonte (MG), em 2013.

    De carona com o músico e banda pela cidade de São Paulo, seguimos até o Sítio Morrinhos, uma construção de 1702, em Santana, zona norte da capital paulista. É na construção rural de paredes em taipa de pilão que ainda guarda traços da vida colonial e da cultura caipira, que vibram as primeiras notas do violão.

    No sítio, Lucas encontra com Alessandro Penezzi, outro grande violonista. A troca de acordes e até de violões, aproxima ainda mais a linguagem do choro tradicional cantado pelo violão de sete cordas. O instrumento nasceu para acompanhar as rodas de violão mas hoje, é destaque e mostra com bastante autenticidade o que é um violão brasileiro.

    Já no palco do Teatro Anchieta, acompanhamos o ensaio do compositor e arranjador ao lado de um convidado especial, o clarinetista e saxofonista Nailor ´Proveta´ Azevedo. De conversa afinada é chegado o momento do show começar.

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  • Da Do

    Da Do18/05/2014

    De bike e instrumentos embaixo do braço, acompanhamos o saxofonista e compositor Da Do até o Parque do Trianon, em São Paulo. Sob a flauta da escultura “Fauno” (1942), de Victor Brecheret, o músico fala dos temas e dos artistas que inspiraram a sua carreira como The Billy Strayhorn, principalmente da gravação “Lush Life”, feita por John Coltrane, em 1963.

    Flauta transversal, clarinete, sax soprano e sax tenor fazem parte da trajetória do músico que recebe o Passagem de Som em sua casa para uma tarde de ensaio. Cada instrumento conta uma parte da história de Da Do e o ensaio, traz um pouco do samba-jazz e do choro apresentado pela banda.

    Das recordações, Da Do fala do encontro com Dom Salvador e do disco que gravou anos depois, quando morou em Nova York. Da estante de vinis, Paquito D’Rivera, Mario Bauzá, Orquestra do Machito, Charlie Parker e Louis Armstrong estão como um dos personagens mais importantes do jazz na opinião do músico.

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  • Trio Corrente

    Trio Corrente11/05/2014

    Para contar a história do Trio Corrente o Passagem de Som parte do começo e vai até um bar no bairro de Moema, na zona Sul de São Paulo. Foi lá onde o Trio se reuniu pela primeira vez e ganhou força e público ao longo de muitos encontros.

    No bar de clima intimista, o Trio foi visto por músicos como Gennoshin Yasui, que promoveu uma gravação caseira do que viria a ser o primeiro álbum do grupo. O projeto não foi finalizado, mas a cópia rodou informalmente pelo mundo do jazz e chegou a ser ouvida por Ron Carter, o que rendeu aos músicos convites para diversos festivais pelo mundo afora.

    No Alto de Pinheiros, o Trio segue para um ensaio com o pianista e compositor Benjamin Taubkin, que traz uma parcela da história e do panorama dos trios de jazz e da pré-bossa nova brasileira, ao qual o Trio faz parte.

    Acompanhamos também uma conversa com o saxofonista e clarinetista Paquito D'Rivera, que relembra o show que apresentou junto do Trio em 2013, em Ilhabela, no litoral paulista, com músicas do disco "Songs for Maura".

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  • Bamboo

    Bamboo04/05/2014

    De carona com o Bamboo, o quinteto formado por Bernardo Ramos, Vitor Gonçalves, Alex Buck, Bruno Aguilar e Josué Lopez, o Passagem de Som sai pelas ruas de São Paulo e traz um pouco das afinidades e da história que cada músico tem para contar.

    E para entrar num clima bem musical, a primeira parada acontece na Feira de Antiguidades do Masp, onde uma vitrola desenrola as primeiras notas da conversa. Logo, partimos para a Feira de Vinil na Vila Romana, onde facilmente é possível identificar e afinar o gosto musical do grupo.

    Já o ensaio do dia acontece na casa do baterista Alex Buck. É lá, onde Vitor Gonçalves apresenta uma das faixas de sua autoria, "Cortel You Road." O baterista também fala do tema que compôs para o grupo, "Bambuzal", música que faz questão de manter aberta para o improviso do coletivo.

    No palco do Teatro Anchieta acompanhamos a montagem de palco e um pouco mais da vivência do grupo. É hora de colar as partituras, plugar e afinar os instrumentos antes de deixar a música soar pelos quatro cantos do teatro.

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  • Andrea Drigo

    Andrea Drigo27/04/2014

    A música como linguagem primeira, o violão que surge para uma criança em forma de amigo e o incentivo por parte do pai contam um pouco da história da musicista e violonista Andrea Drigo. O Passagem de Som traz um pouco dos encontros e das memórias, através da simplicidade de uma música reduzida à sua essência, revelando-se numa conversa lúdica.

    Na oficina de percussão, Caito Marcondes conta um pouco dessa reunião entre os diversos gêneros e da abrangência dos instrumentos percussivos. E muitos instrumentos já passaram pelas mãos de Andrea Drigo como a cítara, o gugin, o piano e muitos outros.

    Também visitamos o "atelier/lavanderia" da artista, local onde ela dedica o seu tempo para compor e pensar a sua música, além de desenhar ideogramas, ato que compara ao violão.

    Depois acompanhamos uma das aulas de canto que, na opinião de Andrea, também é um instrumento que dialoga e trabalha com um processo de liberdade e da técnica no caminho do canto.

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  • Los Twang! Marvels

    Los Twang! Marvels20/04/2014

    Para entrar no clima do quarteto argentino que vive em busca de novos ares mundo afora, o Programa Passagem de Som cai na estrada e traz um pouco da história que começou em 2002, entre o encontro das guitarras de Yolanda e Alex, na Alemanha, antes de alcançar diversas partes do mundo.

    Em Botucatu, no interior de São Paulo, acompanhamos o show do quarteto numa tradicional casa de blues que, durante o dia, se funciona como um estacionamento e, durante à noite, dá vez a manobras musicais de qualidade. É lá, onde o grupo apresenta pela primeira vez o tema “Brasil”, música que acompanha o quarteto desde a sua fundação.

    Acostumados com os tradicionais perrengues da estrada, em shows, ou em estúdios, para o grupo, todos os problemas terminam assim que a música começa. E antes de chegar ao palco do Instrumental Sesc Brasil, também acompanhamos os músicos aventureiros até a cidade de Piracicaba, para uma gravação em estúdio.

    Festivais, centro culturais, clubes e até em festas de casamento, para o quarteto o que importa é apresentar a surf music como um patrimônio cultural para outras gerações e influências musicais.

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  • Dudu Lima Trio

    Dudu Lima Trio13/04/2014

    Entre uma pausa para o tradicional café mineiro e muitas histórias para contar, o Passagem de Som pega uma carona com Dudu Lima Trio para mais uma tarde de ensaio. Desta vez, estamos na cidade de São Paulo, local onde o Trio irá se apresentar.

    Nos bastidores do Instrumental Sesc Brasil, Dudu Lima conta um pouco das principais parcerias que marcaram a sua trajetória, como as gravações que fez já a partir do segundo disco com as participações especiais de Milton Nascimento, João Bosco e Marcio Bahia.

    Com entrosamento e muita inspiração, Dudu Lima, Ricardo Itaborahy e Leandro Scio falam das viagens e dos principais festivais de jazz por onde circulam para celebrar a música instrumental brasileira.

    Dudu Lima também nos mostra o seu lado professor, uma vocação natural que começou cedo, desde a época de estudante. Juntos, eles trazem um pouco da afinidade e da dinâmica do Trio alcançadas com mais de 20 anos de trabalho.

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  • Sebastião Tapajós

    Sebastião Tapajós06/04/2014

    Entrar no universo de Sebastião Tapajós é falar um pouco da escola da música e da originalidade do violão brasileiro. E é nesse caminho que o Passagem de Som embarca e vai de encontro aos músicos Lenine e Gilberto Gil, que contam parte da trajetória do violonista que alcançou o mundo com a sua arte.

    Durante uma tarde de ensaio junto dos instrumentistas da banda os elogios não poderiam ser diferente. Mas aqui, a ordem é deixar com que a música seja sempre a protagonista dessa história.

    No parque do Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, encontramos com o músico Felipe Cordeiro e a cantora Luê Soares. Lá, eles falam um pouco do violonista que se tornou uma das maiores referências no Pará.

    De volta ao palco do Instrumental Sesc Brasil, Tapajós nos leva de encontro à sua infância em Santarém, no interior do Pará, onde começou a estudar violão. Ele também conta um pouco das suas inspirações, como a faixa "Igapó" e "Arapuca", músicas que nunca faltam no repertório do seu show.

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  • Renato Borghetti

    Renato Borghetti31/03/2014

    Para contar a trajetória de um dos maiores acordeonistas brasileiros, o Passagem de Som vai até São Bernardo do Campo para uma cerimônia gaúcha bastante tradicional: o churrasco. É lá, onde várias gerações de acordeonistas e violonistas são recebidos pelo mestre e anfitrião Oswaldinho do Acordeon.

    Numa tarde de chuva, Oswaldinho e Borghetti contam histórias e revelam parte da trajetória de cada um dos músicos. Oswaldinho é carioca. Ganhou a sua primeira sanfona do pai e aos 12 anos já era músico profissional. Renato Borghetti é gaúcho. Começou a tocar aos dez anos de idade e com o seu primeiro LP "Gaita Ponto", de 1984, vendeu mais de 100 mil cópias e trouxe para a música instrumental brasileira o primeiro Disco de Ouro.

    As parcerias foram muitas. Uma delas é com o violonista e compositor Arthur Bonilla, quem acompanha Borghettinho com o seu violão de seis cordas. Os músicos foram apresentados por outro grande violonista, o músico Yamandu Costa.

    Já no palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, o músico diz que se considera instrumentista do que compositor. Ele fala da arte de imprimir a sua concepção com uma linguagem moderna para temas gaúchos bastante tradicionais, alguns até de domínio público.

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  • The Mullet Monster Mafia

    The Mullet Monster Mafia30/03/2014

    O Passagem de Som invade o estúdio da Rádio Cadillacs, em São Paulo, para acompanhar os bastidores de uma entrevista exclusiva com a banda The Mullet Monster Mafia. O quarteto nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, traz um pouco da história e das várias referências que os músicos juntaram ao formar a banda de surf music contemporânea.

    Na sede da banda, no interior paulista, o fundador e ex-trompetista JC Molôncio fala do forte movimento do skate, do punk e do rock dos anos 1980 que até hoje influenciam a banda. Nas prateleiras, uma rara coleção de vinis com destaque para o álbum original da banda americana Dead Kennedys.

    Na hora de radicalizar, seguimos com a banda para as pistas de skate do Parque da Rua do Porto, em Piracicaba, e para a Praça Flávio Rangel, na Freguesia do Ó, em São Paulo, onde encontramos com Ed Scander, skatista profissional e vice-presidente da Confederação Brasileira de Skate.

    Antes de subir ao palco do Instrumental Sesc Brasil, os integrantes contam ainda como sobreviveram aos primeiros momentos da banda e trazem um pouco das parcerias e das aventuras da banda durante as turnês mundiais que realizaram ao longo da trajetória.

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  • Guinga e Quinteto Villa-Lobos

    Guinga e Quinteto Villa-Lobos23/03/2014

    Em depoimento emocionante Guinga e o Quinteto Villa-Lobos traz para o Passagem de Som parte da história do grupo que há 50 anos identifica a sua obra com a de Heitor Villa-Lobos - um dos maiores representantes da música brasileira.

    O Quinteto, nascido em 1962, deixa um registro descontraído durante o ensaio no Paço das Artes, em São Paulo. Antes de subir ao palco do teatro Anchieta, no Sesc Consolação (SP), eles falam do CD "Rasgando Seda: Guinga + Quinteto Villa-Lobos", lançado pelo Selo Sesc, que nada mais é do que uma dedicação do Quinteto à musica de Guinga.

    Entre arranjos música e muitas histórias para contar, Guinga também nos convida para uma partida de futebol junto de amigos ilustres como Ademir da Guia, ex-futebolista brasileiro e um dos maiores ídolos do Palmeiras. O encontro conta ainda com um comentário feito por quem entende do assunto e é neste momento, em que Michel Laurence entra em campo.

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  • Marcelo Monteiro

    Marcelo Monteiro16/03/2014

    Junto com o Passagem de Som os músicos Daniel Amorin, Maurício Caetano, Daniel Grajew e Amilcar Rodrigues se encontram para mais um ensaio na cidade de São Paulo. Juntos, eles falam da proposta de tocar com Marcelo Monteiro que é, antes de mais nada, pensar mais em melodia do que em harmonia.

    E é nesse clima que os músicos seguem na música instrumental. Antes de abrir para o coletivo, Marcelo traz um pouco da sua trajetória como compositor e da forma como pensa e escreve para cada instrumento.

    Numa conversa descontraída abrimos para o improviso durante os shows que abre para uma linha groove e funkeada. Tudo isso aliado ao cenário urbano como fonte de inspiração, unindo o jazz e o gosto pelo popular e pela música autoral.

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  • Hurtmold e Paulo Santos

    Hurtmold e Paulo Santos10/03/2014

    O Passagem de Som embarca em um breve ensaio com a banda Hurtmold e o percussionista e compositor Paulo Santos. Conhecido por atuar no Uakti, um dos mais conhecidos grupos de música instrumental brasileira, o músico se uniu a banda paulistana Hurtmold em 2008.

    Na Rede Escola Viva, em Nova Lima (MG), o músico revela como trabalha junto da comunidade dando oficinas de música e fortalecendo a cultura daquela região.

    De volta a São Paulo, os músicos relembram quando fizeram o segundo show juntos, em comemoração aos dez anos da Hurtmold, no Auditório do Ibirapuera.

    De lá para cá, a parceria trouxe bons frutos. Durante um ensaio antes de subirem ao palco do Instrumental Sesc Brasil, os músicos falam do contínuo aprendizado, das influências e do caminho que traçam na composição e na identificação de um caminho musical.

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  • Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz

    Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz09/03/2014

    O Passagem de Som desembarca com o músico, compositor e arranjador
    Letieres Leite na cidade de São Paulo. Junto da Orkestra Rumpilez,
    seguimos com o maestro e alguns integrantes direto para a Serra da
    Cantareira, região metropolitana de São Paulo.

    Lá, somos recebidos pelo pianista André Mehmari para participar de uma
    aula de ritmos com base na matriz dos tambores africanos. Com
    improviso e muita criatividade chegamos a um momento único: o erudito
    encontra com o popular e promove um diálogo do cravo com a música de
    terreiro.

    De volta à cidade, vamos até o músico Ed Motta que fala da descoberta
    da Orkestra Rumpilezz e do encontro com Letieres Leite. Na Praça
    Roosevelt, o maestro conta um pouco mais da formação da orquestra e da
    sua estrada pelo universo da música.

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  • Marcio Bahia

    Marcio Bahia02/03/2014

    O Passagem de Som faz uma homenagem ao músico e baterista Marcio Bahia e, antes do show começar, traz uma série de depoimentos do Hermeto Pascoal e Grupo. Tudo isso para falar do encontro e da carreira desses músicos.

    Em um estúdio de São Paulo, os músicos Heraldo do Monte, Arismar do Espírito Santo e Bruno Cardoso ensaiam uma possível, ou "impossível" volta do Quarteto Novo. O grupo lançou apenas um disco em 1967 e revolucionou a música instrumental brasileira.

    No palco com Hermeto Pascoal ou Hamilton de Holanda, o músico está sempre sintonizado e recebe muitos elogios. De volta ao palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, em São Paulo, os músicos Thiago Nunnes, Gustavo Figueiredo e Daniela Rennó falam do encontro com Marcio Bahia e da admiração que cada um traz pelo seu trabalho.

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  • Trio que Chora

    Trio que Chora23/02/2014

    Antes de subir ao palco do Instrumental Sesc Brasil, o Passagem de Som leva o Trio que Chora para fazer um passeio pela cidade de São Paulo. Tudo isso, para explorar um pouco do universo do choro, gênero da música popular brasileira, que é considerado pelos seus músicos bastante sofisticado, difícil de tocar.

    Em meio a grandes majestades do choro paulistano, como Izaias do Bandolim, Arnaldinho do Cavaco, Helinho do Bandolim, o bandolinista Agnaldo Luz e ainda a cantora Dona Inah, improvisamos uma roda de choro para que durante este encontro cada um contasse um pouco da sua história e claro, deixasse a música falar por si.

    De lá seguimos com a violonista Rosana Bergamasco para a Escola Municipal de Iniciação Artística, e com a percussionista Cássia Maria para a Escola Lourenço Castanho, ambas em São Paulo. É lá onde as musicistas ensinam e incentivam alunos a aprenderem a arte da música.

    Já com a flautista Marta Ozetti acompanhamos um ensaio da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, local onde mais de 80 músicos se dedicam a compor novos arranjos para música popular brasileira e internacional com uma roupagem orquestral. De volta ao palco, o Trio fala desse encontro e afina, em divertida conversa, a arte de experimentar e de viver a diversidade da música e do choro a cada dia.

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  • Marco Pereira

    Marco Pereira16/02/2014

    O Passagem de Som pega uma carona com o músico e compositor Marco Pereira e vai até o Mercado Municipal da Lapa, em São Paulo. Nas linhas da memória, o violonista conta parte da sua história, da família de ferroviários, do
    primeiro contato com o violão e das viagens de trem que fez durante toda a infância.

    Com mais de 130 anos de existência, vamos até a Corporação Musical da Lapa, banda fundada pelos antigos operários da São Paulo Railway, ferrovia que ligava o porto de Santos a Jundiaí, interior de São Paulo.

    Na Orquestra Sanfônica de São Paulo recuperamos fotos e memórias do Conservatório Musical da Lapa, local por onde o músico passou antes de estudar com Isaias Savio, concertista uruguaio radicado no Brasil.

    Do tradicional bairro da zona Oeste da capital paulista, o músico fala do violão brasileiro, flamenco e argentino e também das principais referências como Baden Powell e Cacho Tirao, guitarrista de Astor Piazzolla.

    De lá seguimos para o palco do Instrumental Sesc Brasil, onde músicos e parceiros como Bebê Kramer, Guto Wirtti e Zélia Duncan, trazem um pouco da origem e da música de Marco Pereira.

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  • Guilherme Ribeiro

    Guilherme Ribeiro09/02/2014

    O Passagem de Som vai até a Escola de Música do Estado de São Paulo para
    acompanhar Guilherme Ribeiro, músico, compositor e acordeonista que há mais
    de 15 anos propaga a arte do seu instrumento para toda uma nova geração.

    De lá, seguimos com Guilherme Ribeiro até a casa do Cabana Café, banda que
    o músico acompanha de perto como professor e produtor. É lá onde moram e
    ensaiam músicos como a cantora e instrumentista Rita Oliva, Gustavo
    Rodrigues, Mário Gascó, Tainan Cavanlcant e Zelino Lanfranchi Jr.

    De volta à Escola, acompanhamos de perto o dia a dia do professor e da
    dedicação dos alunos que descobrem o artifício do acordeão. Tudo isso antes
    de embarcar em um rápido ensaio do quinteto no palco do Instrumental Sesc
    Brasil antes do show começar.

    Show gravado em 11/03/2013 no SESC Consolação.

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  • Mauro Senise

    Mauro Senise02/02/2014

    O Passagem de Som convida o jornalista e comentarista José Trajano a fazer um passeio com Mauro Senise e seus músicos pelo Museu do Futebol, em São Paulo. Juntos, eles se reúnem para falar um pouco dessas duas paixões nacionais: a música e o futebol.

    De lá, seguimos com Mauro Senise para encontrar com os músicos Lelo Nazario e Zé Eduardo Nazario. Em frente ao antigo Lira Paulistana, principal ponto de encontro da vanguarda artística de São Paulo durante a década de 1980, os músicos falam de alguns projetos que participaram com o Grupo Um e o Cama de Gato, que teve 75 mil cópias vendidas com o LP de lançamento, em 1986.

    Parte dessas histórias e dos 40 anos dedicados ao universo da música instrumental é revivido aqui. Antes de subir ao palco, o músico traz ainda um pouco do seu dia a dia, do estudo constante, do gosto pela improvisação e dos músicos que marcaram e influenciaram a sua trajetória.

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  • Louise Woolley

    Louise Woolley26/01/2014

    Pianista e compositora paulistana apresenta repertório do disco inteiramente autoral "Para os que foram e os que ficaram'', lançado em outubro de 2012.

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  • Trio Cerrado

    Trio Cerrado19/01/2014

    Formado há cinco anos, o Trio Cerrado busca um refinamento musical que já o transformou numa referência de música instrumental em Goiânia, sendo conhecido também além das fronteiras do estado. Seu estilo é voltado para o jazz e para a música brasileira, remetendo aos clubes de jazz norte-americanos e aos sofisticados clubes da noite paulistana. Desde sua formação, o trio tem se apresentado toda semana em locais diversos e para diferentes públicos, sempre atendendo à expectativa de uma música inovadora e de excelente qualidade. Cada apresentação do trio permite aos seus integrantes fazer uma releitura de músicas já consagradas, criando novas atmosferas possibilitadas por re-harmonizações e melodias que surgem no momento de sua execução.

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  • Dori Caymmi

    Dori Caymmi12/01/2014

    O Passagem de Som mergulha na história do músico e compositor Dori Caymmi, que entre outras, nos traz a sua primeira e inesquecível história com o mar. Quando criança quase morreu afogado, mas teve a sorte de ter sido salvo pela sua própria mãe.

    O respeito pelo mar virou paixão e um dos principais combustíveis pra quem nasceu numa família tradicional de músicos baianos.

    Uma tarde na aconchegante Casa de Francisca, em São Paulo, Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro revelam um pouco do Brasil e das misturas de violões que afinam a parceria que já atravessa longos anos.

    No vai e vem do mar, a herança sonora do pai Dorival Caymmi influenciam a música de Dori. Uma pitada de literatura, natureza, nordeste, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e a flauta de madeira dão o tom único e preciso à sua canção.

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  • Joana Queiroz

    Joana Queiroz05/01/2014

    Com o sonar da campainha, o Passagem de Som invade a casa da musicista carioca Léa Freire, que também recebe os músicos da sua banda para mais uma tarde de ensaio.

    Entre um bolo e um gole de café, Joana conta como compõe os arranjos e as músicas de sua própria autoria, concebidos de uma maneira livre e simples, mas com a colaboração e empenho de cada um dos músico com quem trabalha.

    No decorrer da tarde, os músicos falam da paixão entre aproximar estes dois universos aos quais estão imersos, o de unir a música erudita e popular. Aqui, a voz também se torna um instrumento e a poesia, música.

    Joana Queiroz traça ainda um paralelo entre o trabalho de intérprete e compositora e recebe além do seu quarteto alguns convidados especiais como Tatiana Parra, Beth Dau e Maria Beraldo Bastos.

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  • Bandolim Elétrico

    Bandolim Elétrico29/12/2013

    O Passagem de Som mergulha numa tarde de ensaio do Bandolim Elétrico, que traz o encontro entre Ney Marques, músico que viveu por mais de 30 anos na estrada, junto dos parceiros e músicos Bosco Fonseca, Luiz Rabello, José Antonio Almeida, Cassio Poletto e Beto Abbatepaulo.

    No estúdio, Ney Marques e seus músicos contam como foi o primeiro contato com The Beatles, a banda que influenciou todo uma geração de músicos e álbuns que marcaram a história, como "Revolver". Numa roda descompromissada de memórias e lembranças, cada um traz uma parte da suas trajetórias, percalços e tropeços que fazem parte da maioria dos músicos.

    O maestro João Carlos Martins também traz em depoimento emocionante a sua eterna gratidão aos músicos Ney Marques e José Antonio Almeida. Segundo o maestro, os músicos foram um dos responsáveis para que ele pudesse continuar a tocar mesmo após o acidente que paralisou parte da mãos do pianista, considerado na época, um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach.

    Juntos, eles contam como é compor e envolver o público apreciador da música instrumental e todos os gêneros que a ela envolvem.

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  • Com a Corda Toda

    Com a Corda Toda22/12/2013

    Com a Corda Toda" é a celebração de uma amizade musical e pessoal de vários anos. Pedro Braga e Luiz Chaffin reúnem no seu primeiro CD, "Com a Corda Toda", músicas de autoria própria e de outros compositores. O duo traz uma versatilidade de instrumentos de corda, utilizando-se do violão de nylon, violão de aço, violão de 12 cordas, viola de 10, guitarra, cavaquinho, bandolim e bouzouki para dar vida à sua música.

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  • Tom Zé

    Tom Zé15/12/2013

    O Passagem de Som pega uma carona com o músico e compositor Tom Zé, que nos guia do bairro onde mora, na zona Oeste da capital de São Paulo, até o palco do Sesc Consolação, no centro da cidade. Com humor e irreverência, cruzamos pelas ruas que influenciaram as composições de Tom Zé. O músico traz ainda um apanhado de história e nos leva de encontro ao Movimento Tropicalista e do seu convívio com Caetano Veloso, Gilberto Gil e Torquato Neto. Dos bastidores até a subida ao palco, acompanhe de perto um dia na vida de Tom Zé.

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